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Megaempreendimentos: cartilha do Instituto PACS aborda rede de produção do minério de ferro

  • 10 de agosto de 2022

Por Redação Instituto PACS, com edição do Jubileu Sul Brasil

Os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo estão entrelaçados pela rede de produção do minério de ferro, que impõe um modelo de “desenvolvimento” e de organização centrados em megaprojetos violadores de direitos, que contaminam as águas, solo, ar e alimentos e deterioram os modos de vida das comunidades e territórios.

Os empreendimentos da mineração encontram-se inseridos em redes globais de produção do minério de ferro e se instalam nos territórios a partir de estratégias e práticas corporativas. Assim, o comportamento das empresas é similar em localidades distintas, resultando em padrões de violação de direitos e conflitos socioambientais que se repetem e se acumulam. Em resposta, existem construções de resistência e contestação social coletivas por parte dos povos territorializados. 

Produzida numa parceria entre o Instituto Pacs e o Grupo PoEMAS, cartilha “Rotas do Minério de Ferro: impactos, violações de direitos e resistências populares” surge da necessidade de conhecer melhor essa rede de produção, principalmente a partir da interligação das lutas cotidianas contra a destruição e as violações de direitos por empreendimentos mínero-metalúrgicos em diferentes localidades.

O objetivo é “construir um instrumento de fácil apreensão que contextualize os circuitos econômicos que atravessam os territórios, assim como os principais impactos observados e os mais relevantes agentes econômicos responsáveis, visibilizndo também os espaços de lutas e movimentos”, como explica o texto de apresentação da cartilha. 

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Produzida numa parceria entre o Instituto Pacs e o Grupo PoEMAS, cartilha “Rotas do Minério de Ferro: impactos, violações de direitos e resistências populares” surge da necessidade de conhecer melhor essa rede de produção, principalmente a partir da interligação das lutas cotidianas contra a destruição e as violações de direitos por empreendimentos mínero-metalúrgicos em diferentes localidades.

O objetivo é “construir um instrumento de fácil apreensão que contextualize os circuitos econômicos que atravessam os territórios, assim como os principais impactos observados e os mais relevantes agentes econômicos responsáveis, visibilizndo também os espaços de lutas e movimentos”, como explica o texto de apresentação da cartilha. 

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