O Jubileu Sul Brasil lança a cartilha “Dívida pública e crise climática: entenda os impactos na nossa vida”, um material de educação popular que propõe refletir sobre a relação entre o sistema da dívida e os efeitos das mudanças climáticas — especialmente sobre os povos e comunidades historicamente oprimidos. Baixe gratuitamente no final do texto.
Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha mostra como as políticas de endividamento e os projetos econômicos afetam diretamente o meio ambiente, os corpos, territórios e os modos de vida. Demonstra como a dívida pública consome recursos que poderiam ser investidos em políticas sociais e ambientais, agravando a injustiça climática.
A publicação é dividida em partes que explicam de forma didática conceitos como mudanças climáticas, racismo ambiental - que atinge principalmente comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas-, transição energética, data centers e big techs; aborda o papel de instituições financeiras internacionais (como Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial) no modelo de desenvolvimento brasileiro, e ainda as chamadas falsas soluções para a crise, como o mercado de carbono e a "economia verde".

Entre outros, analisa criticamente projetos de energia eólica (onshore e offshore) e a mineração, mostrando que, mesmo sob o rótulo de "energia limpa", esses empreendimentos geram conflitos socioambientais e afetam diretamente os meios de vida de populações locais.
A cartilha também destaca o papel das mulheres na luta por justiça climática e soberania popular, mostrando como as desigualdades de gênero, raça e classe se aprofundam diante da crise climática e do endividamento público. Nesse cenário, a mulher é a mais afetada, seja pela sobrecarga de trabalho de cuidado, seja pela violência intensificada em contextos de desastres ambientais.
Convite à ação e à reflexão
Mais do que apenas explicar problemas, a cartilha se propõe a ser um instrumento para a ação. Ela convida as pessoas leitoras a refletirem sobre quem paga a conta do modelo de desenvolvimento atual e aponta a necessidade de se construir alternativas baseadas na soberania dos povos, na solidariedade e na centralidade da vida.
“Queremos fortalecer a compreensão sobre dívida pública e justiça climática e afirmar a soberania dos povos e a centralidade da vida”, destaca a apresentação do material.
A cartilha foi produzida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.
A publicação é gratuita e faz parte da coleção Ação Mulheres por reparação das dívidas sociais (disponível na biblioteca virtual clicando aqui), série de cartilhas que articulam, entre outros, os temas dívida pública, direitos dos povos e justiça socioambiental.
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O Jubileu Sul Brasil lança a cartilha “Dívida pública e crise climática: entenda os impactos na nossa vida”, um material de educação popular que propõe refletir sobre a relação entre o sistema da dívida e os efeitos das mudanças climáticas — especialmente sobre os povos e comunidades historicamente oprimidos. Baixe gratuitamente no final do texto.
Com linguagem acessível e ilustrações didáticas, a cartilha mostra como as políticas de endividamento e os projetos econômicos afetam diretamente o meio ambiente, os corpos, territórios e os modos de vida. Demonstra como a dívida pública consome recursos que poderiam ser investidos em políticas sociais e ambientais, agravando a injustiça climática.
A publicação é dividida em partes que explicam de forma didática conceitos como mudanças climáticas, racismo ambiental - que atinge principalmente comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas-, transição energética, data centers e big techs; aborda o papel de instituições financeiras internacionais (como Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial) no modelo de desenvolvimento brasileiro, e ainda as chamadas falsas soluções para a crise, como o mercado de carbono e a "economia verde".

Entre outros, analisa criticamente projetos de energia eólica (onshore e offshore) e a mineração, mostrando que, mesmo sob o rótulo de "energia limpa", esses empreendimentos geram conflitos socioambientais e afetam diretamente os meios de vida de populações locais.
A cartilha também destaca o papel das mulheres na luta por justiça climática e soberania popular, mostrando como as desigualdades de gênero, raça e classe se aprofundam diante da crise climática e do endividamento público. Nesse cenário, a mulher é a mais afetada, seja pela sobrecarga de trabalho de cuidado, seja pela violência intensificada em contextos de desastres ambientais.
Convite à ação e à reflexão
Mais do que apenas explicar problemas, a cartilha se propõe a ser um instrumento para a ação. Ela convida as pessoas leitoras a refletirem sobre quem paga a conta do modelo de desenvolvimento atual e aponta a necessidade de se construir alternativas baseadas na soberania dos povos, na solidariedade e na centralidade da vida.
“Queremos fortalecer a compreensão sobre dívida pública e justiça climática e afirmar a soberania dos povos e a centralidade da vida”, destaca a apresentação do material.
A cartilha foi produzida no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna.
A publicação é gratuita e faz parte da coleção Ação Mulheres por reparação das dívidas sociais (disponível na biblioteca virtual clicando aqui), série de cartilhas que articulam, entre outros, os temas dívida pública, direitos dos povos e justiça socioambiental.
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