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Da Palestina às favelas: evento no RJ traça paralelo do impacto na saúde mental da população em territórios militarizados

  • 10 de outubro de 2025

O espaço Raízes do Brasil, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), recebe neste sábado (11) inúmeros coletivos para a atividade “Da Palestina às favelas: o impacto da militarização na saúde mental”. A proposta é mobilizar e se solidarizar com o povo palestino, que desde o 7 de outubro de 2023 vem sofrendo com o aumento da limpeza étnica promovida por Israel do povo palestino em Gaza.

“Queremos lembrar os dois anos do aumento do genocídio em Gaza, lembrar da Nakba, lembrar dessa colonização, desse racismo e desse genocídio e militarização que está ocorrendo com o povo palestino em seu próprio território na luta contra um colonizador que é o Estado israelense, um Estado terrorista que militariza, mata e faz das vidas palestinas laboratório para o mundo”, disse ao Brasil de Fato a jornalista Gizele Martins, uma das organizadoras do evento.

Ela acrescenta que são muitas as semelhanças entre a Palestina e o que acontece nas favelas brasileiras, em especial pelas armas utilizadas como  drones e o caveirão. “Então, também é uma forma da gente dizer que nós somos solidários à luta palestina, que a vitória da Palestina vai ser a vitória das favelas”, completa.

A programação inclui exibição de filmes curta-metragem sobre a história, resistência e a vivência da Palestina, uma performance do ator Carlos Maia, colocando em pauta o genocídio negro nas periferia, assim como uma roda de conversas para falar sobre o impacto da militarização na vida das favelas e na vida palestina.

Essa roda será conduzida por uma comunicadora popular da Maré, Simone Lauar e por Maj, palestino-brasileira responsável por acolher palestinos que estão chegando ao Brasil. Maj é também cantora da cena independente do Rio de Janeiro e fará uma atividade cultural para conectar as favelas e a Palestina.

O evento é parte de mobilizações que o espaço e diversos outros movimentos sociais e organizações realizam há dois anos para marcar e repudiar o genocídio do povo palestino que segue em curso nos últimos dois anos. São eles: Movimento dos Pequenos Agricultores, Raízes do Brasil, Julho Negro, Instituto Pacs, Rede Jubileu Sul Brasil, Comitê de Solidariedade à Cuba, Juventude Sanaud, Árabes e Judeus pela Paz, Grupo Tortura Nunca Mais-RJ, Iniciativa Direito Memória e Justiça Racial, Garotas da Maré, Maré 0800, BDS Brasil, Artvsm, Mídia 1508, Rede de familiares e comunidades contra a violência.

Esse dia intenso será acompanhado de bebidas e comidas palestinas e o espaço ainda inclui uma área infantil para que mães e pais possam levar seus filhos.

Serviço:
Da Palestina às favelas: o impacto da militarização na saúde mental
Data: Sábado 11/10 – Entrada gratuita
Horário: Das 14h às 20h
Local: Raízes do Brasil – R. Áurea, 80, Santa Teresa

Por Redação - Brasil de Fato RJ

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“Queremos lembrar os dois anos do aumento do genocídio em Gaza, lembrar da Nakba, lembrar dessa colonização, desse racismo e desse genocídio e militarização que está ocorrendo com o povo palestino em seu próprio território na luta contra um colonizador que é o Estado israelense, um Estado terrorista que militariza, mata e faz das vidas palestinas laboratório para o mundo”, disse ao Brasil de Fato a jornalista Gizele Martins, uma das organizadoras do evento.

Ela acrescenta que são muitas as semelhanças entre a Palestina e o que acontece nas favelas brasileiras, em especial pelas armas utilizadas como  drones e o caveirão. “Então, também é uma forma da gente dizer que nós somos solidários à luta palestina, que a vitória da Palestina vai ser a vitória das favelas”, completa.

A programação inclui exibição de filmes curta-metragem sobre a história, resistência e a vivência da Palestina, uma performance do ator Carlos Maia, colocando em pauta o genocídio negro nas periferia, assim como uma roda de conversas para falar sobre o impacto da militarização na vida das favelas e na vida palestina.

Essa roda será conduzida por uma comunicadora popular da Maré, Simone Lauar e por Maj, palestino-brasileira responsável por acolher palestinos que estão chegando ao Brasil. Maj é também cantora da cena independente do Rio de Janeiro e fará uma atividade cultural para conectar as favelas e a Palestina.

O evento é parte de mobilizações que o espaço e diversos outros movimentos sociais e organizações realizam há dois anos para marcar e repudiar o genocídio do povo palestino que segue em curso nos últimos dois anos. São eles: Movimento dos Pequenos Agricultores, Raízes do Brasil, Julho Negro, Instituto Pacs, Rede Jubileu Sul Brasil, Comitê de Solidariedade à Cuba, Juventude Sanaud, Árabes e Judeus pela Paz, Grupo Tortura Nunca Mais-RJ, Iniciativa Direito Memória e Justiça Racial, Garotas da Maré, Maré 0800, BDS Brasil, Artvsm, Mídia 1508, Rede de familiares e comunidades contra a violência.

Esse dia intenso será acompanhado de bebidas e comidas palestinas e o espaço ainda inclui uma área infantil para que mães e pais possam levar seus filhos.

Serviço:
Da Palestina às favelas: o impacto da militarização na saúde mental
Data: Sábado 11/10 – Entrada gratuita
Horário: Das 14h às 20h
Local: Raízes do Brasil – R. Áurea, 80, Santa Teresa

Por Redação - Brasil de Fato RJ

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