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Enfrentamento à violência no campo: 6ª SSB publica documento-denúncia

  • 27 de junho de 2022

Representantes da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e das organizações que dinamizam a 6ª Semana Social Brasileira publicam documento sobre a Missão-escuta, Missão-denúncia realizada no Maranhão, junto às comunidades quilombolas e tradicionais

Coletiva de imprensa realizada após a vista nas comunidades | Foto: Osnilda Lima/6ªSSB

Por Osnilda Lima | Comunicação 6ªSSB e Pastorais Sociais

Entre os dias 20 a 25 de junho de 2022 foi realizada a Missão-escuta, missão-denúncia: Mutirão pela vida dos povos do Maranhão e enfrentamento à violência no Campo. A ação foi proposta pela 6ª Semana Social Brasileira (6ªSSB), que é dinamizada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e constituída pelas Pastorais Sociais, Organismos da CNBB e Movimentos Populares.

Ao todo, foram visitadas 35 comunidades em seis municípios maranhenses: São Luís, Arari, Brejo, Caxias, São João Soter e Buriti. De 2020 a 2022, 14 lideranças foram assassinadas, e mais de 30 mil famílias estão ameaçadas nos territórios quilombolas e comunidades tradicionais.

Participaram da Missão, representantes que compõem a executiva nacional e Regional Nordeste 5 da CNBB da 6ªSSB, respectivamente: Secretaria Executiva da 6ªSSB, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Pastoral Operária e a Rede Jubileu Sul Brasil. Das Pastorais Sociais e Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam-Brasil) Regional Nordeste 5 da CNBB integraram à Missão: Cáritas Brasileira, Comissão Pastoral da Terra, Conselho Pastoral dos Pescadores, Pastoral da Criança e Conselho Indigenista Missionário.

Confira abaixo, a íntegra do documento:

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Ao todo, foram visitadas 35 comunidades em seis municípios maranhenses: São Luís, Arari, Brejo, Caxias, São João Soter e Buriti. De 2020 a 2022, 14 lideranças foram assassinadas, e mais de 30 mil famílias estão ameaçadas nos territórios quilombolas e comunidades tradicionais.

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