De 11 a 16 de novembro de 2025, representantes da Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) estão presentes em Belém do Pará com uma série de atividades durante a COP 30 e a Cúpula dos Povos. A organização, juntamente com suas entidades membro, parceiras e ainda a rede Jubileu Sul/Américas, promove debates críticos sobre dívida climática, financeirização da natureza, transição energética justa e os impactos dos tratados de livre-comércio, sempre com foco na defesa dos territórios, dos direitos dos povos e da natureza.
No dia 14 de novembro, das 14h30 às 17h30, no Mirante, a atividade “Transformar Dívida em Esperança – Clima, dívida, extrativismo e as falsas soluções para a Amazônia”, organizada pelo Jubileu Sul em parceria com Cáritas, Latindad e a Dívida pelo Clima. O evento visa denunciar como a financeirização da natureza e as falsas soluções climáticas aprofundam injustiças na região.
No mesmo dia, às 19h, no Amazon Climate Hub (ARAYARA), acontece o debate “Transição ou Tran$ação Energética? Vozes do Nordeste sobre custos, conflitos e justiça climática”, uma realização da Cúpula dos Povos do Nordeste e Jubileu Sul, entre outras entidades. A atividade trará relatos de comunidades impactadas pelas usinas eólicas no Ceará.
Já no dia 15, das 14h às 17h30, também no Mirante, ocorre a mesa “IA, mineração e clima – por que isso nos interessa?”, com a participação de Jubileu Sul, Fundação Heinrich Böll, Idec, LAPIN, Rebrip, RBJA e Instituto Terramar. O debate aborda os impactos socioambientais da mineração, inclusive para tecnologias de inteligência artificial, e sua relação com a crise climática.
Ainda no sábado, 15, às 14h, na Mini Tenda Externa da UFPA, a rede também marca presença na atividade de denúncia aos impactos dos Tratados de Livre Comércio, organizada pela Frente Brasileira contra os Acordos Mercosul-União Europeia e Mercosul-EFTA.
Além disso, representantes da Rede JSB participam ainda de outros paralelos, como a 6ª Audiência do Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza, no dia 11, no Instituto de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Pará (UFPA). Participa a economista Beverly Keene, do Dialogo 2000 (Argentina) e da rede Jubileu Sul/Américas.
A programação inclui ainda oficinas, plenárias e atos públicos, reforçando o posicionamento da rede por soberania, reparações e um internacionalismo solidário.
A participação da Jubileu Sul Brasil na COP 30 reforça a importância de dar voz às populações historicamente excluídas dos espaços oficiais de negociação e pressionar por respostas estruturais à crise climática, que passam necessariamente pela auditoria das dívidas ilegítimas, pela defesa dos bens comuns e por transições verdadeiramente justas e populares.
Por Flaviana Serafim - Jubileu Sul Brasil
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De 11 a 16 de novembro de 2025, representantes da Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) estão presentes em Belém do Pará com uma série de atividades durante a COP 30 e a Cúpula dos Povos. A organização, juntamente com suas entidades membro, parceiras e ainda a rede Jubileu Sul/Américas, promove debates críticos sobre dívida climática, financeirização da natureza, transição energética justa e os impactos dos tratados de livre-comércio, sempre com foco na defesa dos territórios, dos direitos dos povos e da natureza.
No dia 14 de novembro, das 14h30 às 17h30, no Mirante, a atividade “Transformar Dívida em Esperança – Clima, dívida, extrativismo e as falsas soluções para a Amazônia”, organizada pelo Jubileu Sul em parceria com Cáritas, Latindad e a Dívida pelo Clima. O evento visa denunciar como a financeirização da natureza e as falsas soluções climáticas aprofundam injustiças na região.
No mesmo dia, às 19h, no Amazon Climate Hub (ARAYARA), acontece o debate “Transição ou Tran$ação Energética? Vozes do Nordeste sobre custos, conflitos e justiça climática”, uma realização da Cúpula dos Povos do Nordeste e Jubileu Sul, entre outras entidades. A atividade trará relatos de comunidades impactadas pelas usinas eólicas no Ceará.
Já no dia 15, das 14h às 17h30, também no Mirante, ocorre a mesa “IA, mineração e clima – por que isso nos interessa?”, com a participação de Jubileu Sul, Fundação Heinrich Böll, Idec, LAPIN, Rebrip, RBJA e Instituto Terramar. O debate aborda os impactos socioambientais da mineração, inclusive para tecnologias de inteligência artificial, e sua relação com a crise climática.
Ainda no sábado, 15, às 14h, na Mini Tenda Externa da UFPA, a rede também marca presença na atividade de denúncia aos impactos dos Tratados de Livre Comércio, organizada pela Frente Brasileira contra os Acordos Mercosul-União Europeia e Mercosul-EFTA.
Além disso, representantes da Rede JSB participam ainda de outros paralelos, como a 6ª Audiência do Tribunal Internacional dos Direitos da Natureza, no dia 11, no Instituto de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Pará (UFPA). Participa a economista Beverly Keene, do Dialogo 2000 (Argentina) e da rede Jubileu Sul/Américas.
A programação inclui ainda oficinas, plenárias e atos públicos, reforçando o posicionamento da rede por soberania, reparações e um internacionalismo solidário.
A participação da Jubileu Sul Brasil na COP 30 reforça a importância de dar voz às populações historicamente excluídas dos espaços oficiais de negociação e pressionar por respostas estruturais à crise climática, que passam necessariamente pela auditoria das dívidas ilegítimas, pela defesa dos bens comuns e por transições verdadeiramente justas e populares.
Por Flaviana Serafim - Jubileu Sul Brasil
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