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Movimentos sociais apresentarão propostas na cúpula da Alba

  • 30 de julho de 2013

Organizações e movimentos sociais da América Latina e Caribe se reunem na segunda e terça-feira, 29 e 30 de julho, na cidade de Guayaquil, centro do Equador, para preparar as propostas, ideias e reclamações que apresentarão na cúpula preDivulgaçãosidencial da Alba.

A diretora da Fundação de estudos, Ação e Participação Social (Fedaeps) do equador, Irene León, adiantou que por volta de 500 ativistas sociais se encontrarão para debater, entre outros assuntos, a necessidade de auditar os tratados bilaterais de investimento.

Da mesma maneira, os participantes manifestarão seu desejo de elevar novas vozes contra a atuação e as imposições das transnacionais na região; assim como também discutirão sobre a construção de uma geopolítica "visualizada, especialmente diante das ameaças de espionagem”.

Adicionalmente, se tratará do fortalecimento institucional da ALBA-TCP (Tratado de Comércio dos Povos), do uso generalizado e a ampliação do Sistema Unitário de Compensação Regional (Sucre), um mecanismo para o ajuste interno de moedas nas trocas comerciais dos estados participantes.

Também se falará sobre o Fundo Comum de Reservas ALBA-TCP, o incremento dos Programas e Missões Sociais, a reforma do Sistema Interamericano de Direitos Humanos (SIDH), o papel dos centros de arbitragem internacional e a busca de espaços próprios para abordar problemas regionais sobre a base da integração.

A Cúpula Social emitirá também um pronunciamento de respaldo ao presidente da Bolívia, Evo Morales, pelo incidente que sofreu no último dia 02 de julho, quando foi obrigado a permanecer 14 horas em Viena, após Espanha, França, Itália e Portugal negarem permissão para que o avião presidencial sobrevoasse seus espaços aéreos.

No dia 30, os movimentos marcharão até o Coliseo Voltaire Paladines, onde culminará com a entrega da ‘Declaração ALBA Movimentos – Guayaquil e as Recomendações dos Movimentos à XII Cúpula de Presidentes’.

A Cúpula da ALBA reunirá chefes de Estado do Governo e delegações de Antigua e Barbuda, Bolívia, Cuba, Dominica, Equador, Nicarágua, San Vicente e Granadinas e Venezuela. A Cúpula, que será celebrada na terça-feira em Guayaquil, será a 12ª do bloco e a primeira do órgão sem a presença física do líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, que foi um de seus principais incentivadores.

Com informações de TeleSur-EFE_Télam-PrensaIndígena/MARL. Fonte: Adital

 

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A diretora da Fundação de estudos, Ação e Participação Social (Fedaeps) do equador, Irene León, adiantou que por volta de 500 ativistas sociais se encontrarão para debater, entre outros assuntos, a necessidade de auditar os tratados bilaterais de investimento.

Da mesma maneira, os participantes manifestarão seu desejo de elevar novas vozes contra a atuação e as imposições das transnacionais na região; assim como também discutirão sobre a construção de uma geopolítica "visualizada, especialmente diante das ameaças de espionagem”.

Adicionalmente, se tratará do fortalecimento institucional da ALBA-TCP (Tratado de Comércio dos Povos), do uso generalizado e a ampliação do Sistema Unitário de Compensação Regional (Sucre), um mecanismo para o ajuste interno de moedas nas trocas comerciais dos estados participantes.

Também se falará sobre o Fundo Comum de Reservas ALBA-TCP, o incremento dos Programas e Missões Sociais, a reforma do Sistema Interamericano de Direitos Humanos (SIDH), o papel dos centros de arbitragem internacional e a busca de espaços próprios para abordar problemas regionais sobre a base da integração.

A Cúpula Social emitirá também um pronunciamento de respaldo ao presidente da Bolívia, Evo Morales, pelo incidente que sofreu no último dia 02 de julho, quando foi obrigado a permanecer 14 horas em Viena, após Espanha, França, Itália e Portugal negarem permissão para que o avião presidencial sobrevoasse seus espaços aéreos.

No dia 30, os movimentos marcharão até o Coliseo Voltaire Paladines, onde culminará com a entrega da ‘Declaração ALBA Movimentos – Guayaquil e as Recomendações dos Movimentos à XII Cúpula de Presidentes’.

A Cúpula da ALBA reunirá chefes de Estado do Governo e delegações de Antigua e Barbuda, Bolívia, Cuba, Dominica, Equador, Nicarágua, San Vicente e Granadinas e Venezuela. A Cúpula, que será celebrada na terça-feira em Guayaquil, será a 12ª do bloco e a primeira do órgão sem a presença física do líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, que foi um de seus principais incentivadores.

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