O Movimento dos Conselhos Populares (MCP), a Rede Jubileu Sul Brasil e a Habitat para a Humanidade Brasil lançam a segunda edição revisada da cartilha “Sisteminha: uma experiência comunitária”. A publicação gratuita, que chega em 2026 com novo projeto gráfico e conteúdo ampliado, tem como objetivo fortalecer iniciativas coletivas de produção de alimentos saudáveis em pequenos espaços urbanos e rurais.
Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha explica o que é o Sisteminha - um sistema modular integrado que combina horta, galinheiro e tanque de peixes, adaptável a terrenos a partir de 100 m². A metodologia, originalmente desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e inspirada em experiências realizadas em países africanos como Angola, Uganda e Etiópia, é apresentada como uma ferramenta de luta contra a fome e a insegurança alimentar, especialmente em comunidades vulneráveis.
A cartilha se estrutura em quatro pilares: o feminismo como projeto de empoderamento e libertação das mulheres; a agroecologia como forma de defesa da vida nos territórios; a economia solidária baseada na cooperação, na coletividade e na justiça social; e a comunicação como elo que une, ponte que aproxima e meio que conduz ao conhecimento.
Entre os temas abordados na nova edição estão a divisão justa do trabalho doméstico, o compromisso da comunidade com o direito ao território, a crítica aos alimentos ultraprocessados e aos agrotóxicos, além de orientações práticas para implantação, manejo e manutenção coletiva do Sisteminha.

“Queremos ver as mulheres e suas famílias felizes e realizadas com as atividades desenvolvidas. Queremos vê-las seguras de que é possível mudar, fazer diferente, do jeito delas, o que parece ser impossível: grupos mais organizados e unidos na defesa de políticas públicas solidárias em torno de um objetivo comum”, pontua a publicação.
Atualmente, o MCP mantém dois Sisteminhas em funcionamento em Fortaleza (CE) – nas comunidades Raízes da Praia e Conjunto Palmeiras – e três outros em processo de implantação. A cartilha serve como guia para que outros grupos possam replicar a experiência em seus territórios, seja em quintais, espaços comunitários, escolas ou igrejas.
Com esta iniciativa, MCP e Jubileu Sul Brasil reafirmam o compromisso com a soberania alimentar, a organização popular e a construção de alternativas concretas ao modelo industrial capitalista que adoece as pessoas e o planeta.
A cartilha está disponível para baixar gratuitamente clicando abaixo:
Sisteminha - cartilha digital reeditada 2026
Por Comunicação - Jubileu Sul Brasil
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O Movimento dos Conselhos Populares (MCP), a Rede Jubileu Sul Brasil e a Habitat para a Humanidade Brasil lançam a segunda edição revisada da cartilha “Sisteminha: uma experiência comunitária”. A publicação gratuita, que chega em 2026 com novo projeto gráfico e conteúdo ampliado, tem como objetivo fortalecer iniciativas coletivas de produção de alimentos saudáveis em pequenos espaços urbanos e rurais.
Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha explica o que é o Sisteminha - um sistema modular integrado que combina horta, galinheiro e tanque de peixes, adaptável a terrenos a partir de 100 m². A metodologia, originalmente desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e inspirada em experiências realizadas em países africanos como Angola, Uganda e Etiópia, é apresentada como uma ferramenta de luta contra a fome e a insegurança alimentar, especialmente em comunidades vulneráveis.
A cartilha se estrutura em quatro pilares: o feminismo como projeto de empoderamento e libertação das mulheres; a agroecologia como forma de defesa da vida nos territórios; a economia solidária baseada na cooperação, na coletividade e na justiça social; e a comunicação como elo que une, ponte que aproxima e meio que conduz ao conhecimento.
Entre os temas abordados na nova edição estão a divisão justa do trabalho doméstico, o compromisso da comunidade com o direito ao território, a crítica aos alimentos ultraprocessados e aos agrotóxicos, além de orientações práticas para implantação, manejo e manutenção coletiva do Sisteminha.

“Queremos ver as mulheres e suas famílias felizes e realizadas com as atividades desenvolvidas. Queremos vê-las seguras de que é possível mudar, fazer diferente, do jeito delas, o que parece ser impossível: grupos mais organizados e unidos na defesa de políticas públicas solidárias em torno de um objetivo comum”, pontua a publicação.
Atualmente, o MCP mantém dois Sisteminhas em funcionamento em Fortaleza (CE) – nas comunidades Raízes da Praia e Conjunto Palmeiras – e três outros em processo de implantação. A cartilha serve como guia para que outros grupos possam replicar a experiência em seus territórios, seja em quintais, espaços comunitários, escolas ou igrejas.
Com esta iniciativa, MCP e Jubileu Sul Brasil reafirmam o compromisso com a soberania alimentar, a organização popular e a construção de alternativas concretas ao modelo industrial capitalista que adoece as pessoas e o planeta.
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