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Ação de solidariedade vende gás a preço justo para moradores de ocupações do Rio

  • 3 de maio de 2021

Iniciativa organizada pela Federação Única dos Petroleiros e Central de Movimentos Populares também distribuiu alimentos.

Com a redução do auxílio emergencial, ficou ainda mais difícil para as famílias pobres comprarem o gás de cozinha e se alimentarem. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato
Com a redução do auxílio emergencial, ficou ainda mais difícil para as famílias pobres comprarem o gás de cozinha e se alimentarem. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato

Moradoras de ocupações localizadas na Zona Portuária, região central do Rio de Janeiro puderam comprar botijões de gás de cozinha a preço justo, em torno de R$ 40. A ação aconteceu na quinta-feira (29) e beneficiou 200 famílias. Também foram distribuídas cestas de alimentos, máscaras de proteção e kits de higiene.

A ação foi organizada pela Central de Movimentos Populares (CMP) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP). Também pelo coletivo carioca de luta por moradia Quilombo da Gamboa e o Galpão Gamboa.

Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19 no dia a dia das famílias, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras, fortalecer a luta por vacina já para toda a população, pela volta do auxílio emergencial no valor de R$ 600 e pelo “fora Bolsonaro”.

Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato
Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato

“São mais de 22 ocupações espontâneas só na Zona Portuária do Rio, todas em situação de vulnerabilidade. O gás está custando quase R$ 100, é impossível comprar nesse preço. O alimento também está caríssimo”, aponta Roberto Gomes da coordenação da CMP e do coletivo Quilombo da Gamboa.

Com a redução do auxílio emergencial, para um valor que vai de R$ 150 a R$ 375, a alta do preço dos alimentos, a política da Petrobras de acompanhar o preço de importação do petróleo, que provoca constantes aumentos de preços dos combustíveis, ficou ainda mais difícil para as famílias pobres comprarem o gás de cozinha e se alimentarem.  

 “Em meio a pandemia da Covid-19, gestos como este são de extrema necessidade para amenizar um pouco o problema da fome que atinge milhares de brasileiros. Essas ações de luta e defesa da soberania alimentar e da dignidade do nosso povo fortalecem o elo entre o movimento sindical e os movimentos populares, visando a retomada da democracia no país”, complementa Deayvid Bacelar, coordenador geral da FUP.

Além do Rio, a ação aconteceu também em bairros periféricos de 11 cidades do Brasil. Elas integram uma campanha da FUP e dos sindicatos dos petroleiros de todo o país que tem o objetivo de facilitar o acesso das famílias mais pobres ao gás de cozinha, vendendo botijões a preço bem abaixo do valor que vem sendo comercializado no mercado.

Com informações da redação Brasil de Fato

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Com a redução do auxílio emergencial, ficou ainda mais difícil para as famílias pobres comprarem o gás de cozinha e se alimentarem. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato

Moradoras de ocupações localizadas na Zona Portuária, região central do Rio de Janeiro puderam comprar botijões de gás de cozinha a preço justo, em torno de R$ 40. A ação aconteceu na quinta-feira (29) e beneficiou 200 famílias. Também foram distribuídas cestas de alimentos, máscaras de proteção e kits de higiene.

A ação foi organizada pela Central de Movimentos Populares (CMP) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP). Também pelo coletivo carioca de luta por moradia Quilombo da Gamboa e o Galpão Gamboa.

Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19 no dia a dia das famílias, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras, fortalecer a luta por vacina já para toda a população, pela volta do auxílio emergencial no valor de R$ 600 e pelo “fora Bolsonaro”.

Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato
Além de amenizar os impactos do desemprego e da pandemia de covid-19, a iniciativa tem também o objetivo de denunciar a privatização da Petrobras. Foto: Pablo Vergara | Brasil de Fato

“São mais de 22 ocupações espontâneas só na Zona Portuária do Rio, todas em situação de vulnerabilidade. O gás está custando quase R$ 100, é impossível comprar nesse preço. O alimento também está caríssimo”, aponta Roberto Gomes da coordenação da CMP e do coletivo Quilombo da Gamboa.

Com a redução do auxílio emergencial, para um valor que vai de R$ 150 a R$ 375, a alta do preço dos alimentos, a política da Petrobras de acompanhar o preço de importação do petróleo, que provoca constantes aumentos de preços dos combustíveis, ficou ainda mais difícil para as famílias pobres comprarem o gás de cozinha e se alimentarem.  

 “Em meio a pandemia da Covid-19, gestos como este são de extrema necessidade para amenizar um pouco o problema da fome que atinge milhares de brasileiros. Essas ações de luta e defesa da soberania alimentar e da dignidade do nosso povo fortalecem o elo entre o movimento sindical e os movimentos populares, visando a retomada da democracia no país”, complementa Deayvid Bacelar, coordenador geral da FUP.

Além do Rio, a ação aconteceu também em bairros periféricos de 11 cidades do Brasil. Elas integram uma campanha da FUP e dos sindicatos dos petroleiros de todo o país que tem o objetivo de facilitar o acesso das famílias mais pobres ao gás de cozinha, vendendo botijões a preço bem abaixo do valor que vem sendo comercializado no mercado.

Com informações da redação Brasil de Fato

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