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NOTA DA 19ª. ASSEMBLEIA NACIONAL DA PASTORAL OPERÁRIA

  • 19 de março de 2018

“O clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor” (Tg 5,4).
Frente a atual conjuntura do Brasil, de reformas maléficas contra a classe trabalhadora, a Pastoral Operaria Nacional vem a público denunciar os projetos de morte impostos pelo capitalismo neoliberal e anunciar que um novo sistema é possível.
Reunidos em Assembleia Nacional nos dias 9 a 11 de março na cidade de São Paulo, sob o lema “Trabalho digno é nosso direito, lutar por ele é nosso dever”, denunciamos que o sistema capitalista neoliberal cria, em todo momento, novos tipos de exploração, gerando desigualdade crescente e desestabilizando a ordem democrática por meio de golpes e intervenções, inclusive militares.
Esse é um sistema que fragmenta a vida social, perverte valores e tradições, elimina direitos, marginaliza, fere a dignidade humana e gera mortes. Esse sistema é sustentado por uma força midiática diabólica que busca alienar e camuflar ao máximo o tamanho e a forma de suas maldades.
Vimos diante dessas maldades, porém, anunciar a possibilidade de criar um novo sistema. “Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra. As coisas antigas nunca mais serão lembradas” (Isaías 65,17). Temos força como classe trabalhadora para gerar essa nova realidade por meio de nossos movimentos sociais, sindicais, ecológicos, de mulheres, de jovens e de tantos outros organismos populares e pastorais.
“O trabalho não pode ser considerado uma mercadoria ou mero instrumento na cadeia produtiva de bens e serviços, mas, sendo primordial para o desenvolvimento, tem preferência em relação a qualquer outro fator de produção, incluindo o capital”. Inspirados nessas palavras do Papa Francisco no Encontro Internacional de Organizações Sindicais, e entusiasmados/as pelo projeto do Reino de Deus anunciado por Jesus trabalhador, reafirmamos com fé e esperança, nosso compromisso de ação em prol de um “novo mundo possível”: o mundo justo, com o meio ambiente integralmente saudável, trabalho digno para todas e todos, cultura e lazer acessíveis, moradia e serviços públicos de qualidade, respeito a toda diversidade humana. O mundo justo com tudo isto e muito mais, que é possível de ser conquistado com a ação organizada da classe trabalhadora e todas/os lutadoras/es do povo.
Pastoral Operária Nacional
São Paulo, 11 de março de 2018

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Esse é um sistema que fragmenta a vida social, perverte valores e tradições, elimina direitos, marginaliza, fere a dignidade humana e gera mortes. Esse sistema é sustentado por uma força midiática diabólica que busca alienar e camuflar ao máximo o tamanho e a forma de suas maldades.
Vimos diante dessas maldades, porém, anunciar a possibilidade de criar um novo sistema. “Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra. As coisas antigas nunca mais serão lembradas” (Isaías 65,17). Temos força como classe trabalhadora para gerar essa nova realidade por meio de nossos movimentos sociais, sindicais, ecológicos, de mulheres, de jovens e de tantos outros organismos populares e pastorais.
“O trabalho não pode ser considerado uma mercadoria ou mero instrumento na cadeia produtiva de bens e serviços, mas, sendo primordial para o desenvolvimento, tem preferência em relação a qualquer outro fator de produção, incluindo o capital”. Inspirados nessas palavras do Papa Francisco no Encontro Internacional de Organizações Sindicais, e entusiasmados/as pelo projeto do Reino de Deus anunciado por Jesus trabalhador, reafirmamos com fé e esperança, nosso compromisso de ação em prol de um “novo mundo possível”: o mundo justo, com o meio ambiente integralmente saudável, trabalho digno para todas e todos, cultura e lazer acessíveis, moradia e serviços públicos de qualidade, respeito a toda diversidade humana. O mundo justo com tudo isto e muito mais, que é possível de ser conquistado com a ação organizada da classe trabalhadora e todas/os lutadoras/es do povo.
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