Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mulheres do MST fazem mobilizações em todo o país em celebração ao 8 de Março

  • 5 de março de 2024

O movimento sairá em defesa das trabalhadoras do campo e da cidade que atuam em prol da reforma agrária

Mulheres do MST defendem mobilização contínua por justiça social, não apenas no Dia Internacional da Mulher. Foto: Acervo/MST

Por Redação - Brasil de Fato

Nesta quarta-feira (6), começa a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra 2024, que termina na próxima sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres. 

Com o lema “Lutaremos! Por nossos corpos e territórios, nenhuma a menos!”, as mobilizações denunciam “uma série de outras violações, como as desigualdades sociais, a fome e a pobreza, criadas a partir da mercantilização da vida, dos bens comuns e da natureza, destacando a denúncia da violência cotidiana enfrentada, tanto nos territórios como nas esferas doméstica e política”, afirma o MST, em nota.  

As mulheres do movimento também sairão em defesa das trabalhadoras do campo e da cidade que atuam em prol da Reforma Agrária Popular e da produção de alimentos saudáveis no combate à fome

O MST defende a Reforma Agrária Popular como uma solução para a violência no campo e a fome, visando proporcionar trabalho, renda e dignidade, e destaca a importância do reconhecimento e demarcação de terras indígenas e tradicionalmente ocupadas, além do acesso às políticas públicas. 

Uma das pautas da Jornada, nesse sentido, é a agroecologia para a produção de alimentos saudáveis, buscando equilíbrio ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas. Também enfatiza a construção do Feminismo Camponês Popular como uma estratégia para combater o patriarcado, o racismo e todas as formas de violência contra os corpos-território das mulheres e da população LGBTI+. 

“Dessa forma, as mulheres sem terra protestam pela realização imediata da reforma agrária e a demarcação de territórios indígenas e quilombolas, garantindo a integridade das comunidades que protegem o campo, as águas e as florestas”, afirma o MST no texto. 

“E destacam a importância da mobilização contínua, não apenas no Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias, encorajando a persistência nas lutas por justiça social, igualdade e dignidade, com esperança e determinação.”

Últimas notícias

Projetos em avanço acelerado ameaçam direitos e territórios, alerta advogada Magnólia Said

O Congresso Nacional tem dado andamento acelerado a uma série de projetos de lei que representam retrocessos para a democracia, os direitos territoriais, o meio…
Ler mais...

Encontro "Na corda bamba" debate economia para além do capital e alternativas ao neoliberalismo

A Rede Jubileu Sul Brasil realiza entre os dias 3 e 5 de novembro de 2026, na cidade de São Paulo, o encontro "Na corda…
Ler mais...

Ecos do Grito: vozes de norte a sul do país se manifestam em defesa da vida e da soberania democrática no 7 de setembro

Com atos descentralizados em diversas regiões brasileiras, o 32º Grito dos Excluídos e Excluídas reafirmou seu papel histórico como espaço de resistência, articulação e mobilização…
Ler mais...

Mulheres do MST fazem mobilizações em todo o país em celebração ao 8 de Março

  • 5 de março de 2024

O movimento sairá em defesa das trabalhadoras do campo e da cidade que atuam em prol da reforma agrária

Mulheres do MST defendem mobilização contínua por justiça social, não apenas no Dia Internacional da Mulher. Foto: Acervo/MST

Por Redação - Brasil de Fato

Nesta quarta-feira (6), começa a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra 2024, que termina na próxima sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres. 

Com o lema “Lutaremos! Por nossos corpos e territórios, nenhuma a menos!”, as mobilizações denunciam “uma série de outras violações, como as desigualdades sociais, a fome e a pobreza, criadas a partir da mercantilização da vida, dos bens comuns e da natureza, destacando a denúncia da violência cotidiana enfrentada, tanto nos territórios como nas esferas doméstica e política”, afirma o MST, em nota.  

As mulheres do movimento também sairão em defesa das trabalhadoras do campo e da cidade que atuam em prol da Reforma Agrária Popular e da produção de alimentos saudáveis no combate à fome

O MST defende a Reforma Agrária Popular como uma solução para a violência no campo e a fome, visando proporcionar trabalho, renda e dignidade, e destaca a importância do reconhecimento e demarcação de terras indígenas e tradicionalmente ocupadas, além do acesso às políticas públicas. 

Uma das pautas da Jornada, nesse sentido, é a agroecologia para a produção de alimentos saudáveis, buscando equilíbrio ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas. Também enfatiza a construção do Feminismo Camponês Popular como uma estratégia para combater o patriarcado, o racismo e todas as formas de violência contra os corpos-território das mulheres e da população LGBTI+. 

“Dessa forma, as mulheres sem terra protestam pela realização imediata da reforma agrária e a demarcação de territórios indígenas e quilombolas, garantindo a integridade das comunidades que protegem o campo, as águas e as florestas”, afirma o MST no texto. 

“E destacam a importância da mobilização contínua, não apenas no Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias, encorajando a persistência nas lutas por justiça social, igualdade e dignidade, com esperança e determinação.”

Últimas notícias

Projetos em avanço acelerado ameaçam direitos e territórios, alerta advogada Magnólia Said

O Congresso Nacional tem dado andamento acelerado a uma série de projetos de lei que representam retrocessos para a democracia, os direitos territoriais, o meio…
Ler mais...

Encontro "Na corda bamba" debate economia para além do capital e alternativas ao neoliberalismo

A Rede Jubileu Sul Brasil realiza entre os dias 3 e 5 de novembro de 2026, na cidade de São Paulo, o encontro "Na corda…
Ler mais...

Ecos do Grito: vozes de norte a sul do país se manifestam em defesa da vida e da soberania democrática no 7 de setembro

Com atos descentralizados em diversas regiões brasileiras, o 32º Grito dos Excluídos e Excluídas reafirmou seu papel histórico como espaço de resistência, articulação e mobilização…
Ler mais...