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Entrevista do JSB à TeleSur: ‘Não aceitamos golpe, nem perdão a golpistas’

  • 11 de janeiro de 2024

Em entrevista ao programa 'Notables', a secretária executiva do Jubileu Sul Brasil, Rosilene Wansetto, ressaltou a importância da mobilização popular pelas ruas do país neste 8 de janeiro e falou dos desafios do governo atual no combate à fome e a pobreza que se aprofundaram na gestão Bolsonaro

Por Redação - Jubileu Sul Brasil

A secretária executiva da Rede Jubileu Sul Brasil (JSB), a socióloga Rosilene Wansetto, concedeu entrevista nesta terça-feira (9) ao programa Notables, da TeleSur, fazendo a análise de um ano do 8 de janeiro, data que marcou a tentativa de golpe de Estado e à democracia brasileira no início de 2023. 

“Os quatro anos de governo de Bolsonaro foi um período terrível para o Brasil e para o povo. O 8 de janeiro de 2023 foi o ápice do que vivemos nesses anos com aqueles que não aceitam a democracia, ainda que estas mesmas pessoas, como o ex-presidente e seus comparsas, sejam eleitos por esse mesmo processo democrático”, disse Rosilene ao apresentador do programa, Jorge Gestoso.

Ela ressaltou não só a importância dos discursos dos chefes dos Três Poderes durante o "Ato em Defesa da Democracia", realizado em Brasília nesta segunda-feira (8), quanto a relevância das mobilizações populares nas ruas de todo o país para que não haja anistia aos criminosos: “Foi um marco muito importante para dizer que tanto o povo, quanto as instituições, não aceitamos esse tipo de ato golpista e que não há perdão para quem comete esse tipo de ato”.   

Ao comentar a afirmação do presidente Lula, que no discurso deste 8 de janeiro disse que “A fome é inimiga da democracia” e que “Não haverá democracia plena enquanto persistirem as desigualdades”, a socióloga discorreu sobre o processo de desmonte perpetrado pelo governo Bolsonaro:

“Nunca se viu tanta gente vivendo nas ruas (...). São milhões de pessoas que perderam suas casas durante a pandemia e que ainda não conseguiram voltar a ter moradia. Muita coisa tem sido feita nesse primeiro ano de governo Lula, mas ainda há muito para fazer porque a destruição pelo governo anterior foi tremenda em todas as áreas. Para além da fome, há o desafio de reconstruir as políticas públicas no Brasil”, avalia Rosilene. 

Assista a íntegra da entrevista:  

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Ela ressaltou não só a importância dos discursos dos chefes dos Três Poderes durante o "Ato em Defesa da Democracia", realizado em Brasília nesta segunda-feira (8), quanto a relevância das mobilizações populares nas ruas de todo o país para que não haja anistia aos criminosos: “Foi um marco muito importante para dizer que tanto o povo, quanto as instituições, não aceitamos esse tipo de ato golpista e que não há perdão para quem comete esse tipo de ato”.   

Ao comentar a afirmação do presidente Lula, que no discurso deste 8 de janeiro disse que “A fome é inimiga da democracia” e que “Não haverá democracia plena enquanto persistirem as desigualdades”, a socióloga discorreu sobre o processo de desmonte perpetrado pelo governo Bolsonaro:

“Nunca se viu tanta gente vivendo nas ruas (...). São milhões de pessoas que perderam suas casas durante a pandemia e que ainda não conseguiram voltar a ter moradia. Muita coisa tem sido feita nesse primeiro ano de governo Lula, mas ainda há muito para fazer porque a destruição pelo governo anterior foi tremenda em todas as áreas. Para além da fome, há o desafio de reconstruir as políticas públicas no Brasil”, avalia Rosilene. 

Assista a íntegra da entrevista:  

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