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Começa hoje em Linhares (ES) Marcha para denunciar um ano de impunidade do caso Mariana (MG)

  • 31 de outubro de 2016

mariana-um-anoHá um ano o distrito de Bento Rodrigues, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, foi o alvo do maior crime ambiental de que se tem notícia no Brasil. Uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco (Vale e BHP Billinton) rompeu deixando pessoas mortas, feridas, desaparecidas e desabrigadas, e comprometendo de forma violenta a vida do rio Doce. Hoje, dia 31, o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), juntamente com outros movimentos e organizações, inicia uma marcha que percorrerá diversas cidades afetadas pelo desastre até chegar em Mariana, no dia 5 – data que marca um ano do ocorrido, sem que ninguém tenha sido legalmente responsabilizado.
A rede Jubileu Sul Brasil estará representada pelas ativistas Márcia Almeida Rodrigues e Juliana Almeida Rodrigues que, também, estarão fazendo registros fotográficos da Marcha. De acordo com a rede, a união em torno da luta contra a impunidade no caso Mariana e do que ela representa para toda resistência dos movimentos sociais organizados é importante para mostrar para as autoridades e governos que este crime não passará impune.
A Marcha
A Marcha sairá de Regência, distrito de Linhares (ES), até chegar em Mariana (MG), para denunciar o descaso da mineradora com os pescadores, ribeirinhos, agricultores, mulheres e todos os atingidos dessas regiões. Em Barra Longa, no dia 2, será realizada uma missa de finados em homenagem aos 19 mortos da tragédia.
Já nos dias 3 e 4, o encontro em Mariana receberá atingidos da Bacia do Rio Doce e de diversas outras regiões do Brasil, entidades internacionais e lideranças religiosas para grandes plenárias e debates sobre as consequências do crime da Samarco (Vale/BHP) e os desafios organizativos e da luta na garantia por direitos.
Ato político
No dia 5, quando se completa um ano da grande explosão de lama, uma marcha sairá pelas ruas de Mariana. Está prevista também uma visita até Bento Rodrigues, primeiro lugar a ser devastado. No local, será realizado um Culto Ecumênico e Um Minuto de Sirene. Encerrando as atividades, haverá uma missa na cidade de Mariana.
Vamos ajudar!
As atividades estão sendo organizadas pelos movimentos e atingidos, que abriram uma conta para quem quiser apoiar a iniciativa. Quem quiser apoiar, basta fazer um depósito em nome da Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Banco do Brasil / Ag. 1228-9/ Cc: 61472-6).
Com informações do MAB

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A rede Jubileu Sul Brasil estará representada pelas ativistas Márcia Almeida Rodrigues e Juliana Almeida Rodrigues que, também, estarão fazendo registros fotográficos da Marcha. De acordo com a rede, a união em torno da luta contra a impunidade no caso Mariana e do que ela representa para toda resistência dos movimentos sociais organizados é importante para mostrar para as autoridades e governos que este crime não passará impune.
A Marcha
A Marcha sairá de Regência, distrito de Linhares (ES), até chegar em Mariana (MG), para denunciar o descaso da mineradora com os pescadores, ribeirinhos, agricultores, mulheres e todos os atingidos dessas regiões. Em Barra Longa, no dia 2, será realizada uma missa de finados em homenagem aos 19 mortos da tragédia.
Já nos dias 3 e 4, o encontro em Mariana receberá atingidos da Bacia do Rio Doce e de diversas outras regiões do Brasil, entidades internacionais e lideranças religiosas para grandes plenárias e debates sobre as consequências do crime da Samarco (Vale/BHP) e os desafios organizativos e da luta na garantia por direitos.
Ato político
No dia 5, quando se completa um ano da grande explosão de lama, uma marcha sairá pelas ruas de Mariana. Está prevista também uma visita até Bento Rodrigues, primeiro lugar a ser devastado. No local, será realizado um Culto Ecumênico e Um Minuto de Sirene. Encerrando as atividades, haverá uma missa na cidade de Mariana.
Vamos ajudar!
As atividades estão sendo organizadas pelos movimentos e atingidos, que abriram uma conta para quem quiser apoiar a iniciativa. Quem quiser apoiar, basta fazer um depósito em nome da Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Banco do Brasil / Ag. 1228-9/ Cc: 61472-6).
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