Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Conselho Indigenista Missionário (CIMI) mobiliza Semana dos Povos Indígenas

  • 19 de abril de 2022

“Educação é um direito, mas tem que ser do nosso jeito”, este é o lema escolhido para a Semana dos Povos Indígenas em 2022, ano em que o CIMI, membro da Rede Jubileu Sul Brasil, comemora 50 anos de existência.

Detalhe do cartaz de mobilização da Semana dos Povos Indígenas promovida pelo CIMI

Redação | CIMI

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) completa 50 anos de existência neste mês de abril de 2022. Durante toda sua história, o Cimi tem atuado no apoio à luta dos povos indígenas no Brasil, e na divulgação da causa indígena para a sociedade – um dos seus princípios e missão.

Em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Semana dos Povos Indígenas, desenvolvida pelo Cimi desde a década de 1980, orienta-nos a lembrar que, como povo brasileiro, temos uma origem, cultura e história muito importantes para o nosso convívio no dia a dia, e alimento para nossa estima.

Neste ano, o tema da Campanha da Fraternidade é “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor”, indo ao encontro da dinâmica de vida dos povos indígenas na sua integralidade, principalmente no aspecto da Educação. Por isso, a Semana dos Povos Indígenas 2022 terá como tema: “Povos Indígenas e Educação” e como lema: “Educação é um direito, mas tem que ser do nosso jeito”.

Um jeito diferente, reconhecido pela Constituição Federal; jeito esse já praticado milenarmente pelos povos indígenas, valorizando os seres humanos, as suas histórias, tradições, culturas, línguas, bem como a natureza e os territórios.

BAIXE O FOLDER EM PDF

O lema da Semana dos Povos Indígenas deste ano resgata a memória dos movimentos de professores indígenas que, desde a década de 1970, lutam para garantir políticas públicas de Educação que respeitem a sabedoria, as crenças e as formas de organização próprias de cada povo. Em encontros de professores indígenas, realizados em diferentes estados brasileiros, ressoava, e ainda ressoa, essa afirmação, nas vozes daqueles que buscam conduzir, no cotidiano de suas comunidades, processos educativos escolares diferenciados, condizentes com seus jeitos singulares de ser, pensar e viver.

Portanto, conclui-se que, Educação, para os povos indígenas, refere-se a todo seu sistema de vida, de ambiente e de luta, ao seu modo de ver e de se relacionar com o mundo, sempre engajado e vivenciado com o todo, em respeito amoroso à nossa Casa-Comum.

No cartaz: Luiz Gustavo Kovi Paté, criança do povo Xokleng, durante marcha contra o marco temporal, em setembro de 2021, em Brasília. Foto: Cícero Bezerra

Últimas notícias

Encontro "Na corda bamba" debate economia para além do capital e alternativas ao neoliberalismo

A Rede Jubileu Sul Brasil realiza entre os dias 3 e 5 de novembro de 2026, na cidade de São Paulo, o encontro "Na corda…
Ler mais...

A vida acima do capital! Frente às eleições, reafirmamos: soberania, direitos e mobilização popular

A Rede Jubileu Sul  é  parte da construção e expressão histórica da organização popular e da luta por vida digna, direitos, democracia e soberania. Há…
Ler mais...

Carta de compromisso das eleições 2026: pelo fim da violência no campo

À sociedade brasileira, às candidatas e aos candidatos às Eleições de 2026. A Campanha Contra a Violência no Campo: em defesa dos povos do campo,…
Ler mais...

Conselho Indigenista Missionário (CIMI) mobiliza Semana dos Povos Indígenas

  • 19 de abril de 2022

“Educação é um direito, mas tem que ser do nosso jeito”, este é o lema escolhido para a Semana dos Povos Indígenas em 2022, ano em que o CIMI, membro da Rede Jubileu Sul Brasil, comemora 50 anos de existência.

Detalhe do cartaz de mobilização da Semana dos Povos Indígenas promovida pelo CIMI

Redação | CIMI

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) completa 50 anos de existência neste mês de abril de 2022. Durante toda sua história, o Cimi tem atuado no apoio à luta dos povos indígenas no Brasil, e na divulgação da causa indígena para a sociedade – um dos seus princípios e missão.

Em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Semana dos Povos Indígenas, desenvolvida pelo Cimi desde a década de 1980, orienta-nos a lembrar que, como povo brasileiro, temos uma origem, cultura e história muito importantes para o nosso convívio no dia a dia, e alimento para nossa estima.

Neste ano, o tema da Campanha da Fraternidade é “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor”, indo ao encontro da dinâmica de vida dos povos indígenas na sua integralidade, principalmente no aspecto da Educação. Por isso, a Semana dos Povos Indígenas 2022 terá como tema: “Povos Indígenas e Educação” e como lema: “Educação é um direito, mas tem que ser do nosso jeito”.

Um jeito diferente, reconhecido pela Constituição Federal; jeito esse já praticado milenarmente pelos povos indígenas, valorizando os seres humanos, as suas histórias, tradições, culturas, línguas, bem como a natureza e os territórios.

BAIXE O FOLDER EM PDF

O lema da Semana dos Povos Indígenas deste ano resgata a memória dos movimentos de professores indígenas que, desde a década de 1970, lutam para garantir políticas públicas de Educação que respeitem a sabedoria, as crenças e as formas de organização próprias de cada povo. Em encontros de professores indígenas, realizados em diferentes estados brasileiros, ressoava, e ainda ressoa, essa afirmação, nas vozes daqueles que buscam conduzir, no cotidiano de suas comunidades, processos educativos escolares diferenciados, condizentes com seus jeitos singulares de ser, pensar e viver.

Portanto, conclui-se que, Educação, para os povos indígenas, refere-se a todo seu sistema de vida, de ambiente e de luta, ao seu modo de ver e de se relacionar com o mundo, sempre engajado e vivenciado com o todo, em respeito amoroso à nossa Casa-Comum.

No cartaz: Luiz Gustavo Kovi Paté, criança do povo Xokleng, durante marcha contra o marco temporal, em setembro de 2021, em Brasília. Foto: Cícero Bezerra

Últimas notícias

Encontro "Na corda bamba" debate economia para além do capital e alternativas ao neoliberalismo

A Rede Jubileu Sul Brasil realiza entre os dias 3 e 5 de novembro de 2026, na cidade de São Paulo, o encontro "Na corda…
Ler mais...

A vida acima do capital! Frente às eleições, reafirmamos: soberania, direitos e mobilização popular

A Rede Jubileu Sul  é  parte da construção e expressão histórica da organização popular e da luta por vida digna, direitos, democracia e soberania. Há…
Ler mais...

Carta de compromisso das eleições 2026: pelo fim da violência no campo

À sociedade brasileira, às candidatas e aos candidatos às Eleições de 2026. A Campanha Contra a Violência no Campo: em defesa dos povos do campo,…
Ler mais...