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Marcha das Mulheres Negras vai às ruas de SP denunciar racismo, machismo e LBGTfobia

  • 13 de julho de 2018

Por Karla Maria | Rede Jubileu Sul Brasil
Fotos da Marcha das Mulheres Negras

A Marcha das Mulheres Negras volta ‘insubordinada” às ruas do centro de São Paulo no dia 25 de julho, no Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e Dia Nacional da Mulher Negra para denunciar e afrontar o racismo, o machismo e a LGBTfobia.

“Nós por todas Nós, pelo Bem Viver, exigimos o fim da negligência e violência do Estado. Nossos passos vêm de longe! Pelo terceiro ano consecutivo, mulheres negras de toda a cidade se encontrarão na Praça Roosevelt, em São Paulo, em um exercício de escuta e irmandade que coloca as pautas das mulheres negras na centralidade das discussões políticas”, revela em nota a coordenação da Marcha das Mulheres Negras.

Entre as pautas apontadas estão o femicídio e a perseguição de autoridades policiais a jovens negros nas periferias da cidade. “Marcharemos por todas mães que perderam seus filhos e filhas. Marcharemos por dona Marinete, mãe de Marielle Franco, marcharemos por Bruna, mãe de Marcus Vinícius e por Sueli, mãe de Brenda assassinada na semana passada em Poá”, escreveram as mulheres da Marcha em sua página do facebook.

Para elas, a não resolução do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, revelam uma ferida aberta e uma pergunta que precisa ser respondida. “Quem matou e mandou matar Marielle e Anderson?”, questionam.

Mulheres indígenas e afroindígenas também marcharão. “Somos muitas e a nossa força está na pluralidade de vozes. Todas, todos e todes são bem-vindes. Lembrando que o protagonismo do ato em sua plenitude é das mulheres negras: as cisgêneras e as trans; as héteras e as lésbicas e bis; as organizadas e as autônomas; as religiosas e as ateias; e toda diversidade de mulher negra alinhada com o projeto emancipador da Marcha que começa com a manutenção da nossa vida”, destacam as mulheres da Marcha.

A Marcha das Mulheres Negras também destaca a brutalidade de como Cláudia Ferreira e Luana Barbosa foram assassinadas, e também em memória delas caminham.

Campanha – Para viabilizar a marcha e cobrir despesas com transporte, alimentação, produção de materiais e infraestrutura está acontecendo uma vaquinha online.

Facebook da Marcha

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Entre as pautas apontadas estão o femicídio e a perseguição de autoridades policiais a jovens negros nas periferias da cidade. “Marcharemos por todas mães que perderam seus filhos e filhas. Marcharemos por dona Marinete, mãe de Marielle Franco, marcharemos por Bruna, mãe de Marcus Vinícius e por Sueli, mãe de Brenda assassinada na semana passada em Poá”, escreveram as mulheres da Marcha em sua página do facebook.

Para elas, a não resolução do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, revelam uma ferida aberta e uma pergunta que precisa ser respondida. “Quem matou e mandou matar Marielle e Anderson?”, questionam.

Mulheres indígenas e afroindígenas também marcharão. “Somos muitas e a nossa força está na pluralidade de vozes. Todas, todos e todes são bem-vindes. Lembrando que o protagonismo do ato em sua plenitude é das mulheres negras: as cisgêneras e as trans; as héteras e as lésbicas e bis; as organizadas e as autônomas; as religiosas e as ateias; e toda diversidade de mulher negra alinhada com o projeto emancipador da Marcha que começa com a manutenção da nossa vida”, destacam as mulheres da Marcha.

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