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Esplar celebra 50 anos em defesa da agricultura familiar no semiárido do Ceará

  • 13 de junho de 2024

Centro de Pesquisa e Assessoria recebe homenagem na Assembleia Legislativa do CE, em reconhecimento à atuação pela agroecologia, igualdade de gênero e fortalecimento da autonomia

O Esplar - Centro de Pesquisa e Assessoria, completa neste mês de junho cinco décadas em defesa da agricultura familiar, da agroecologia e do direito das mulheres no semiárido do Ceará. Entidade membro da Rede Jubileu Sul Brasil (JSB), o Esplar é organização sem fins lucrativos com foco na agricultura familiar, na perspectiva da agroecologia, na igualdade de gênero, no fortalecimento da autonomia dos movimentos sociais, na soberania e segurança alimentar e nutricional e contra a discriminação de raça, etnia e geração.

Foi fundado em 15 de junho de 1974 pelo agrônomo Pedro Jorge, em parceria com Maria Luísa e João Alfredo, com o nome de “Escritório de Pesquisa, Planejamento e Assessoria em Desenvolvimento Rural”, que deu origem à sigla utilizada até hoje pela organização.

Marcando as celebrações dos 50 anos, o Esplar recebe homenagem em sessão solene neste 14 de junho, às 9h, na Assembleia Legislativa do Ceará. Representando o JSB, participam a secretária executiva Rosilene Wansetto e o articulador nacional Francisco Vladimir.

Também foi lançado um selo comemorativo, com "as palavras Agricultura Familiar, Agroecologia e Direito das mulheres gravadas juntamente com o capulho do algodão e um símbolo que reflete a perspectiva feminista de nossas ações ao longo desse tempo", destaca a organização no site.

Entre outras parcerias, em 2021, com apoio do Jubileu Sul Brasil, o Esplar produziu o livro e documentário “Quanto Vale Uma Vida?: povos indígenas e rurais exigem reparação das dívidas ecológicas e sociais”, resultado de um projeto que acompanhou os Tapeba na luta contra a perda de seu território, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, e as famílias agricultoras de Riacho do Meio, em Choró, no Sertão Central, que enfrentam o avanço de agrotóxicos e transgênicos em suas áreas produtivas. 

As obras também ressaltam práticas de coletividade, economia solidária, formas de troca e compartilhamento nessas comunidades agroecológicas do Ceará. O média metragem foi exebido em 2022 na conferência internacional “Ways of Caring I Practicing solidarity”, parte do evento State of Fashion, promovido pela ArteZ University, academia de arte da Holanda, em parceria com o Fashion Revolution, movimento global que visa conscientizar sobre os impactos socioambientais do setor da moda e fomentar sustentabilidade. 

Assista ao documentário "Quanto vale uma vida?"

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Foi fundado em 15 de junho de 1974 pelo agrônomo Pedro Jorge, em parceria com Maria Luísa e João Alfredo, com o nome de “Escritório de Pesquisa, Planejamento e Assessoria em Desenvolvimento Rural”, que deu origem à sigla utilizada até hoje pela organização.

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Também foi lançado um selo comemorativo, com "as palavras Agricultura Familiar, Agroecologia e Direito das mulheres gravadas juntamente com o capulho do algodão e um símbolo que reflete a perspectiva feminista de nossas ações ao longo desse tempo", destaca a organização no site.

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