No último dia 13 de setembro, o Espaço da Horta Alto das Antenas, em Belo Horizonte (MG), foi espaço de uma manhã dedicada ao autocuidado e à saúde integral. A oficina "Medicina Chinesa e Autocuidado" reuniu 18 participantes, sendo 17 mulheres e 1 homem, em uma atividade que uniu saberes tradicionais e conscientização sobre o acesso à saúde como direito social.
A atividade teve como objetivo proporcionar um momento de cuidado por meio de práticas integrativas. O encontro começou com um lanche preparado com alimentos nas cores branca e preta, adequados para a transição do inverno para a primavera, de acordo com os princípios da Medicina Tradicional Chinesa.
Durante a oficina, foram abordados temas como a importância da alimentação, da respiração e da hidratação para a saúde física e emocional, com destaque para os impactos das queimadas e da poluição na saúde respiratória. As pessoas participantes também vivenciaram práticas de massagem e refletiram coletivamente sobre a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) como política pública essencial para a garantia do direito à saúde.
A atividade foi conduzida por terapeutas voluntários, mobilizada por Maria Beatriz de Oliveira, articuladora local do Jubileu Sul Brasil, em parceria com a organização Moradia e Cidadania, Rede Feminista de Saúde e o CRAS Vila Cemig.
realizada no âmbito do projeto “Resistência e defesa de direitos frente ao sobre-endividamento público e às mudanças climáticas”,
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações apoiadas pelo Termo de Fomento nº 962421/2024, vinculado ao Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, e contou com a participação de representantes de movimentos sociais e entidades como a Rede Feminista de Saúde e o grupo PROVIDENS.
A atividade reforçou a importância de práticas acessíveis e comunitárias de saúde, especialmente em contextos de vulnerabilidade social, e destacou o papel das mulheres como protagonistas na defesa do cuidado coletivo.
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No último dia 13 de setembro, o Espaço da Horta Alto das Antenas, em Belo Horizonte (MG), foi espaço de uma manhã dedicada ao autocuidado e à saúde integral. A oficina "Medicina Chinesa e Autocuidado" reuniu 18 participantes, sendo 17 mulheres e 1 homem, em uma atividade que uniu saberes tradicionais e conscientização sobre o acesso à saúde como direito social.
A atividade teve como objetivo proporcionar um momento de cuidado por meio de práticas integrativas. O encontro começou com um lanche preparado com alimentos nas cores branca e preta, adequados para a transição do inverno para a primavera, de acordo com os princípios da Medicina Tradicional Chinesa.
Durante a oficina, foram abordados temas como a importância da alimentação, da respiração e da hidratação para a saúde física e emocional, com destaque para os impactos das queimadas e da poluição na saúde respiratória. As pessoas participantes também vivenciaram práticas de massagem e refletiram coletivamente sobre a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) como política pública essencial para a garantia do direito à saúde.
A atividade foi conduzida por terapeutas voluntários, mobilizada por Maria Beatriz de Oliveira, articuladora local do Jubileu Sul Brasil, em parceria com a organização Moradia e Cidadania, Rede Feminista de Saúde e o CRAS Vila Cemig.
realizada no âmbito do projeto “Resistência e defesa de direitos frente ao sobre-endividamento público e às mudanças climáticas”,
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações apoiadas pelo Termo de Fomento nº 962421/2024, vinculado ao Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, e contou com a participação de representantes de movimentos sociais e entidades como a Rede Feminista de Saúde e o grupo PROVIDENS.
A atividade reforçou a importância de práticas acessíveis e comunitárias de saúde, especialmente em contextos de vulnerabilidade social, e destacou o papel das mulheres como protagonistas na defesa do cuidado coletivo.
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