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Roda de conversa marca retomada de atividades com grupo geracional em São Paulo

  • 24 de julho de 2024

Empreendedorismo social na perspectiva da economia solidária de Francisco e Clara foi tema do primeiro encontro com o grupo de mulheres idosas, realizado numa parceria entre o Jubileu Sul Brasil e a Ação Social Franciscana - Sefras

Roda de conversa com mulheres idosas na Casa Clara, do Sefras

Por Flaviana Serafim - Jubileu Sul Brasil

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) e a Ação Social Franciscana (Sefras) retomaram as atividades territoriais na cidade de São Paulo, com a roda de conversa Renda, dinheiro público e o impacto na vida das Mulheres, que abordou o empreendedorismo social na perspectiva da economia solidária de Francisco e Clara.  A atividade foi realizada em 18 de julho, no Centro de Convivência e Apoio à Pessoa Idosa, mais conhecido como  Casa de Clara, no Belenzinho, zona leste da capital paulista. 

A economista Talita Guimarães, assessora do Sefras e membro da coordenação da Rede JSB, explica que a proposta é aprofundar o que foi iniciado no ano passado, por meio da Ação “Mulheres por reparação das dívidas sociais”.

“Em 2023, fizemos uma cartografia social no qual levantamos elementos para se disputar e  propor políticas públicas para as mulheres imigrantes. Neste ano estamos trabalhando como disputar o orçamento público municipal, estadual e da União a partir dos conceitos da economia solidária e do empreendedorismo social, no guarda-chuva da economia de Francisco e Clara”, afirma. 

A economista Talita Guimarães (de pé, ao microfone) na 1ª da série de rodas de conversa

Nesse sentido, a oficina abordou não só os conceitos de empreendedorismo social e economia solidária, mas promoveu também uma reflexão sobre o que há em disputa entre o orçamento público, dívida pública, dívidas sociais e o impacto na vida das mulheres.

A atividade foi voltada às mulheres idosas do grupo geracional, mas segundo Talita a proposta é que esse trabalho seja estendido a outros territórios. A próxima roda de conversa é no dia 12 de agosto, com o tema “Orçamento público e políticas públicas para as mulheres”. Além desta, estão programadas outras duas rodas de conversa, respectivamente com os temas: Orçamento público e economia solidária: o que está em jogo na decisão para o Bem Viver; Dívidas sociais, dívidas financeiras e o impacto na vida das mulheres.

“Re-almar” a economia

A economia de Francisco e Clara propõe um novo paradigma para “re-almar” a economia - uma economia diferente, que faça “viver e não mata”, que seja inclusiva e garanta equidade social com respeito ambiental, como pontua o Papa Francisco. Ao divulgar a encíclica Laudato Si, que trata do “cuidado da casa comum”, em maio de 2015, o Papa chamou atenção ao propor uma “ecologia integral” que contemple as dimensões humanas e sociais.

De acordo com a Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara (ABEFC), entre os 10 Princípios  para se viver a Economia de Francisco e Clara estão ecologia integral, desenvolvimento integral, alternativas anticapitalistas, bens comuns, economia a serviço da vida, solidariedade e clamor dos povos. 

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Por Flaviana Serafim - Jubileu Sul Brasil

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) e a Ação Social Franciscana (Sefras) retomaram as atividades territoriais na cidade de São Paulo, com a roda de conversa Renda, dinheiro público e o impacto na vida das Mulheres, que abordou o empreendedorismo social na perspectiva da economia solidária de Francisco e Clara.  A atividade foi realizada em 18 de julho, no Centro de Convivência e Apoio à Pessoa Idosa, mais conhecido como  Casa de Clara, no Belenzinho, zona leste da capital paulista. 

A economista Talita Guimarães, assessora do Sefras e membro da coordenação da Rede JSB, explica que a proposta é aprofundar o que foi iniciado no ano passado, por meio da Ação “Mulheres por reparação das dívidas sociais”.

“Em 2023, fizemos uma cartografia social no qual levantamos elementos para se disputar e  propor políticas públicas para as mulheres imigrantes. Neste ano estamos trabalhando como disputar o orçamento público municipal, estadual e da União a partir dos conceitos da economia solidária e do empreendedorismo social, no guarda-chuva da economia de Francisco e Clara”, afirma. 

A economista Talita Guimarães (de pé, ao microfone) na 1ª da série de rodas de conversa

Nesse sentido, a oficina abordou não só os conceitos de empreendedorismo social e economia solidária, mas promoveu também uma reflexão sobre o que há em disputa entre o orçamento público, dívida pública, dívidas sociais e o impacto na vida das mulheres.

A atividade foi voltada às mulheres idosas do grupo geracional, mas segundo Talita a proposta é que esse trabalho seja estendido a outros territórios. A próxima roda de conversa é no dia 12 de agosto, com o tema “Orçamento público e políticas públicas para as mulheres”. Além desta, estão programadas outras duas rodas de conversa, respectivamente com os temas: Orçamento público e economia solidária: o que está em jogo na decisão para o Bem Viver; Dívidas sociais, dívidas financeiras e o impacto na vida das mulheres.

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De acordo com a Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara (ABEFC), entre os 10 Princípios  para se viver a Economia de Francisco e Clara estão ecologia integral, desenvolvimento integral, alternativas anticapitalistas, bens comuns, economia a serviço da vida, solidariedade e clamor dos povos. 

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