Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Olá, cursista! 

É aqui que nos encontramos ao longo das seis semanas do Fala, território! Comunicação popular e dívidas sociais. O curso ocorre de 22 de setembro a 2 de novembro, com cada módulo liberado semanalmente, sempre às segundas-feiras. 

São vídeos, textos, podcast entre outros, conteúdos essenciais para fortalecer a comunicação popular e discutir as dívidas sociais a partir dos saberes dos territórios e das experiências diversas.  

Para garantir o melhor aproveitamento do curso, é importante reservar um tempo semanal para se dedicar aos estudos: assista às videoaulas, faça as leituras recomendadas e responda ao questionário de avaliação. 

Para ter direito ao certificado: é preciso responder ao questionário de múltipla escolha em cada módulo, com acerto de pelo menos 75% das questões. Caso não seja atingido o mínimo de acertos, é possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas. Ao final, será considerada a nota mais alta.

Ao contrário do questionário de avaliação, as atividades identificadas como "Comunicação popular na prática" NÃO são obrigatórias, são optativas. Mas são sugestões úteis para você refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática no seu território, individual ou coletivamente. 

Confira o cronograma dos módulos e salve a data para participar do aulão ao vivo: 22 de outubro, às 19h30, com a roda de conversa virtual  "Comunicação é território: trocas, lutas e sementes".

  • 22/09: Módulo 1 – O que é comunicação popular?
  • 29/09: Módulo 2 – Economia para todas as pessoas
  • 06/10: Módulo 3 – Dívida pública e dívidas sociais
  • 13/10: Módulo 4 – Comunicação ancestral e os saberes dos territórios
  • 27/10: Módulo 5 – Comunicação que vem da luta: campanhas populares

Atenção aos prazos! Você tem até 2 de novembro, às 23h59, para acessar os conteúdos e responder os questionários. 

Em caso de dúvidas, envie mensagem para 11 94531-7411 ou para jubileusulbr@jubileusulbrasil.org

Clique abaixo para acessar os módulos:

 

Curso Fala, território! Comunicação popular e dívidas sociais

O que é comunicação popular? Esse é o tema do 1º módulo do Fala, território!

No primeiro vídeo, a jornalista e historiadora Claudia Santiago, do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), contextualiza o cenário de surgimento da comunicação popular no Brasil, seus conceitos, objetivos e princípios.

No segundo vídeo, as histórias e experiências de comunicação popular no Brasil. Assista, deixe seu like e inscreva-se no nosso canal.

 

Leitura obrigatória

Capítulo II do livro "A comunicação popular na construção e preservação das memórias das lutas populares no Brasil - décadas de 1970 e 1980" (páginas 105 a 132), da jornalista Ana Valim. Baixe a publicação gratuitamente clicando aqui. 

 

Avaliação

Depois da leitura e de assistir aos vídeos, responda ao questionário. Para ter direito ao certificado é preciso responder com acerto de pelo menos 75% das questões. Caso não seja atingido o mínimo de acertos, é possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas. Ao final, será considerada a nota mais alta.

Clique aqui para responder.

 

Comunicação popular na prática (atividade optativa)
Criar um mapa das mídias populares do território: identifique e registre os meios de comunicação popular existentes em sua comunidade, bairro ou cidade (portais, jornais, rádios comunitárias, murais, alto-falantes ‘rádio poste’ etc). O mapeamento permite olhar a diferença entre as mídias de massa e as mídias alternativas, tanto em relação à quantidade existente quanto às formas como produzem conteúdos. 

A atividade não é obrigatória como o questionário. Porém, é uma sugestão para que você possa refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática no seu território. 

2º módulo do "Fala, território!": Economia para todas as pessoas

Abrindo o segundo módulo, a economista e educadora popular Sandra Quintela aborda o sistema do capital, fala da dívida pública, da financeirização da vida e da natureza na aula "Economia e suas narrativas. A apresentação da economista está disponível clicando aqui.

O surgimento do capitalismo e seu contexto histórico, a relação centro-periferia entre os países, acordos de livre comércio, conceitos de desenvolvimento e subdesenvolvimento estão entre os principais temas abordados pelo historiador Miguel Borba de Sá em seus três vídeos da aula "Funcionamento do sistema econômico global e suas implicações locais".

Leituras recomendadas

1 - "O desenvolvimento do subdesenvolvimento", de  André Gunder Frank.

2 - "G20: a nova face do capitalismo global", de Miguel Borba de Sá 

Avaliação
Depois das leituras e de assistir aos vídeos, responda ao questionário. É preciso responder com acerto de pelo menos 75% das questões para ter direito ao certificado. Caso não seja atingido o mínimo de acertos, é possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas. Ao final, será considerada a nota mais alta.

Clique aqui para responder.

Comunicação popular na prática (atividade optativa)
Criar um glossário popular com termos econômicos traduzidos para a linguagem cotidiana (cartaz, card, carrossel para redes sociais etc) que ilustre os conceitos da economia. 

A atividade não é obrigatória como a avaliação, mas é uma sugestão para incentivar a refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática. 

3º módulo: Dívida pública e dívidas sociais 

O módulo 3 mostra como o sistema da dívida pública funciona como um mecanismo de concentração de riqueza, que retira recursos de áreas essenciais — saúde, educação, moradia, transporte, meio ambiente — para alimentar bancos privados e grandes especuladores. Só com pagamento de juros em 2024 foram gastos R$ 950 bilhões dos cofres públicos, valor que representa cinco vezes o orçamento da Saúde. 

Mas que dívida pública é essa? Quem paga e quem recebe? O que temos a ver com isso? O que fazer?  Por isso, antes das aulas, comece o módulo assistindo o vídeo "Dívida pública: R$ 9 trilhões em 2024. Quem paga essa conta?"

O que é dívida pública e como ela afeta a população é o tema da 1ª videoaula, com a economista Dirlene Marques, da Universidade Federal de Minas Gerais, que explica a relação entre dívida pública, capitalismo e desigualdade.

Ela aborda as origens das crises capitalistas, a virada neoliberal, o caso brasileiro e a dívida pública hoje. Também fala da  atuação da Rede Jubileu Sul Brasil frente ao sistema de endividamento. 

Em Breve história da dívida pública no Brasil, a economista e educadora popular Talita Guimarães traça a evolução da dívida pública brasileira desde o período colonial até a atualidade, mostrando como ela sempre serviu aos interesses dos grupos hegemônicos em cada época. 

Entre os principais períodos abordados estão a fase colonial, Era Vargas, a crise e financeirização das décadas de 1980-90 até os dias atuais.

Na 3ª aula, Dívidas sociais e climáticas: big techs, inteligência artificial, impactos nos povos e territórios. A educadora Andreia Camurça revela os impactos ocultos da inteligência artificial e dos data centers nos povos e territórios do Nordeste brasileiro.

Entre outros, ela chama atenção para a face perversa da "economia digital",  farsa da "sustentabilidade" e  a invisibilização de povos tradicionais. 

Na última aula, Jonas Valente, pesquisador do Oxford Internet Institute e membro do Diracom, fala sobre as dívidas sociais criadas pelas grandes empresas de tecnologia e a urgência da soberania digital no Brasil.

Ele chama atenção para a datificação da vida - como todas as nossas atividades viram rastros digitais monetizáveis - e afirma que a tecnologia não é neutra, pois as plataformas digitais refletem disputas de poder e desigualdades sociais. 

Leituras complementares
A leitura semanal sugerida é o capítulo 3 - "A dívida pública e as estruturas de poder que a legitimam", (páginas 12 a 19) da publicação Dívida pública e seu impacto na vida das mulheres.

As outras leituras complementares sugeridas e as apresentações das pessoas palestrantes estão disponíveis para baixar clicando aqui.

Avaliação 

Assista às videoaulas e responda ao questionário de múltipla escolha clicando aqui. Responder às avaliações é fundamental para ter direito ao certificado, com acerto de pelo menos 75% das questões. 

Não se preocupe caso não seja atingido o mínimo de acertos. É possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas e, ao final, será considerada a nota mais alta.

Comunicação popular na prática (atividade optativa)

Mapear os problemas do território (ex.falta de água, de saneamento, de moradia) e compartilhar histórias de como as dívidas públicas ou sociais afetam a comunidade (pode ser em formato de texto escrito, áudios ou dramatização). 

Outra sugestão é produzir mural em local público com informações sobre as dívidas públicas e seus impactos na vida cotidiana. 

A atividade não é obrigatória como o questionário, mas é uma sugestão para que você possa refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática. 

Atenção aos prazo! 

Você tem até 2 de novembro, às 23h59, para acessar todos os conteúdos do "Fala, território" e responder os questionários. Não deixe para depois!

Em caso de dúvidas, envie mensagem para 11 94531-7411 ou para jubileusulbr@jubileusulbrasil.org

4º módulo - Comunicação Ancestral

No 4º módulo do curso "Fala, território", a jornalista e comunicadora Lorena Ifé,  multiplicadora do Bioma Comunicação, nos guia pela Comunicação Ancestral, uma abordagem que integra saberes tradicionais, afetos e memórias dos territórios à prática comunicativa.

A Comunicação Ancestral é uma metodologia que planeja campanhas e conteúdos a partir dessas memórias, tradições e diversidade cultural dos territórios, valorizando saberes tradicionais, promovendo escuta ativa e construção coletiva.

A 1ª aula traz o conceito e fundamentos da metodologia, os ciclos pedagógicos (chão, território, vivência e semente), e o exemplo da campanha "Não volta, Maria" (assista aqui), criada em Salvador (BA) para alertar sobre a violência doméstica.

Na 2ª aula aborda o Ciclo Chão, base fundamental da metodologia da Comunicação Ancestral. Este ciclo representa o primeiro passo para construir estratégias que nascem do respeito e do conhecimento profundo do território antes de qualquer ação comunicativa. 

Lorena explica que o briefing no Ciclo Chão funciona como "um mapa", um GPS que ajuda a navegar pelo território, identificando caminhos, obstáculos, permitindo sistematizar informações, organizar ideias e transformar saberes em estratégias de comunicação.

Encerrando o módulo, Histórias, narrativas e campanhas: a palavra é semente aprofunda a utilização do Canva Chão e outros como ferramenta pedagógica para criar estratégias de comunicação. 

A 3ª aula mostra como identificar personagens inspiradores, rituais comunitários, histórias e narrativas locais e símbolos culturais que expressam a identidade e a força das comunidades.

Material complementar

Acesse a apresentação de Lorena Ifé, os modelos Canva e outros conteúdos clicando aqui

Avaliação

Depois de assistir as videoaulas, responda ao questionário. É preciso responder com acerto de pelo menos 75% das questões para ter direito ao certificado. Caso não seja atingido o mínimo de acertos, é possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas. Ao final, será considerada a nota mais alta. Clique aqui para responder.

Pesquisa de percurso: sua jornada até aqui
Chegamos na metade da nossa jornada formativa e sua opinião é fundamental para este ser um processo verdadeiramente construído coletivamente. Queremos saber como você vem vivenciando o curso até o módulo 3, suas dificuldades, seus aprendizados e suas expectativas para os próximos módulos. 

Esta avaliação não é um ponto final, mas uma bússola para ajustarmos o rumo juntas, junto, juntes. Não é preciso se identificar, suas respostas são seguras e nos ajudarão a melhorar sua experiência na reta final. Clique e participe da pesquisa

Comunicação popular na prática (atividade optativa)
Registrar oralmente histórias de resistência de pessoas da comunidade (gravação em áudio ou vídeo, quando possível). Promover rodas de conversa onde membros da comunidade compartilham suas histórias e saberes. 

Ao contrário do questionário, essa atividade não é obrigatória. Mas propomos uma sugestão a cada semana para que você possa refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática no seu território. 

Salve a data! 22 de outubro tem aulão ao vivo

A partir das 19h, esperamos você na live "Comunicação é território: trocas, lutas e sementes", com transmissão no canal do Jubileu Sul Brasil. Participação confirmada de Gizele Martins, comunicadora, jornalista, mestre em Periferias Urbanas e doutoranda em Comunicação. 

Ganhadora do Prêmio Vladimir Herzog Especial de Jornalismo 2024, Gizele Martins acaba de lançar o documentário Cheiro de diesel, que retrata os traumas coletivos da militarização das favelas do RJ ocupadas pelas Forças Armadas desde a Copa de 2014 até a intervenção militar em 2018.

Lembre-se: você tem até 2 de novembro, às 23h59, para acessar o curso completo e responder os questionários. 

Aula ao vivo - Comunicação é território 

Roda de conversa "Comunicação é território: trocas, lutas e sementes" acontece neste 22 de outubro (Jaime, esse trecho ficaria com um título interno, do texto mesmo por favor)

Salve a data: neste 22 de outubro (quarta-feira), às 19h30, esperamos você na roda de conversa virtual Comunicação é território: trocas, lutas e sementes. O encontro faz parte do "Fala, território!" e a live é aberta ao público em geral (convide sua rede!). Assista ao vivo no YouTube do Jubileu Sul Brasil ou no Facebook. 

A proposta é refletir sobre o papel da comunicação popular na disputa de narrativas, na mobilização social e na construção de alternativas desde os territórios. O aulão é uma oportunidade de conhecer experiências e também para interagir, enviar perguntas, comentários, partilhar histórias e vivências de comunicação popular. 

Vozes que comunicam a partir das lutas e dos territórios

A conversa reúne comunicadoras e educadoras populares com trajetórias marcadas pela defesa dos direitos humanos, da justiça social e da democratização da comunicação.

Entre as convidadas está a jornalista e pesquisadora Gizele Martins, da Favela da Maré (RJ). Referência em comunicação comunitária e direitos humanos, Gizele é ganhadora do Prêmio Vladimir Herzog Especial. Ela também assina a direção do recém lançado documentário "Cheiro de Diesel", que aborda o impacto da violência de Estado nas favelas e recebeu o Prêmio Especial do Júri e o de melhor documentário no Festival de Cinema do Rio.

Comunicação que mobiliza e transforma

A jornalista e comunicadora popular Carol Lima compartilha a experiência da campanha do Plebiscito Popular pelo fim da escala 6x1 e por justiça tributária, que alcançou 1,5 milhão de assinaturas.

A mobilização defendeu a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a taxação de quem ganha acima de R$ 50 mil/mês e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, proposta que foi aprovada no Congresso Nacional graças à pressão popular articulada nas ruas e nas redes.

Dívidas públicas e sociais em debate

A secretária executiva da Rede Jubileu Sul Brasil, Rosilene Wansetto, traz à roda a discussão sobre as dívidas públicas e sociais, destacando como esses temas estruturam desigualdades e impactam diretamente a vida da população.

Socióloga, educadora popular e mestre em Ciência Política, Rosilene tem longa trajetória em processos formativos e mobilizações pela justiça econômica e social.

Das redes às ruas: comunicação como resistência

Da equipe de comunicação da Rede Jubileu Sul Brasil, a jornalista e socióloga Flaviana Serafim fala da importância do planejamento de campanhas populares, conectando ação digital e mobilização presencial.

Especializada em comunicação intercultural e multiplataforma, Flaviana destaca a relevância de uma comunicação online e offline adequada à realidade dos territórios. 

Mediação e participação aberta

A roda de conversa terá mediação do jornalista Francisco Vladimir, articulador da Rede Jubileu Sul Brasil, e contará com participação aberta do público.

Data: 22 de outubro (quarta-feira)
Horário: 19h30
Transmissão online no YouTube ou no Facebook. 

5º módulo - Campanhas populares

Chegamos ao 5º e último módulo do nosso curso "Fala, Território! Comunicação Popular e Dívidas Sociais" — um momento de celebração pela trajetória construída até aqui. 

Desde o primeiro encontro, passando pelos debates, leituras, atividades e partilhas, vocês têm demonstrado compromisso e engajamento. Sigamos até o final, fortalecendo a rede de comunicadores e comunicadoras populares!

Este último módulo Comunicação de quem das lutas: campanhas populares traz reflexões fundamentais para seguirmos firmes na disputa por narrativas. 

Na 1ª aula, a jornalista Carol Lima, militante do Movimento Brasil Popular e coordenadora de comunicação do Plebiscito Popular 2025, aborda os desafios e estratégias da comunicação popular como ferramenta de mobilização (clique aqui e acesse o arquivo com a apresentação).

Partindo da experiência do plebiscito — que consultou a população sobre a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e a taxação dos super-ricos —, Carol destacou que a comunicação foi pensada não apenas como divulgação, mas como mobilização e formação popular. O objetivo era que cada pessoa sensibilizada se tornasse também mobilizadora.

A aula apresenta o conceito de "ruas, redes, meios e paredes", inspirado em experiências latino-americanas, que defende uma comunicação integrada: o que se comunica nas ruas deve dialogar com o que circula nas redes, nos meios e nas expressões culturais dos territórios. Essa abordagem reflete uma comunicação híbrida, onde as ações presenciais e digitais se influenciam mutuamente.

Aula 1 https://youtu.be/4qlGPqCfISA

Comunicação onde o povo está
Na 2ª aula, a jornalista Katia Marko fala sobre comunicação para além da internet. Diretora do Brasil de Fato-RS, ela traz sua trajetória na comunicação popular e sindical, destacando que comunicar é um ato humano, político e coletivo. 

Ela lembrou o tempo das cartilhas, rádios e jornais de base, quando a mobilização acontecia olho no olho, com diálogo e organização."Não existe comunicação popular sem organização social. O sistema absorve influencers, mas não absorve lutas enraizadas."

Kátia alertou que as redes sociais não substituem a comunicação popular — elas podem ampliar vozes, mas não constroem vínculos nem consciência sozinhas. É preciso reocupar os territórios, fortalecer rádios, jornais e espaços de formação: 

"Comunicação popular é estar onde o povo está — com o pé no barro, o ouvido aberto e a palavra viva.", concluir. 

Aula 2
https://youtu.be/NcV4wpjEf1c 

Material complementar
Para fechar o módulo, tem o aulão Comunicação é território: trocas, lutas e sementes. A aula traz reflexões, experiências e estratégias sobre o papel da comunicação popular na disputa de narrativas, na mobilização social e na construção de alternativas desde os territórios.  

A roda de conversa foi transmitida ao vivo no último dia 22, aproveite para assistir ou rever: https://youtu.be/uNW1Sl9BZos 

Participam comunicadoras e educadoras populares com trajetórias marcadas pela defesa dos direitos humanos, da justiça social e da democratização da comunicação. 

Como leitura recomenda, o artigo Favela da Maré: a comunicação comunitária como geradora de mudança social, de Gizele Martins e Raquel Paiva. 

Avaliação

Assista às videoaulas e responda ao questionário de múltipla escolha. Responder às avaliações é fundamental para ter direito ao certificado, com acerto de pelo menos 75% das questões. 

Não se preocupe caso não seja atingido o mínimo de acertos. É possível refazer a avaliação com até mais duas tentativas e, ao final, será considerada a nota mais alta.

Responda ao questionário clicando aqui.

Comunicação popular na prática (atividade optativa)
Para encerramento do módulo, a sugestão é produzir um panfleto ou outros materiais informativos sobre uma causa ou causas locais. Pode ser cartaz, lambe-lambe, cordel, faixa, entre outros que sejam não digitais. 

A atividade não é obrigatória como a avaliação, mas é uma sugestão para incentivar a refletir, pesquisar, debater e colocar o aprendizado em prática.

Atenção, importante: o prazo de conclusão foi ampliado!
O prazo para acessar todos os conteúdos e responder aos questionários foi ampliado até 16 de novembro (antes era 2 de novembro). Aproveite esse tempo extra para revisar, concluir suas tarefas e garantir o certificado de 60 h de formação. Não deixe para a última hora!

Vamos juntas, juntos, juntes até o fim! Aproveitem este módulo final para consolidar aprendizagens, fortalecer redes, trocar experiências e emergir como protagonistas da comunicação popular.

Estamos com você nessa reta final — conte com nossa equipe!

Em caso de dúvidas, envie mensagem para 11 94531-7411 ou para jubileusulbr@jubileusulbrasil.org