No "Café com escrevivências femininas", mulheres partilham experiências, histórias de luta e resistências no Alto das Antenas
Por Redação - Jubileu Sul Brasil
No dia 12 de junho de 2025, o Espaço da Horta do Alto das Antenas, em Belo Horizonte (MG), acolheu uma roda de conversa transformadora. Organizada pela articuladora local Maria Beatriz (Moradia e Cidadania e Jubileu Sul Brasil), a atividade reuniu mulheres de diferentes realidades para trocar experiências, histórias de vida e desafios enfrentados.
Com a "Caixa do Espelho", cada participante olhou para dentro de uma cai contendo um espelho e escolheu uma palavra que definisse sua essência: "Poeta", "Entrega", "Respirar", "Forte", "Delicada", "Importante", palavras que cada mulher trouxe para definir sua essência, olhando a “Caixa do Espelho” no início da roda.
As palavras abriram espaço para relatos profundos sobre relacionamentos abusivos, infâncias abandonadas e luta por moradia.
As discussões destacaram ainda o papel do machismo e do capitalismo na perpetuação da violência; a culpa internalizada, a importância do tempo próprio para "romper correntes". As participantes a importância do espaço para se expressarem e serem ouvidas.
O encontro contou com a participação de representantes da Rede Feminista de Saúde, JSB Providens, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Vila Cemig, Moradia e Cidadania, Horta Alto das Antenas.
A atividade foi promovida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizada pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.
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No "Café com escrevivências femininas", mulheres partilham experiências, histórias de luta e resistências no Alto das Antenas
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No dia 12 de junho de 2025, o Espaço da Horta do Alto das Antenas, em Belo Horizonte (MG), acolheu uma roda de conversa transformadora. Organizada pela articuladora local Maria Beatriz (Moradia e Cidadania e Jubileu Sul Brasil), a atividade reuniu mulheres de diferentes realidades para trocar experiências, histórias de vida e desafios enfrentados.
Com a "Caixa do Espelho", cada participante olhou para dentro de uma cai contendo um espelho e escolheu uma palavra que definisse sua essência: "Poeta", "Entrega", "Respirar", "Forte", "Delicada", "Importante", palavras que cada mulher trouxe para definir sua essência, olhando a “Caixa do Espelho” no início da roda.
As palavras abriram espaço para relatos profundos sobre relacionamentos abusivos, infâncias abandonadas e luta por moradia.
As discussões destacaram ainda o papel do machismo e do capitalismo na perpetuação da violência; a culpa internalizada, a importância do tempo próprio para "romper correntes". As participantes a importância do espaço para se expressarem e serem ouvidas.
O encontro contou com a participação de representantes da Rede Feminista de Saúde, JSB Providens, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Vila Cemig, Moradia e Cidadania, Horta Alto das Antenas.
A atividade foi promovida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizada pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.
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