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Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino: momento para refletir e agir

  • 29 de novembro de 2024

Soraya Mislesh:"Para que sejamos livres, nós precisamos que a Palestina seja livre da colonização e do sionismo". Assista o vídeo

Por Claudia Pereira - Especial para o Jubileu Sul Brasil

29 de novembro é Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino. A data também faz memória a Resolução 181 da Assembleia Geral da ONU, de 1947, que aprovou, sem consulta aos habitantes locais, o Plano de Participação da Palestina.

Essa resolução previa a criação de dois Estados, mas resultou em um conflito persistente até os dias atuais. Há mais de um ano o mundo acompanha a normalização do genocídio na Palestina, enquanto interesses geopolíticos dificultam a implementação de um cessar-fogo. O massacre gera fome e outras consequências graves para mais de 1,8 milhões de pessoas em Gaza.

Durante a Cúpula dos Povos frente ao G20, realizada entre os dias 14 e 16 de novembro, a voz do povo palestino ecoou exigindo justiça e fim da guerra, um grito que reverbera em todo o mundo. Confira o vídeo:

A escritora e jornalista palestino-brasileira Soraya Mislesh, partilhou a resistência histórica de seu povo, e denunciou o genocídio contra os palestinos e as violações de diretos humanos.

“Não podemos normalizar, naturalizar isso. São mais de 400 dias de genocídio e mais de 76 anos de colonização, ocupação, apartheid, racismo, limpeza étnica e de genocídio. É uma guerra genocida que tem como alvos preferenciais mulheres e crianças. Para que sejamos livres, nós precisamos que a Palestina seja livre da colonização e do sionismo, Palestina livre do rio ao mar”, afirma a jornalista.

Todos os dias a solidariedade ao povo palestino precisa ser presente. Esse grito precisa reverberar e fortalecer a luta em todo o mundo contra o genocídio e a defesa pela vida.

O grito de solidariedade internacional tem objetivo de pressionar os governos a adotarem medidas concretas em favor da paz e da justiça na Palestina. É preciso continuar a denunciar as violações sofridas pelo povo palestino.

Palestina livre do rio ao mar. Cessar-fogo já!

Produção: Rede Jubileu Sul Brasil
Produção e reportagem: Cláudia Pereira e Flaviana Serafim
Edição e finalização: Cláudia Pereira

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Essa resolução previa a criação de dois Estados, mas resultou em um conflito persistente até os dias atuais. Há mais de um ano o mundo acompanha a normalização do genocídio na Palestina, enquanto interesses geopolíticos dificultam a implementação de um cessar-fogo. O massacre gera fome e outras consequências graves para mais de 1,8 milhões de pessoas em Gaza.

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A escritora e jornalista palestino-brasileira Soraya Mislesh, partilhou a resistência histórica de seu povo, e denunciou o genocídio contra os palestinos e as violações de diretos humanos.

“Não podemos normalizar, naturalizar isso. São mais de 400 dias de genocídio e mais de 76 anos de colonização, ocupação, apartheid, racismo, limpeza étnica e de genocídio. É uma guerra genocida que tem como alvos preferenciais mulheres e crianças. Para que sejamos livres, nós precisamos que a Palestina seja livre da colonização e do sionismo, Palestina livre do rio ao mar”, afirma a jornalista.

Todos os dias a solidariedade ao povo palestino precisa ser presente. Esse grito precisa reverberar e fortalecer a luta em todo o mundo contra o genocídio e a defesa pela vida.

O grito de solidariedade internacional tem objetivo de pressionar os governos a adotarem medidas concretas em favor da paz e da justiça na Palestina. É preciso continuar a denunciar as violações sofridas pelo povo palestino.

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Produção e reportagem: Cláudia Pereira e Flaviana Serafim
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