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Dívida Pública: Vamos falar sobre isso e mudar a nossa história?

  • 20 de setembro de 2023

Cartaz-mural traz informações a respeito do percurso histórico e político da dívida pública brasileira e quer ser uma provocação para estimular a reflexão sobre o tema sempre tão restrito a economistas e noticiários, mas que precisa ganhar todos os espaços de articulação popular.

Cartaz-mural afixado no escritório do ESPLAR, entidade membro da Rede Jubileu Sul Brasil que fica em Fortaleza (CE).

Por redação

“A dívida pública é na verdade o maior processo de transferência de renda do mundo! É a partir dela que o dinheiro dos mais pobres vai parar sempre no bolso dos mais ricos”, destaca o texto do cartaz-mural “Dívida Pública: Vamos falar sobre isso e mudar a nossa história?”, iniciativa da Rede Jubileu Sul Brasil para compartilhar informações e motivar a reflexão popular a respeito do tema.

Ao apresentar a trajetória histórica da dívida pública, o texto aponta que é no sistema de endividamento que estão as causas mais profundas da pobreza, da fome, do desemprego e de todas as desigualdades. “Na trajetória histórica entre 1500 e os dias atuais, nossa história de endividamento ilegítimo e ilegal apenas se agravou, tornando-se mais complexa e aprofundando o sistema de desigualdades sociais”, destaca o cartaz-mural.

Entre os temas abordados estão a questão da dívida financeira composta pela dívida pública interna e externa, as dívidas sociais que se apresentam concretamente na ausência ou insuficiência de recursos e políticas públicas em saúde, educação, reforma agrária, moradia, programas de alimentação, segurança pública de qualidade, entre outras deficiências do Estado.

“Somente os juros da dívida pública que são pagos atualmente já superam em muito os gastos em investimento social. Gastos e rolagem com a dívida consumiram 46,3% do orçamento federal em 2022”, destaca a publicação.

A ideia é que o cartaz-mural seja afixado em espaços de circulação popular, organizações sociais, grupos de mulheres, sindicatos, associações, salas de encontro e reuniões, para despertar o interesse pelo tema e provocar a mobilização popular para a participação e incidência na luta para a superação das dívidas sociais e reflexão sobre os caminhos do sistema da dívida pública, que sempre favorece os ricos, por meio do sistema financeiro.

A primeira parte do conteúdo, “Dívida Pública: Vamos falar sobre isso e mudar a nossa história?” traz o histórico político do endividamento público no Brasil. A  segunda parte “Sistema de endividamento: o Brasil saqueado e a origem das desigualdades que se aprofundam”, apresenta uma linha do tempo com os principais acontecimentos de 1500 até os nossos dias. Um conjunto de adesivos também está disponível para impressão e pode ajudar nos processos formativos sobre o tema.

Inicialmente o cartaz-mural será distribuído nos territórios que integram a Ação “Mulheres por Reparação das Dívidas Sociais”, em sete cidades: Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), mas poderá também ser impresso por qualquer grupo que tenha interesse em somar esforços na luta contra o endividamento público.

Acesse e baixe o arquivo em PDF para impressão que está disponível na biblioteca. O conteúdo é composto por duas partes, que podem ser impressos em frente e verso. Três modelos de adesivos também estão disponíveis para impressão.

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Cartaz-mural traz informações a respeito do percurso histórico e político da dívida pública brasileira e quer ser uma provocação para estimular a reflexão sobre o tema sempre tão restrito a economistas e noticiários, mas que precisa ganhar todos os espaços de articulação popular.

Cartaz-mural afixado no escritório do ESPLAR, entidade membro da Rede Jubileu Sul Brasil que fica em Fortaleza (CE).

Por redação

“A dívida pública é na verdade o maior processo de transferência de renda do mundo! É a partir dela que o dinheiro dos mais pobres vai parar sempre no bolso dos mais ricos”, destaca o texto do cartaz-mural “Dívida Pública: Vamos falar sobre isso e mudar a nossa história?”, iniciativa da Rede Jubileu Sul Brasil para compartilhar informações e motivar a reflexão popular a respeito do tema.

Ao apresentar a trajetória histórica da dívida pública, o texto aponta que é no sistema de endividamento que estão as causas mais profundas da pobreza, da fome, do desemprego e de todas as desigualdades. “Na trajetória histórica entre 1500 e os dias atuais, nossa história de endividamento ilegítimo e ilegal apenas se agravou, tornando-se mais complexa e aprofundando o sistema de desigualdades sociais”, destaca o cartaz-mural.

Entre os temas abordados estão a questão da dívida financeira composta pela dívida pública interna e externa, as dívidas sociais que se apresentam concretamente na ausência ou insuficiência de recursos e políticas públicas em saúde, educação, reforma agrária, moradia, programas de alimentação, segurança pública de qualidade, entre outras deficiências do Estado.

“Somente os juros da dívida pública que são pagos atualmente já superam em muito os gastos em investimento social. Gastos e rolagem com a dívida consumiram 46,3% do orçamento federal em 2022”, destaca a publicação.

A ideia é que o cartaz-mural seja afixado em espaços de circulação popular, organizações sociais, grupos de mulheres, sindicatos, associações, salas de encontro e reuniões, para despertar o interesse pelo tema e provocar a mobilização popular para a participação e incidência na luta para a superação das dívidas sociais e reflexão sobre os caminhos do sistema da dívida pública, que sempre favorece os ricos, por meio do sistema financeiro.

A primeira parte do conteúdo, “Dívida Pública: Vamos falar sobre isso e mudar a nossa história?” traz o histórico político do endividamento público no Brasil. A  segunda parte “Sistema de endividamento: o Brasil saqueado e a origem das desigualdades que se aprofundam”, apresenta uma linha do tempo com os principais acontecimentos de 1500 até os nossos dias. Um conjunto de adesivos também está disponível para impressão e pode ajudar nos processos formativos sobre o tema.

Inicialmente o cartaz-mural será distribuído nos territórios que integram a Ação “Mulheres por Reparação das Dívidas Sociais”, em sete cidades: Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), mas poderá também ser impresso por qualquer grupo que tenha interesse em somar esforços na luta contra o endividamento público.

Acesse e baixe o arquivo em PDF para impressão que está disponível na biblioteca. O conteúdo é composto por duas partes, que podem ser impressos em frente e verso. Três modelos de adesivos também estão disponíveis para impressão.

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