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Resistência de povos ribeirinhos e pescadores frente aos grande projetos é tema de oficina em Porto Velho

  • 5 de setembro de 2016

arte_meme_portovelho_divida_FINALA rede Jubileu Sul Brasil e a ONG Arirambas realizam nos próximos dias 10 e 11 de setembro a oficina “A resistência das comunidades ribeirinhas e de pescadores aos grandes projetos”. A atividade acontecerá na Comunidade Maravilha, em Porto Velho, Rondônia. A oficina vai tratar das várias ameaças que afetam essas populações como as hidrelétricas, agronegócio, grilagem, especulação imobiliária, entre outros.
“Depois que as Usinas Hidrelétricas entraram em funcionamento as margens do rio Madeira, que eram várzeas férteis onde os povos ribeirinhos cultivavam sua produção, começaram a desbarrancar  e tudo foi se perdendo. A reconstituição do modo de vida local dessas comunidades deslocadas e em deslocamento deve ser meta dos poderes públicos e dos atores da sociedade civil voltados para a defesa da Amazônia, para os povos que nela vivem”, afirmam os organizadores da oficina.
A oficina faz parte de uma extensa programação da Associação Arirambas com o título “Comunidade Maravilha: Resistindo na barranca do Madeira” que acontecerá em quatro sábados e um domingo, abordando as riquezas culturais da região com a história e, na parte prática, a confecção de biojoias. Os monitores dessas atividades serão Guaraci Silva e Jayro Moreira. Sobre essa atividade geral veja aqui: Com (3).Maravilha(1).
Abaixo, confira a programação da oficina “A resistência das comunidades ribeirinhas e de pescadores aos grandes projetos”:
Dia 10/09/2016
8h – Recepção – Café da Manhã
9h – Testemunhos de moradores mais antigos sobre a Comunidade Maravilha antes e depois das Usinas/Ponte
10h – A cartografia do desastre social e ambiental – Luis Fernando Novoa (professor da UNIR e da rede Jubileu Sul Brasil)
10h30 – A defesa do território das comunidades tradicionais contra a incorporação imobiliária da margem esquerda do Madeira – Emanuel Meirelles (Coletivo Popular pelo Direito à Cidade)
11 – Debate sobre as principais ameaças e alternativas de resistência
12h – Almoço
13h30 – Depoimento dos atingidos em Santa Cruz no Rio de Janeiro (TKCSA) e exibição do vídeo Treliça – Ivo Siqueira Soares
14h30 – A montagem de grandes projetos e sua relação com o modelo econômico e financeirização da natureza – Miguel Borba de Sá (Doutorando em Relações Internacionais pela PUC-Rio, Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul-PACS e rede Jubileu Sul Brasil.
16h – Apresentação da peça “Saga beradera”
17h – Avaliação e encerramento
19h – Sarau e batuque da floresta
Dia 11/09/2016
8h30 – Visita às famílias ribeirinhas sob pressão do agronegócio e da especulação imobiliária
12h – Almoço
14h – Percurso na floresta e identificação das principais palmeiras e árvores, fontes de matéria-prima para confecção de biojóias
17h – Encerramento das atividades do dia.
Para mais informações:
Jubileu Sul Brasil: (11)31121524

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“Depois que as Usinas Hidrelétricas entraram em funcionamento as margens do rio Madeira, que eram várzeas férteis onde os povos ribeirinhos cultivavam sua produção, começaram a desbarrancar  e tudo foi se perdendo. A reconstituição do modo de vida local dessas comunidades deslocadas e em deslocamento deve ser meta dos poderes públicos e dos atores da sociedade civil voltados para a defesa da Amazônia, para os povos que nela vivem”, afirmam os organizadores da oficina.
A oficina faz parte de uma extensa programação da Associação Arirambas com o título “Comunidade Maravilha: Resistindo na barranca do Madeira” que acontecerá em quatro sábados e um domingo, abordando as riquezas culturais da região com a história e, na parte prática, a confecção de biojoias. Os monitores dessas atividades serão Guaraci Silva e Jayro Moreira. Sobre essa atividade geral veja aqui: Com (3).Maravilha(1).
Abaixo, confira a programação da oficina “A resistência das comunidades ribeirinhas e de pescadores aos grandes projetos”:
Dia 10/09/2016
8h – Recepção – Café da Manhã
9h – Testemunhos de moradores mais antigos sobre a Comunidade Maravilha antes e depois das Usinas/Ponte
10h – A cartografia do desastre social e ambiental – Luis Fernando Novoa (professor da UNIR e da rede Jubileu Sul Brasil)
10h30 – A defesa do território das comunidades tradicionais contra a incorporação imobiliária da margem esquerda do Madeira – Emanuel Meirelles (Coletivo Popular pelo Direito à Cidade)
11 – Debate sobre as principais ameaças e alternativas de resistência
12h – Almoço
13h30 – Depoimento dos atingidos em Santa Cruz no Rio de Janeiro (TKCSA) e exibição do vídeo Treliça – Ivo Siqueira Soares
14h30 – A montagem de grandes projetos e sua relação com o modelo econômico e financeirização da natureza – Miguel Borba de Sá (Doutorando em Relações Internacionais pela PUC-Rio, Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul-PACS e rede Jubileu Sul Brasil.
16h – Apresentação da peça “Saga beradera”
17h – Avaliação e encerramento
19h – Sarau e batuque da floresta
Dia 11/09/2016
8h30 – Visita às famílias ribeirinhas sob pressão do agronegócio e da especulação imobiliária
12h – Almoço
14h – Percurso na floresta e identificação das principais palmeiras e árvores, fontes de matéria-prima para confecção de biojóias
17h – Encerramento das atividades do dia.
Para mais informações:
Jubileu Sul Brasil: (11)31121524

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