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Declaração final do Fórum Social Mundial denuncia guerras e ocupações militares

  • 2 de abril de 2013

Na declaração final do Fórum Social Mundial, celebrado na Tunísia, os participantes do encontro anual do movimento anticapitalista denunciaram as guerras, ocupações militares e tratados neoliberais de livre comércio que afetam os povos do mundo.

Pelo menos 4600 organizações sociais, políticas e alternativas de 127 países participaram do Fórum Social Mundial (FSM) Tunísia 2013 que encerrou com a denúncia das guerras, ocupações militares e tratados neoliberais de livre comércio que privatizam os bens sociais, reduzem direitos e agridem o meio ambiente.

Na declaração final, publicada nesta segunda-feira, os participantes do encontro destacaram que "os povos de todos os continentes travaram lutas em que fizeram oposição com grande energia à dominação do capital, que se esconde atrás da promessa de progresso econômico e da suposta estabilidade política.”

De acordo com a conclusão, os povos do mundo padecem dos efeitos do agravamento de uma profunda crise do capitalismo, em que os bancos, transnacionais, conglomerados midiáticos e governos buscam benefícios à custa de uma política intervencionista.

O evento se desenvolveu como uma iniciativa para o tratamento de temas como os direitos das mulheres, a juventude, cultura, mudanças climáticas, economia, política, primaveras árabes e possíveis soluções pra a crise econômica global.

Nesse sentido, os participantes enfatizaram que as políticas "neocolonialistas” implementadas aumentam as migrações, os deslocamentos forçados e as desigualdades e põe como exemplo as crises financeiras da Grécia, Chipre, Portugal, Itália, Irlanda e Espanha.

A reunião no FSM, o principal encontro anual do movimento anticapitalista, denunciaram no aspecto político a intensificação da repressão, homicídios de líderes de movimentos sociais e a criminalização das lutas e propostas. Na declaração, se uniram vozes "por uma integração a partir do povo e para os povos, baseada na solidariedade”.

Em referência ao aquecimento global concluíram que é o resultado do sistema capitalista de produção, distribuição e consumo. Portanto, rejeitou "as falsas soluções para a crise climática”.

Assim mesmo, condenaram a violência contra as mulheres, cometida geralmente nos territórios sob ocupação militar e defenderam o direito dos povos à autodeterminação como nos casos da Palestina e Sahara Ocidental, entre outros.

O FSM foi realizada em Túnis, de 26 de março até ontem. Um dos momentos especiais deste ano foi a homenagem prestada ao líderda Revolução Bolivariana, Hugo Chávez,por seu legado na solidariedade entreos povos do mundo.

A notícia é de TeleSUR.

 

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De acordo com a conclusão, os povos do mundo padecem dos efeitos do agravamento de uma profunda crise do capitalismo, em que os bancos, transnacionais, conglomerados midiáticos e governos buscam benefícios à custa de uma política intervencionista.

O evento se desenvolveu como uma iniciativa para o tratamento de temas como os direitos das mulheres, a juventude, cultura, mudanças climáticas, economia, política, primaveras árabes e possíveis soluções pra a crise econômica global.

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O FSM foi realizada em Túnis, de 26 de março até ontem. Um dos momentos especiais deste ano foi a homenagem prestada ao líderda Revolução Bolivariana, Hugo Chávez,por seu legado na solidariedade entreos povos do mundo.

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