Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

RJ sedia Julho Negro contra a militarização e o racismo

  • 13 de julho de 2018

Por Rede Jubileu Sul Brasil
Dos dias 23 a 27 de julho, acontece no Rio de Janeiro o III Julho Negro, um evento de articulação internacional contra a militarização e o racismo no mundo. Ele é organizado por mães, familiares e grupos que formam os movimentos de favelas do Rio de Janeiro.

Nesta edição, que é a terceira, serão debatidos os impactos da militarização e os efeitos do racismo e do apartheid no sul global. Nas primeiras edições do 'Julho Negro', a articulação se conectou com organizações como o Black Lives Matter (Vidas Negras importam) dos EUA, mães e familiares vítimas da Palestina, do México e da Associação de Haitianos do Brasil.
Serão mais de 15 representações de outros países denunciando a militarização da vida, o apartheid, o capital e o racismo. Todas as atividades serão realizadas em favelas da cidade do Rio de Janeiro. A programação contará com atos públicos, debates e apresentações culturais. “A ideia é chamar atenção para o genocídio da juventude negra que se aprofunda com o processo de militarização em curso no Brasil e no mundo”, aponta o Instituto Pacs, membro da Rede Jubileu Sul Brasil.
Confira a programação
* 23/07 (segunda-feira): O Julho Negro se somará às atividades dos 25 da Chacina da Candelária.
10h – Missa e encontro inter-religioso.
12h – Caminhada em defesa da vida, Av. Rio Branco em direção à Cinelândia.
14h – Ato público e cultural, na Praça da Cinelândia.
* 24/07 (terça-feira): Encontro no Assentamento Terra Prometida (MST), em Tinguá, Nova Iguaçu.
7h30 - Concentração na Central do Brasil.
16h30 - Retorno.
* 25/07 (quarta-feira)
13h - Práticas de cuidado em contextos de violência e racismo, no Museu da Maré.
18h - Encontro sobre criminalização dos movimentos sociais e dos(as) defensores(as) dos direitos humanos, no Museu da Maré.
* 26/07 (quinta-feira)
10h - Rolé dos Favelados, no Morro da Providência.
18h - Cine com debate sobre racismo e militarização no Complexo do Alemão, Morro do Alemão.
* 27/07 (sexta-feira)
9h às 17h - Audiência popular militarização e racismo no mundo, na Faculdade Nacional de Direito/UFRJ, Centro do Rio.
17h30 - Concentração para caminhada e panfletagem sobre intervenção militar no Brasil e no mundo.
18h às 01h: Sarau em homenagem à Elaine Freitas, Marielle Franco e Vera Lúcia, no Centro do Teatro do Oprimido (CTO), na Lapa.

Últimas notícias

Jardim Pantanal dá início à construção de cartografia social em parceria com Jubileu Sul e MLB

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB), em parceria com o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) , realizou uma roda de conversa…
Ler mais...

Mulheres da Pequena África marcam casas contra despejo e denunciam PLC 93 em ação de rua no Rio

O grito de alerta ecoou no centro do Rio de Janeiro na última sexta-feira, 22 de maio. Mulheres da Pequena África foram às ruas para…
Ler mais...

Moradia na Vila Dique: conquista para 71 famílias, mas luta continua para que ninguém fique para trás

O último sábado (16) foi de emoções contraditórias na Vila Dique, comunidade da zona norte de Porto Alegre (RS) duramente afetada pelas enchentes de maio…
Ler mais...

RJ sedia Julho Negro contra a militarização e o racismo

  • 13 de julho de 2018

Por Rede Jubileu Sul Brasil
Dos dias 23 a 27 de julho, acontece no Rio de Janeiro o III Julho Negro, um evento de articulação internacional contra a militarização e o racismo no mundo. Ele é organizado por mães, familiares e grupos que formam os movimentos de favelas do Rio de Janeiro.

Nesta edição, que é a terceira, serão debatidos os impactos da militarização e os efeitos do racismo e do apartheid no sul global. Nas primeiras edições do 'Julho Negro', a articulação se conectou com organizações como o Black Lives Matter (Vidas Negras importam) dos EUA, mães e familiares vítimas da Palestina, do México e da Associação de Haitianos do Brasil.
Serão mais de 15 representações de outros países denunciando a militarização da vida, o apartheid, o capital e o racismo. Todas as atividades serão realizadas em favelas da cidade do Rio de Janeiro. A programação contará com atos públicos, debates e apresentações culturais. “A ideia é chamar atenção para o genocídio da juventude negra que se aprofunda com o processo de militarização em curso no Brasil e no mundo”, aponta o Instituto Pacs, membro da Rede Jubileu Sul Brasil.
Confira a programação
* 23/07 (segunda-feira): O Julho Negro se somará às atividades dos 25 da Chacina da Candelária.
10h – Missa e encontro inter-religioso.
12h – Caminhada em defesa da vida, Av. Rio Branco em direção à Cinelândia.
14h – Ato público e cultural, na Praça da Cinelândia.
* 24/07 (terça-feira): Encontro no Assentamento Terra Prometida (MST), em Tinguá, Nova Iguaçu.
7h30 - Concentração na Central do Brasil.
16h30 - Retorno.
* 25/07 (quarta-feira)
13h - Práticas de cuidado em contextos de violência e racismo, no Museu da Maré.
18h - Encontro sobre criminalização dos movimentos sociais e dos(as) defensores(as) dos direitos humanos, no Museu da Maré.
* 26/07 (quinta-feira)
10h - Rolé dos Favelados, no Morro da Providência.
18h - Cine com debate sobre racismo e militarização no Complexo do Alemão, Morro do Alemão.
* 27/07 (sexta-feira)
9h às 17h - Audiência popular militarização e racismo no mundo, na Faculdade Nacional de Direito/UFRJ, Centro do Rio.
17h30 - Concentração para caminhada e panfletagem sobre intervenção militar no Brasil e no mundo.
18h às 01h: Sarau em homenagem à Elaine Freitas, Marielle Franco e Vera Lúcia, no Centro do Teatro do Oprimido (CTO), na Lapa.

Últimas notícias

Jardim Pantanal dá início à construção de cartografia social em parceria com Jubileu Sul e MLB

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB), em parceria com o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) , realizou uma roda de conversa…
Ler mais...

Mulheres da Pequena África marcam casas contra despejo e denunciam PLC 93 em ação de rua no Rio

O grito de alerta ecoou no centro do Rio de Janeiro na última sexta-feira, 22 de maio. Mulheres da Pequena África foram às ruas para…
Ler mais...

Moradia na Vila Dique: conquista para 71 famílias, mas luta continua para que ninguém fique para trás

O último sábado (16) foi de emoções contraditórias na Vila Dique, comunidade da zona norte de Porto Alegre (RS) duramente afetada pelas enchentes de maio…
Ler mais...