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Onda Antimperialista avança do Caribe para o mundo

  • 3 de novembro de 2019

Por Karla Maria, de Havana
Comunicação da Rede Jubileu Sul

Uma onda Antimperialista está alcançando toda a América Latina, Caribe e o mundo. Com as hasthags #ManosFueradeCuba e #SeguimosEnLucha, os mais de 1200 participantes de 95 países, do Encontro Antimperialista de Solidariedade, pela Democracia e contra o Neoliberalismo estão, neste primeiro dia de encontro, levando às redes sociais a realidade do povo cubano e com ela, os impactos do embargo econômico imposto a Cuba pelos Estados Unidos.

#MareaAntimperialista #ManosFueraDeCuba #SeguimosEnLucha Foto | Convergência de Comunicação

"O momento da onda antimperialista é chave porque uma das formas como o bloqueio se constitui é através do cerco midiático. Muitas das informações que estão circulando e que sustentam o bloqueio - que é uma lei que não tem uma base legal e viola o direito da autonomia dos povos - estão nas redes sociais", avaliou Martha Flores, coordenadora geral da Rede Jubileu Sul Américas, uma das entidades que organizam o Encontro Antimperialista.

Para Martha, é imprescíndivel pensar conjuntamente em como ir rompendo o cerco midiático para levar informação do que realmente acontece em Cuba. "Essa onda antimperialista é o momento de dizer que estamos juntos em solidariedade a Cuba e que deixem suas mãos fora de Cuba e não ao bloqueio".

A cubana Marilys Zayas, do comitê organizador do encontro Antimperialista, aponta que esses momentos nas redes sociais como o twitaco são estratégicos para mostrar a solidariedade do mundo a Cuba. "Creio que o mais importante é abrir o espaço para a comunicação, falar a verdade para que a mensagem chegue a todos de modo correto. O mais importante da Comunicação alternativa é poder contar a verdade que é silenciada pelas empresas de comunicação".

A onda antimperialista avança pelas redes sociais e pelo coração dos que cruzam os corredores do Centro de Convenções Palco, na Tribuna Antimperialista."Estamos em luta a nível continental, contra esse bloqueio que castiga o povo, porque impossibilita o acesso do povo a medicamentos, por exemplo", lembrou o deputado uruguaio Pablo Alejandro Gonzalves Rodrigues. 
Os participantes publicam a solidariedade em frases e fotos também com a #MiSelfiePorLaSolidariedad.

O Encontro Antimperialista segue até domingo, 3, e encerra -se com atividades culturais em El Bucán, no Palácio das Convenções.

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Para Martha, é imprescíndivel pensar conjuntamente em como ir rompendo o cerco midiático para levar informação do que realmente acontece em Cuba. "Essa onda antimperialista é o momento de dizer que estamos juntos em solidariedade a Cuba e que deixem suas mãos fora de Cuba e não ao bloqueio".

A cubana Marilys Zayas, do comitê organizador do encontro Antimperialista, aponta que esses momentos nas redes sociais como o twitaco são estratégicos para mostrar a solidariedade do mundo a Cuba. "Creio que o mais importante é abrir o espaço para a comunicação, falar a verdade para que a mensagem chegue a todos de modo correto. O mais importante da Comunicação alternativa é poder contar a verdade que é silenciada pelas empresas de comunicação".

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