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Campanha reage contra aprovação de milho e eucalipto transgênicos pela CTNBio

  • 3 de março de 2015

No próximo dia 5 de março, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) vai votar sobre a liberação de mais duas plantas transgênicas em território brasileiro: o milho resistente ao haloxifope e 2,4-D, substância altamente tóxica (encontrada, por exemplo, no Agente Laranja) e o eucalipto. Com a grande possibilidade de terem liberação aprovada, a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida lança campanha pedindo o fim dos transgênicos no Brasil, mobilizando a população para o grande risco à saúde e à soberania alimentar que isto representa.

A Campanha consiste em enviar uma foto ou mensagem com cartazes para os e-mails: ctnbio@mcti.gov.br ou secretariactnbio@mcti.gov.br e postar com a hastag #‎NaoQueremosMaisTransgenicos‬‬. A iniciativa vem ganhando adesões em vários Estados, somando organizações e movimentos sociais para pressionar pela não aprovação do milho e do eucalipto transgênico.

transgêniconão500

As frases sugeridas para os cartazes são: Milho transgênico 2,4-2 Não! Não libere a CTNBio; Eucalipto Transgênico NÃO! Não libere a CTNBio; Basta de transgênico! Não libera a CTNBio; Em defesa da nossa saúde! Não libere a CTNBio.

cintia300

O que significa a liberação

De acordo com a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, o uso de agrotóxicos e a presença de sementes transgênicas em solo brasileiro afetam diretamente a vida das pessoas, interferindo na saúde, não dando escolha sobre como se alimentar, compromete a produção agrícola daqueles que optam por não utilizar venenos em suas plantações e fere seguramente a soberania alimentar do país, além de repercussões ambientais sérias.

No caso do eucalipto por exemplo, a variedade transgênica vai exigir mais água do que normalmente a planta já consome que é em torno de 30 litros de água por dia. Como a espécie transgênica vai crescer mais rápido consumirá muito mais água agravando o problema de seca nas regiões onde já é bastante cultivado como em parte do Espírito Santo e sul da Bahia.

Já o milho, para ser resistente outros venenos terá que receber aplicação de venenos ainda mais fortes, interferindo na saúde de quem consome o alimento, além de provocar contaminação de outros cultivos.
O mercado multinacional da transgenia é dominado majoritariamente por seis empresas: Monsanto, Syngenta, Bayer, Dow, Basf e Dupont.

Para saber mais: http://www.contraosagrotoxicos.org

Por Rogéria Araújo, Rede Jubileu Sul Brasil  - Com informações da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida

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A Campanha consiste em enviar uma foto ou mensagem com cartazes para os e-mails: ctnbio@mcti.gov.br ou secretariactnbio@mcti.gov.br e postar com a hastag #‎NaoQueremosMaisTransgenicos‬‬. A iniciativa vem ganhando adesões em vários Estados, somando organizações e movimentos sociais para pressionar pela não aprovação do milho e do eucalipto transgênico.

transgêniconão500

As frases sugeridas para os cartazes são: Milho transgênico 2,4-2 Não! Não libere a CTNBio; Eucalipto Transgênico NÃO! Não libere a CTNBio; Basta de transgênico! Não libera a CTNBio; Em defesa da nossa saúde! Não libere a CTNBio.

cintia300

O que significa a liberação

De acordo com a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, o uso de agrotóxicos e a presença de sementes transgênicas em solo brasileiro afetam diretamente a vida das pessoas, interferindo na saúde, não dando escolha sobre como se alimentar, compromete a produção agrícola daqueles que optam por não utilizar venenos em suas plantações e fere seguramente a soberania alimentar do país, além de repercussões ambientais sérias.

No caso do eucalipto por exemplo, a variedade transgênica vai exigir mais água do que normalmente a planta já consome que é em torno de 30 litros de água por dia. Como a espécie transgênica vai crescer mais rápido consumirá muito mais água agravando o problema de seca nas regiões onde já é bastante cultivado como em parte do Espírito Santo e sul da Bahia.

Já o milho, para ser resistente outros venenos terá que receber aplicação de venenos ainda mais fortes, interferindo na saúde de quem consome o alimento, além de provocar contaminação de outros cultivos.
O mercado multinacional da transgenia é dominado majoritariamente por seis empresas: Monsanto, Syngenta, Bayer, Dow, Basf e Dupont.

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