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Um chamado à democracia, em poesia

  • 23 de outubro de 2018

Meu coração bate vermelho
Na tranquilidade de estar entre os meus
Não há suspiros entre nós
Apenas o grito que esbraveja garganta a fora
Ele não
Ele nunca
Ele jamais
Pedimos por ela
Ah! Como ansiamos por seu retorno!
Nossa velha amiga que foi dar uma pausa por ai, mas sabe que já é mais que o tempo de voltar
Vem ni mim, democracia! Vem me acalentar
Deixa que esse Brasil veja como você é linda
Deixa a gente celebrar tua existência contigo
Soledade de caminhar a passos lentos de quem observa o mundo, contemplando o que é bom
Vivendo a partilha de amor e fraternidade
Vem arrancar de nós essa ânsia de gritar
Ele não
Ele nunca
Ele jamais
Queremos sorrir lágrimas em teu retorno
Tempo e contra-tempo nessa dança que se vislumbra sob o céu do cerrado
Mariana Barreiros
19/10/2018
Gama/DF

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Vem ni mim, democracia! Vem me acalentar
Deixa que esse Brasil veja como você é linda
Deixa a gente celebrar tua existência contigo
Soledade de caminhar a passos lentos de quem observa o mundo, contemplando o que é bom
Vivendo a partilha de amor e fraternidade
Vem arrancar de nós essa ânsia de gritar
Ele não
Ele nunca
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