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Dia Internacional Mulher Negra

  • 23 de julho de 2021

Roda de conversa celebra o Dia Internacional Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

A iniciativa acontece na próxima sexta-feira (23) e terá partilha de saberes, momento de mística a partir da cultura maya ancestral e intervenções artísticas.

Em referência ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana  e Caribenha, que será comemorado em 25 de julho, o Movimento Graal, a Rede Jubileu Sul Brasil e a Cáritas Brasileira promovem uma roda de conversa no dia 23 de julho, sexta-feira, às 19h30, horário de Brasília.

Será um momento para compartilhar experiências e saberes, revisitar as reflexões em curso sobre racismo e branquitude, celebrar a trajetória existencial e de resistência das mulheres negras na América Latina e Caribe. A iniciativa também vai contar com momentos de intervenções culturais e artísticas.

A roda

A programação conta com a participação de Margarita Valenzuela, guia espiritual maya (contadora del tiempo) e defensora dos direitos humanos. A guatemalteca vai conduzir a mística de abertura, na perspectiva da conexão ancestral das mulheres negras latino-americanas e caribenhas.

Entre as convidadas para compartilhar reflexões está a socióloga Maria Sueli Rodrigues de Sousa, que atua como professora da Universidade Federal do Piauí, no Núcleo de Pesquisa sobre Africanidades e Afrodescendência – IFARADÁ e no Grupo de Pesquisa Direitos humanos e Cidadania (DiHuCi).

Mary Guimarães, integrante do Movimento do Graal no Brasil, também estará nesta roda de mulheres levando intervenções musicais e contribuindo com as reflexões. Cantar faz parte do   modo dela de espantar a tristeza e expressar alegria.  MPB, samba, jazz e blues estão no seu repertório, como sabem as pessoas mais próximas, que volta e meia recebem um áudio com alguma cantoria da artista.

Essa roda terá ainda espaço para a poesia! Entre as mulheres convidadas para intervenções artísticas está a poetisa paulista e feminista Marli de Fátima Aguiar.  A partir do coletivo Carolinas e Firminas – Cada Dia Nasce Uma, Marli fomenta a escrita para mulheres negras e indígenas. Ela também é membro do Coletivo Flore de Baobá- Escritoras Negras e do Coletivo de Mulheres da Rede Jubileu Sul Brasil.

Clique aqui e aqui sua inscrição!

A data

O Dia da Mulher Negra, Latino-Americana  e Caribenha é celebrado em 25 de julho. A data é um símbolo de resistência das mulheres negras no continente e foi instituído em 1992 no 1º Encontro de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, que aconteceu na República Dominicana. O evento surgiu para dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo.

No Brasil, a data homenageia a líder quilombola Tereza de Benguela, símbolo de luta e resistência do povo negro.

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Será um momento para compartilhar experiências e saberes, revisitar as reflexões em curso sobre racismo e branquitude, celebrar a trajetória existencial e de resistência das mulheres negras na América Latina e Caribe. A iniciativa também vai contar com momentos de intervenções culturais e artísticas.

A roda

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Entre as convidadas para compartilhar reflexões está a socióloga Maria Sueli Rodrigues de Sousa, que atua como professora da Universidade Federal do Piauí, no Núcleo de Pesquisa sobre Africanidades e Afrodescendência – IFARADÁ e no Grupo de Pesquisa Direitos humanos e Cidadania (DiHuCi).

Mary Guimarães, integrante do Movimento do Graal no Brasil, também estará nesta roda de mulheres levando intervenções musicais e contribuindo com as reflexões. Cantar faz parte do   modo dela de espantar a tristeza e expressar alegria.  MPB, samba, jazz e blues estão no seu repertório, como sabem as pessoas mais próximas, que volta e meia recebem um áudio com alguma cantoria da artista.

Essa roda terá ainda espaço para a poesia! Entre as mulheres convidadas para intervenções artísticas está a poetisa paulista e feminista Marli de Fátima Aguiar.  A partir do coletivo Carolinas e Firminas – Cada Dia Nasce Uma, Marli fomenta a escrita para mulheres negras e indígenas. Ela também é membro do Coletivo Flore de Baobá- Escritoras Negras e do Coletivo de Mulheres da Rede Jubileu Sul Brasil.

Clique aqui e aqui sua inscrição!

A data

O Dia da Mulher Negra, Latino-Americana  e Caribenha é celebrado em 25 de julho. A data é um símbolo de resistência das mulheres negras no continente e foi instituído em 1992 no 1º Encontro de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, que aconteceu na República Dominicana. O evento surgiu para dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo.

No Brasil, a data homenageia a líder quilombola Tereza de Benguela, símbolo de luta e resistência do povo negro.

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