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Prevenção à violência: Comissão de Justiça e Paz entrega Carta Aberta a candidatos

  • 28 de agosto de 2024

Documento cobra medidas nos planos de governo e pontua que segurança pública não é só ações policiais. “Precisam estar articuladas com outras políticas”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Redação - Jubileu Sul Brasil 

A Seção Ceará da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP) divulgou, neste dia 26, uma “Carta Aberta a Candidatos e Candidatas” às eleições municipais, destacando o papel dos municípios na prevenção à violência. O documento é resultado de uma reunião realizada em Fortaleza pela CBJP, no dia 16 de agosto, quando foram apresentados os trabalhos da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Ceará (CDHC/Alece). A Rede Jubileu Sul Brasil participou deste diálogo e assina a carta aberta.  

O documento convida as candidatas e candidatos a refletir, a partir dos planos de governo, “sobre a necessidade de ações mais efetivas no cuidado psicossocial às vítimas diretas e indiretas, na redução das desigualdades e na atenção aos territórios mais vulneráveis das cidades. É a partir da compreensão da dinâmica dos territórios que governos municipais podem gerar ações assertivas para alcançarmos resultados contundentes na prevenção dos homicídios”. 

A Comissão pontua que a prevenção à violência não diz respeito somente a ações policiais e justiça. “A agenda nos municípios vai além das ações de segurança pública, elas precisam estar articuladas com outras políticas, que possam reduzir as vulnerabilidades e os riscos de homicídios dos adolescentes e jovens mais suscetíveis à violência armada”, ressalta o documento. 

Por isso, a carta também traz uma série de propostas, entre as quais um “Protocolo de apoio e proteção intersetorial às famílias de vítimas de violência armada”, criação de programa de prevenção da violência, guarda municipal capacitada, além de medidas nas áreas de cultura e lazer, saúde sexual e ambiente urbano.

Confira a íntegra:

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A Comissão pontua que a prevenção à violência não diz respeito somente a ações policiais e justiça. “A agenda nos municípios vai além das ações de segurança pública, elas precisam estar articuladas com outras políticas, que possam reduzir as vulnerabilidades e os riscos de homicídios dos adolescentes e jovens mais suscetíveis à violência armada”, ressalta o documento. 

Por isso, a carta também traz uma série de propostas, entre as quais um “Protocolo de apoio e proteção intersetorial às famílias de vítimas de violência armada”, criação de programa de prevenção da violência, guarda municipal capacitada, além de medidas nas áreas de cultura e lazer, saúde sexual e ambiente urbano.

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