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Grito dos/as Excluídos/as – 7 de Setembro: Dia de ir para as ruas, dia de luta!

  • 5 de setembro de 2016

A rua é o lugar! É com este sentimento que a rede Jubileu Sul Brasil participa e convida a todos os movimentos sociais a se manifestarem no dia 7 de Setembro, no 22º Grito dos/as Excluídos/as, que acontecerá em todas as cidades brasileiras, tendo como base a demanda do povo, exigindo democracia e um país igual para todos e todas.
“Esse Grito vem num momento trágico da vida nacional. Porque enquanto nós fazemos nosso Grito a parada do 7 de Setembro está sendo conduzida por um presidente [Michel Temer] sem nenhuma legitimidade, por um usurpador. Quem está sendo usurpado aqui é o trabalhador brasileiro. São 54 milhões de brasileiros que disseram 'não queremos ajuste'. É um golpe, portanto, contra os trabalhadores. Então por isso, esse Grito é especial e tem que ser forte”, afirmou Plínio de Arruda Sampaio Júnior, durante coletiva de imprensa da coordenação nacional do Grito, ocorrida no último dia 1 de setembro em São Paulo.
O economista também falou sobre os rumos do capitalismo, destacando que este modelo está em plena expansão, se acumulando por um lado em sua riqueza e ambição e, por outro lado, acumulando pobreza. “Para onde vai o capitalismo? Para o agronegócio, extrativismo, o rentismo do estado. Isto significa menos políticas sociais, menos direitos para os trabalhadores”, ressaltou.
Da mesma forma, indagado sobre as formas de repressão adotadas por vários governos contra mobilizações sociais, afirmou que leis – como a antiterrorista -não devem inibir nenhum tipo de manifestação popular. “A saída é o povo ir para as ruas. Com o povo nas ruas nenhuma repressão será suficiente”
O Grito
O Grito dos/ Excluídos/as nasceu da necessidade de dar voz ao povo, às minorias e à população historicamente excluída pelo Estado, que elege uma engrenagem de negociações financeiras que somente obedecem aos interesses dos que já têm, dos ricos, das empresas, dos bancos. Assim, direito à saúde, moradia, transporte, trabalho, informação, vida digna, ficam comprometidos, aumentando a desigualdade social no país. Desde então, o Grito – como um processo que não começa, nem termina no dia 7 de Setembro – é um espaço para que movimentos sociais organizados se manifestem e cobrem direitos já assegurados em nossa Constituição Federal.
Para saber mais, veja a última atualização do Mapa do Grito: MAPA DO GRITO DOS EXCLUÍDOS PARCIAL 03 09 2016

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