Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

MARIANA - 3 MESES DO CRIME DA VALE SAMARCO BHP

  • 5 de fevereiro de 2016

3 MESES DO CRIME DA VALE SAMARCO BHP
#NãoEsqueçamMariana
Há exatos três meses as mineradoras Vale, Samarco e BHP cometeram o maior crime ambiental da nossa história. Dezessete pessoas perderam suas vidas e duas continuam desaparecidas, vítimas da cultura de mais lucro e menos investimentos, a lógica da mineração brasileira.
Mataram o Rio Doce, assassinaram uma bacia hidrográfica inteira, a lama tóxica continua viva, matando espécies endêmicas marítimas, agora lá pra região do Parque Nacional de Abrolhos na Bahia. Os rejeitos de minério e uma tabela periódica inteira continuam nos sedimentos dos rios e no mar.
Mais de três milhões de pessoas atingidas, diversas cidades vivendo a crise de abastecimento de água. Mais de 11 mil pescadores e pequenos agricultores sem poder trabalhar, sujeitos à própria sorte. NINGUÉM PRESO ATÉ AGORA! NENHUM ATINGIDO INDENIZADO! NENHUM DOS RESPONSÁVEIS PRESO! #QueremosJustiçaParaMariana #QueremosPuniçãoDosCulpados
Mas o que aprendemos com Mariana?
Aprendemos que o modelo de exploração mineral brasileiro é predatório ao extremo, que não há qualquer preocupação com a vida humana nas comunidades ao entorno das minas, qualquer segurança para os territórios ou meio ambiente. Que assim como a barragem de Fundão, há dezenas de barragens pelo país em risco de rompimento e que nada é feito, estão todos sujeitos à própria sorte.
Nós do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração entendemos que não é possível votar um Novo Código sem discutir o modelo mineral brasileiro, principalmente num momento que tramitam no Congresso outras pautas que visam flexibilizar o licenciamento de grandes empreendimentos, inclusive barragens de rejeito, uma bomba relógio que as mineradoras colocam nos territórios.
#NãoEsqueceremosDeMariana e em nome de todas as vítimas de Mariana e de todos os atingidos pela mineração continuaremos lutando por direitos e por justiça!
#ComunicaçãoComitê

Últimas notícias

Acordo Mercosul-União Europeia é tema do 2º debate virtual. Inscreva-se e participe!

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) realiza, no próximo dia 10 de agosto (segunda-feira), às 19h30, o segundo debate do ciclo virtual “O Brasil na…
Ler mais...

Jubileu Sul Brasil promove encontro 'Mulheres em Ação' em Duque de Caxias para fortalecer luta nos territórios

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) realiza, entre os dias 6 e 8 de agosto (quinta à sábado), o encontro “Mulheres em Ação: reflexões e…
Ler mais...

Fórum da CEPAST-CNBB reúne pastorais sociais, organismos e redes em Brasília

De 5 a 7 de agosto de 2026, a Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília, receberá o Fórum da Comissão Episcopal para a…
Ler mais...

MARIANA - 3 MESES DO CRIME DA VALE SAMARCO BHP

  • 5 de fevereiro de 2016

3 MESES DO CRIME DA VALE SAMARCO BHP
#NãoEsqueçamMariana
Há exatos três meses as mineradoras Vale, Samarco e BHP cometeram o maior crime ambiental da nossa história. Dezessete pessoas perderam suas vidas e duas continuam desaparecidas, vítimas da cultura de mais lucro e menos investimentos, a lógica da mineração brasileira.
Mataram o Rio Doce, assassinaram uma bacia hidrográfica inteira, a lama tóxica continua viva, matando espécies endêmicas marítimas, agora lá pra região do Parque Nacional de Abrolhos na Bahia. Os rejeitos de minério e uma tabela periódica inteira continuam nos sedimentos dos rios e no mar.
Mais de três milhões de pessoas atingidas, diversas cidades vivendo a crise de abastecimento de água. Mais de 11 mil pescadores e pequenos agricultores sem poder trabalhar, sujeitos à própria sorte. NINGUÉM PRESO ATÉ AGORA! NENHUM ATINGIDO INDENIZADO! NENHUM DOS RESPONSÁVEIS PRESO! #QueremosJustiçaParaMariana #QueremosPuniçãoDosCulpados
Mas o que aprendemos com Mariana?
Aprendemos que o modelo de exploração mineral brasileiro é predatório ao extremo, que não há qualquer preocupação com a vida humana nas comunidades ao entorno das minas, qualquer segurança para os territórios ou meio ambiente. Que assim como a barragem de Fundão, há dezenas de barragens pelo país em risco de rompimento e que nada é feito, estão todos sujeitos à própria sorte.
Nós do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração entendemos que não é possível votar um Novo Código sem discutir o modelo mineral brasileiro, principalmente num momento que tramitam no Congresso outras pautas que visam flexibilizar o licenciamento de grandes empreendimentos, inclusive barragens de rejeito, uma bomba relógio que as mineradoras colocam nos territórios.
#NãoEsqueceremosDeMariana e em nome de todas as vítimas de Mariana e de todos os atingidos pela mineração continuaremos lutando por direitos e por justiça!
#ComunicaçãoComitê

Últimas notícias

Acordo Mercosul-União Europeia é tema do 2º debate virtual. Inscreva-se e participe!

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) realiza, no próximo dia 10 de agosto (segunda-feira), às 19h30, o segundo debate do ciclo virtual “O Brasil na…
Ler mais...

Jubileu Sul Brasil promove encontro 'Mulheres em Ação' em Duque de Caxias para fortalecer luta nos territórios

A Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) realiza, entre os dias 6 e 8 de agosto (quinta à sábado), o encontro “Mulheres em Ação: reflexões e…
Ler mais...

Fórum da CEPAST-CNBB reúne pastorais sociais, organismos e redes em Brasília

De 5 a 7 de agosto de 2026, a Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília, receberá o Fórum da Comissão Episcopal para a…
Ler mais...