Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

CNDH cria grupo de trabalho para verificar violações de direitos humanos de povos e comunidades tradicionais

  • 11 de julho de 2018

Por CNDH
Com o objetivo de identificar violações de direitos humanos em povos e comunidades tradicionais do país, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) criou um grupo de trabalho (GT) que discutirá o tema. Além de levantar casos, o GT irá realizar missões a territórios tradicionais onde há violações constantes e elaborar recomendações para sanar problemas encontrados.
Para o coordenador do GT, o conselheiro Paulo Maldos, o objetivo mais amplo desta iniciativa é o de identificar e dar visibilidade a esses povos e às agressões que eles sofrem nos seus direitos. Ainda segundo Maldos, as violações dizem respeito ao direito e à autonomia na gestão de seus territórios, bem como à cultura e à identidade enquanto comunidades diferenciadas culturalmente.
A primeira reunião do grupo, realizada no dia 28 de junho em Brasília, iniciou seus trabalhos com o levantamento de casos de violações de direitos humanos contra povos e comunidades tradicionais. Em breve o grupo deverá definir quais casos emblemáticos deverão receber as missões do CNDH. Estão previstas três missões a estados onde ocorreram violações.
Por fim, um relatório com recomendações aos órgãos e entidades responsáveis pela proteção dos direitos humanos será elaborado e submetido à aprovação pelo plenário do CNDH.
O GT é composto por dois conselheiros do CNDH, três representantes do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, pela FIAN-Brasil, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Comissão Pastoral da Terra; Conselho Federal de Psicologia, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Associação Brasileira de Antropologia, FIOCRUZ e Conselho Nacional de Justiça.
Histórico
A criação do Grupo de Trabalho dos Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais dá seguimento ao GT dos povos indígenas da região sul, realizado em 2016, e ao GT dos direitos dos povos e comunidades quilombolas, realizado em 2017.
No ano de 2018, a atuação com os povos e comunidades tradicionais será priorizada pela Comissão Permanente dos Direitos dos Povos Indígenas, dos Quilombolas, dos Povos e Comunidades Tradicionais, de Populações Afetadas por Grandes Empreendimentos e dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Envolvidos em Conflitos Fundiários

Últimas notícias

Na corda bamba: encontro debate uma economia para além do capital em São Paulo

Nos dias 3 a 5 de novembro de 2026, a Rede Jubileu Sul Brasil realiza, em São Paulo, o encontro “Na corda bamba: por uma…
Ler mais...

Redes e movimentos da América Latina e do Caribe levantam a voz contra o FMI e o Banco Mundial

No marco da Semana Mundial de Ação contra a Dívida e as Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), diversas redes e movimentos populares da América Latina e…
Ler mais...

Jubileu Sul/Américas mobiliza Semana de Ação Global contra a Dívida e as IFIs

A Rede Jubileu Sul/Américas (JS/A) convoca os movimentos e organizações populares de Nossa América, Abya Yala, a se somarem à Semana Mundial de Ação contra…
Ler mais...

CNDH cria grupo de trabalho para verificar violações de direitos humanos de povos e comunidades tradicionais

  • 11 de julho de 2018

Por CNDH
Com o objetivo de identificar violações de direitos humanos em povos e comunidades tradicionais do país, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) criou um grupo de trabalho (GT) que discutirá o tema. Além de levantar casos, o GT irá realizar missões a territórios tradicionais onde há violações constantes e elaborar recomendações para sanar problemas encontrados.
Para o coordenador do GT, o conselheiro Paulo Maldos, o objetivo mais amplo desta iniciativa é o de identificar e dar visibilidade a esses povos e às agressões que eles sofrem nos seus direitos. Ainda segundo Maldos, as violações dizem respeito ao direito e à autonomia na gestão de seus territórios, bem como à cultura e à identidade enquanto comunidades diferenciadas culturalmente.
A primeira reunião do grupo, realizada no dia 28 de junho em Brasília, iniciou seus trabalhos com o levantamento de casos de violações de direitos humanos contra povos e comunidades tradicionais. Em breve o grupo deverá definir quais casos emblemáticos deverão receber as missões do CNDH. Estão previstas três missões a estados onde ocorreram violações.
Por fim, um relatório com recomendações aos órgãos e entidades responsáveis pela proteção dos direitos humanos será elaborado e submetido à aprovação pelo plenário do CNDH.
O GT é composto por dois conselheiros do CNDH, três representantes do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, pela FIAN-Brasil, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Comissão Pastoral da Terra; Conselho Federal de Psicologia, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Associação Brasileira de Antropologia, FIOCRUZ e Conselho Nacional de Justiça.
Histórico
A criação do Grupo de Trabalho dos Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais dá seguimento ao GT dos povos indígenas da região sul, realizado em 2016, e ao GT dos direitos dos povos e comunidades quilombolas, realizado em 2017.
No ano de 2018, a atuação com os povos e comunidades tradicionais será priorizada pela Comissão Permanente dos Direitos dos Povos Indígenas, dos Quilombolas, dos Povos e Comunidades Tradicionais, de Populações Afetadas por Grandes Empreendimentos e dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Envolvidos em Conflitos Fundiários

Últimas notícias

Na corda bamba: encontro debate uma economia para além do capital em São Paulo

Nos dias 3 a 5 de novembro de 2026, a Rede Jubileu Sul Brasil realiza, em São Paulo, o encontro “Na corda bamba: por uma…
Ler mais...

Redes e movimentos da América Latina e do Caribe levantam a voz contra o FMI e o Banco Mundial

No marco da Semana Mundial de Ação contra a Dívida e as Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), diversas redes e movimentos populares da América Latina e…
Ler mais...

Jubileu Sul/Américas mobiliza Semana de Ação Global contra a Dívida e as IFIs

A Rede Jubileu Sul/Américas (JS/A) convoca os movimentos e organizações populares de Nossa América, Abya Yala, a se somarem à Semana Mundial de Ação contra…
Ler mais...