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Jubileu Sul Brasil lança cartilha “Dívida Pública e Crise Climática: caminhos para resistir”

  • 4 de novembro de 2025

“Dívida Pública e Crise Climática: caminhos para resistir” é o tema da 8ª publicação da coleção "Mulheres por Reparação das Dívidas Sociais",  produzida pela Rede Jubileu Sul Brasil (JSB) com o objetivo fomentar o debate sobre justiça socioambiental e climática a partir de uma perspectiva feminista e decolonial. Baixe gratuitamente no final do texto.

A cartilha oferece um panorama acessível para compreender as causas estruturais das mudanças climáticas, mostrando como elas não são um problema novo, mas sim o resultado de um modelo histórico de exploração predatória dos recursos naturais. A publicação explora conceitos como dívida ecológica e climática, atribuídas principalmente aos países ricos do Norte Global, e alerta para as falsas soluções propostas por governos e corporações, que perpetuam injustiças e aumentam o endividamento das populações mais vulneráveis.

A publicação também é continuidade da 7ª cartilha, sobre "Dívida pública e crise climática: entenda os impactos na nossa vida” (saiba mais e baixe a cartilha clicando aqui).

“O objetivo é estimular a interação com os conteúdos apresentados, a partir das experiências nos territórios, dos espaços de convivência e das diversas formas de resistência já existentes”, destaca o coletivo de organizadoras na apresentação do material.

Capa da cartilha “Dívida Pública e Crise Climática: Caminhos para Resistir”, da coleção Mulheres por Reparação das Dívidas Sociais. O fundo é roxo e há uma ilustração amarela mostrando três mulheres levantando o planeta Terra, que tem no topo prédios, dinheiro e fumaça saindo de uma chaminé, simbolizando a exploração econômica e ambiental.

Um dos eixos centrais da publicação é destacar que não se parte do zero. A cartilha documenta e celebra uma série de experiências de resistência e construção de alternativas concretas, entre as quais: campanhas históricas, como a luta por um Brasil livre de transgênicos; tecnologias sociais, a exemplo dos Sisteminhas para segurança e soberania alimentar; práticas agroecológicas, como as casas de sementes crioulas; soluções comunitárias lideradas por mulheres, como os quintais produtivos e as redes de cozinhas solidárias.

A cartilha reforça que são justamente essas iniciativas, muitas vezes invisibilizadas, que apontam caminhos reais e transformadores para enfrentar o colapso climático, defendendo a vida e os territórios.

A publicação foi produzida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.

Baixe gratuitamente:
DIGITAL_cartilha 8 divida publica e crise climatica

Por Redação - Jubileu Sul Brasil

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A cartilha oferece um panorama acessível para compreender as causas estruturais das mudanças climáticas, mostrando como elas não são um problema novo, mas sim o resultado de um modelo histórico de exploração predatória dos recursos naturais. A publicação explora conceitos como dívida ecológica e climática, atribuídas principalmente aos países ricos do Norte Global, e alerta para as falsas soluções propostas por governos e corporações, que perpetuam injustiças e aumentam o endividamento das populações mais vulneráveis.

A publicação também é continuidade da 7ª cartilha, sobre "Dívida pública e crise climática: entenda os impactos na nossa vida” (saiba mais e baixe a cartilha clicando aqui).

“O objetivo é estimular a interação com os conteúdos apresentados, a partir das experiências nos territórios, dos espaços de convivência e das diversas formas de resistência já existentes”, destaca o coletivo de organizadoras na apresentação do material.

Capa da cartilha “Dívida Pública e Crise Climática: Caminhos para Resistir”, da coleção Mulheres por Reparação das Dívidas Sociais. O fundo é roxo e há uma ilustração amarela mostrando três mulheres levantando o planeta Terra, que tem no topo prédios, dinheiro e fumaça saindo de uma chaminé, simbolizando a exploração econômica e ambiental.

Um dos eixos centrais da publicação é destacar que não se parte do zero. A cartilha documenta e celebra uma série de experiências de resistência e construção de alternativas concretas, entre as quais: campanhas históricas, como a luta por um Brasil livre de transgênicos; tecnologias sociais, a exemplo dos Sisteminhas para segurança e soberania alimentar; práticas agroecológicas, como as casas de sementes crioulas; soluções comunitárias lideradas por mulheres, como os quintais produtivos e as redes de cozinhas solidárias.

A cartilha reforça que são justamente essas iniciativas, muitas vezes invisibilizadas, que apontam caminhos reais e transformadores para enfrentar o colapso climático, defendendo a vida e os territórios.

A publicação foi produzida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.

Baixe gratuitamente:
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Por Redação - Jubileu Sul Brasil

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