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Documentário narra remoção forçada dos Avá-Guarani desalojados por Itaipu

  • 25 de abril de 2023

Lançamento de “Imagem e Memória dos Avá-Guarani Parananenses. Sarambi-pá remoção forçada. O caso de Simão Tupã Retã Vilialva” é dia 27 (quinta-feira), com transmissão ao vivo pelo Observatório da Temática Indígena - América Latina, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

Por Redação - Jubileu Sul Brasil

Nesta quinta-feira (27), às 19h, tem lançamento do documentário “Imagem e Memória dos Avá-Guarani Parananenses. Sarambi-pá remoção forçada. O caso de Simão Tupã Retã Vilialva”, que relata o “esparramo total de famílias” indígenas do Oeste do Paraná, vítimas de remoção forçada de seus territórios ancestrais para a construção da hidrelétrica de Itaipu, há quase 40 anos. 

O lançamento é no anfiteatro Martina JU (Av. Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 – Foz do Iguaçu), da Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA, com a presença de Simão Tupã Retã Vilialva, e transmitido ao vivo pelo canal do Observatório da Temática Indígena – América Latina. A atividade integra a programação do Abril Vermelho no Oeste do Paraná, que conta com apoio do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organização membro da Rede Jubileu Sul Brasil.

O documentário traz a história da família Vilialva, que residia no tekoha Ocoy/Jacutinga até a década de 1970. A família foi convidada para uma festa do “Dia do Índio” na Terra Indígena Rio das Cobras, em Laranjeiras do Sul (PR), pela própria Fundação Nacional do Índio (Funai).

A família Vilialva foi levada à festa pelos servidores da Funai com a promessa de que seriam trazidos de volta pela Fundação, mas isso nunca ocorreu. O cacique Simão retornou ao tekoha a pé, mas quando chegou as terras de seu povo já estavam alagadas pelas águas que formaram o reservatório da hidrelétrica binacional de Itaipu.

O documentário tem como objetivo dar visibilidade ao crime de remoção forçada dos Avá-Guarani no período da ditadura militar, e contribuir na luta por justiça e reparação aos indígenas. A produção é resultado do projeto de extensão Memória do Sarambi, da UNILA.

A produção do documentário é resultado do projeto de extensão Memória do Sarambi, da UNILA, a o lançamento é no anfiteatro Martina JU (Av. Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 – Foz do Iguaçu), com a presença de Simão Tupã Retã Vilialva, e transmitido ao vivo pelo canal do Observatório da Temática Indígena – América Latina.

A luta das comunidades é apoiada pela Rede Jubileu Sul Brasil, e foi um dos temas centrais do II Seminário Internacional Soberania Energética, Integração Elétrica e Gestão Pública para o Bem Viver, realizado por organizações, sindicatos e movimentos populares em agosto de 2022. 

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Nesta quinta-feira (27), às 19h, tem lançamento do documentário “Imagem e Memória dos Avá-Guarani Parananenses. Sarambi-pá remoção forçada. O caso de Simão Tupã Retã Vilialva”, que relata o “esparramo total de famílias” indígenas do Oeste do Paraná, vítimas de remoção forçada de seus territórios ancestrais para a construção da hidrelétrica de Itaipu, há quase 40 anos. 

O lançamento é no anfiteatro Martina JU (Av. Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 – Foz do Iguaçu), da Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA, com a presença de Simão Tupã Retã Vilialva, e transmitido ao vivo pelo canal do Observatório da Temática Indígena – América Latina. A atividade integra a programação do Abril Vermelho no Oeste do Paraná, que conta com apoio do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organização membro da Rede Jubileu Sul Brasil.

O documentário traz a história da família Vilialva, que residia no tekoha Ocoy/Jacutinga até a década de 1970. A família foi convidada para uma festa do “Dia do Índio” na Terra Indígena Rio das Cobras, em Laranjeiras do Sul (PR), pela própria Fundação Nacional do Índio (Funai).

A família Vilialva foi levada à festa pelos servidores da Funai com a promessa de que seriam trazidos de volta pela Fundação, mas isso nunca ocorreu. O cacique Simão retornou ao tekoha a pé, mas quando chegou as terras de seu povo já estavam alagadas pelas águas que formaram o reservatório da hidrelétrica binacional de Itaipu.

O documentário tem como objetivo dar visibilidade ao crime de remoção forçada dos Avá-Guarani no período da ditadura militar, e contribuir na luta por justiça e reparação aos indígenas. A produção é resultado do projeto de extensão Memória do Sarambi, da UNILA.

A produção do documentário é resultado do projeto de extensão Memória do Sarambi, da UNILA, a o lançamento é no anfiteatro Martina JU (Av. Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 – Foz do Iguaçu), com a presença de Simão Tupã Retã Vilialva, e transmitido ao vivo pelo canal do Observatório da Temática Indígena – América Latina.

A luta das comunidades é apoiada pela Rede Jubileu Sul Brasil, e foi um dos temas centrais do II Seminário Internacional Soberania Energética, Integração Elétrica e Gestão Pública para o Bem Viver, realizado por organizações, sindicatos e movimentos populares em agosto de 2022. 

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