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Tribunal dos Povos e da Natureza convoca audiência virtual para julgar FMI e Banco Mundial por impactos na água, no clima e na energia

  • 7 de outubro de 2025

Na próxima segunda-feira, 13 de outubro, ocorre a audiência sobre água, clima e energia do Tribunal dos Povos e da Natureza contra o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM), realizada virtualmente. A audiência coincide com o início da Semana Global de Ação contra o FMI e o BM, paralelamente às reuniões anuais das instituições financeiras internacionais em Washington.

O encontro reunirá comunidades, movimentos sociais, organizações e especialistas de diversos países para denunciar os impactos das políticas impostas por esses organismos financeiros internacionais sobre os povos e territórios do Sul Global, além de apresentar suas reivindicações por justiça e reparação. A audiência será realizada via Zoom, com tradução simultânea, e transmitida ao vivo pelo Facebook e YouTube. Inscreva-se para participar clicando aqui.

Acesse a convocatória, disponível em diferentes idiomas: https://bit.ly/AudienciaTribunal2025 

Durante a sessão, serão apresentados testemunhos e casos concretos que evidenciam como empréstimos, condicionantes e programas de ajuste estrutural promovidos pelo FMI, BM e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) têm causado violações de direitos humanos, degradação ambiental e aprofundamento das desigualdades sociais.

Os depoimentos virão de Haiti, Colômbia, Equador, Peru, Brasil e Argentina, abordando temas como privatização da água, transição energética, extrativismo e falsas soluções climáticas, além dos efeitos dessas políticas na vida cotidiana das comunidades e na continuidade de relações históricas de dominação e saque colonialista, racista e patriarcal.

As conclusões da audiência serão incorporadas ao processo global do Tribunal Internacional dos Povos e da Natureza, que reunirá as contribuições de todas as audiências regionais para emitir um veredito final. O resultado também será apresentado na Cúpula dos Povos rumo à COP30 e em outras atividades em Belém do Pará, em novembro, fortalecendo a luta pela justiça socioecológica e climática, pela anulação das dívidas ilegítimas e pelo fim das políticas impostas pelas instituições financeiras internacionais.

Sobre o Tribunal Internacional

O Tribunal dos Povos e da Natureza contra o FMI e o Banco Mundial foi lançado em 15 de outubro de 2024 e integra a campanha “Fora o FMI e o Banco Mundial: 80 anos de miséria, devastação e dívida! Reparações já!”. Nesta nova audiência, serão apresentados resumos das sessões anteriores.

A iniciativa busca criar espaços de visibilidade e escuta das vozes de resistência, reunindo organizações populares, movimentos territoriais e acadêmicos comprometidos com alternativas ao modelo econômico dominante. O processo é participativo e coletivo, respeitando as particularidades de cada povo e território.

As audiências descentralizadas realizadas em diversos países têm o objetivo de julgar o FMI e o Banco Mundial por sua responsabilidade e cumplicidade em políticas que geraram graves danos sociais, ambientais e econômicos, violando os direitos dos povos e da natureza. Cada sessão apresenta denúncias, identifica responsáveis e propõe medidas de sanção e reparação. O Júri Popular, composto por pessoas de reconhecida trajetória e compromisso com a justiça social, elabora a decisão final com base nas denúncias e provas apresentadas.

Como ocorre o Tribunal dos Povos e da Natureza contra o FMI e o BM?

O Tribunal é uma iniciativa para promover espaços e tornar visíveis as vozes e experiências de luta e resistência de diferentes atores sociais e políticos; de organizações populares ou movimentos territoriais; do mundo acadêmico. Propõe uma construção participativa e coletiva, tendo em conta as particularidades dos povos e territórios.

As audiências ou sessões do Tribunal Popular são realizadas por iniciativas descentralizadas. As denúncias devem ser registradas e os responsáveis ​​específicos pelas políticas devem ser identificados, as ações e dívidas do FMI e do BM nos casos das denúncias apresentadas. O Júri Popular, formado por pessoas de diversas trajetórias e origens, de relevância reconhecida e de organizações que lutam contra os impactos dessas instituições, vai elaborar a decisão final com base nas denúncias e provas recebidas, e nas diferentes sentenças ou conclusões parciais geradas em cada audiência.

Organizações interessadas em participar de uma segunda audiência sobre água, clima e energia podem entrar em contato com a secretaria do Tribunal pelos e-mails altoalfmiybm@gmail.com ou stopimfwb@gmail.com

Por Comunicação - Jubileu Sul Brasil e Jubileu Sul Américas

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O encontro reunirá comunidades, movimentos sociais, organizações e especialistas de diversos países para denunciar os impactos das políticas impostas por esses organismos financeiros internacionais sobre os povos e territórios do Sul Global, além de apresentar suas reivindicações por justiça e reparação. A audiência será realizada via Zoom, com tradução simultânea, e transmitida ao vivo pelo Facebook e YouTube. Inscreva-se para participar clicando aqui.

Acesse a convocatória, disponível em diferentes idiomas: https://bit.ly/AudienciaTribunal2025 

Durante a sessão, serão apresentados testemunhos e casos concretos que evidenciam como empréstimos, condicionantes e programas de ajuste estrutural promovidos pelo FMI, BM e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) têm causado violações de direitos humanos, degradação ambiental e aprofundamento das desigualdades sociais.

Os depoimentos virão de Haiti, Colômbia, Equador, Peru, Brasil e Argentina, abordando temas como privatização da água, transição energética, extrativismo e falsas soluções climáticas, além dos efeitos dessas políticas na vida cotidiana das comunidades e na continuidade de relações históricas de dominação e saque colonialista, racista e patriarcal.

As conclusões da audiência serão incorporadas ao processo global do Tribunal Internacional dos Povos e da Natureza, que reunirá as contribuições de todas as audiências regionais para emitir um veredito final. O resultado também será apresentado na Cúpula dos Povos rumo à COP30 e em outras atividades em Belém do Pará, em novembro, fortalecendo a luta pela justiça socioecológica e climática, pela anulação das dívidas ilegítimas e pelo fim das políticas impostas pelas instituições financeiras internacionais.

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O Tribunal dos Povos e da Natureza contra o FMI e o Banco Mundial foi lançado em 15 de outubro de 2024 e integra a campanha “Fora o FMI e o Banco Mundial: 80 anos de miséria, devastação e dívida! Reparações já!”. Nesta nova audiência, serão apresentados resumos das sessões anteriores.

A iniciativa busca criar espaços de visibilidade e escuta das vozes de resistência, reunindo organizações populares, movimentos territoriais e acadêmicos comprometidos com alternativas ao modelo econômico dominante. O processo é participativo e coletivo, respeitando as particularidades de cada povo e território.

As audiências descentralizadas realizadas em diversos países têm o objetivo de julgar o FMI e o Banco Mundial por sua responsabilidade e cumplicidade em políticas que geraram graves danos sociais, ambientais e econômicos, violando os direitos dos povos e da natureza. Cada sessão apresenta denúncias, identifica responsáveis e propõe medidas de sanção e reparação. O Júri Popular, composto por pessoas de reconhecida trajetória e compromisso com a justiça social, elabora a decisão final com base nas denúncias e provas apresentadas.

Como ocorre o Tribunal dos Povos e da Natureza contra o FMI e o BM?

O Tribunal é uma iniciativa para promover espaços e tornar visíveis as vozes e experiências de luta e resistência de diferentes atores sociais e políticos; de organizações populares ou movimentos territoriais; do mundo acadêmico. Propõe uma construção participativa e coletiva, tendo em conta as particularidades dos povos e territórios.

As audiências ou sessões do Tribunal Popular são realizadas por iniciativas descentralizadas. As denúncias devem ser registradas e os responsáveis ​​específicos pelas políticas devem ser identificados, as ações e dívidas do FMI e do BM nos casos das denúncias apresentadas. O Júri Popular, formado por pessoas de diversas trajetórias e origens, de relevância reconhecida e de organizações que lutam contra os impactos dessas instituições, vai elaborar a decisão final com base nas denúncias e provas recebidas, e nas diferentes sentenças ou conclusões parciais geradas em cada audiência.

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