Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Campanha “Pare TKCSA!” convoca para twitaço amanhã (21)

  • 20 de fevereiro de 2013

Por Adital

Nesta quinta-feira (21), das 15h às 17h, a Campanha "Pare TKCSA!” convoca a todos para twitaço contra a venda da empresa, denunciando a negociação de um perigoso empreendimento, que desperdiça recursos públicos e que causa efeitos nocivos à saúde e ao meio ambiente. Pela não venda de uma empresa sem licença de operação! E pela reparação dos danos causados aos moradores e pescadores de Santa Cruz e Baía de Sepetiba.

Para o twitaço se estarão usando: #PareTKCSA #NãoaVendaTKCSA #BNDESforaDaTKCSA #BaíaDeSepetibaPedeSocorro

Nesta sexta-feira, 22 de fevereiro, é o prazo final para o anúncio de quem será o novo dono da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA). A transnacional que desde 2006, ano do início de sua construção no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, acumula ações judiciais por violação de direitos humanos e ambientais, está prestes a ter mais da metade de suas ações negociadas com o aporte financeiro público. A empresa já perdeu todos os prazos previstos na lei ambiental para obter sua licença de operação.

A principal interessada nos 73% da empresa (os outros 27% são da Vale), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), caso seja a "escolhida”, deverá pedir mais R$ 4 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a compra da empresa. O banco já investiu R$ 2,3 bilhões em dinheiro público para financiar a construção da TKCSA, com empréstimos concedidos em 2007 e 2010. Esses empréstimos ainda não foram pagos. Ao longo dos 7 anos, a empresa já recebeu aproximadamente R$ 5 bilhões do dinheiro público das esferas municipal, estadual e federal, na forma de financiamentos, isenções fiscais, doações de terreno e não cobrança de multas.

A pressa em vender a empresa tem uma justificativa. Entre 2011 e 2012 a ThyssenKrupp sofreu a maior perda na sua história, quando só a Steel Americas (planta do Brasil e do Estados Unidos) deu um prejuízo de 3,6 bilhões de euros, cerca de R$ 9 bilhões. Agora, para minimizar o prejuízo, a TKCSA, que tem poluído a atmosfera em níveis capazes de provocar danos à saúde da população, está tendo sua venda subsidiada com dinheiro público.

Mais informações:

@InstitutoPACS

@justicaglobal

Últimas notícias

32º Grito leva para às ruas a defesa da soberania democrática

Neste ano, a defesa da soberania democrática e o enfrentamento ao imperialismo é um dos eixos de debate do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas.…
Ler mais...

“Mulheres em Ação” reúne lideranças para debater trabalho, violência, cuidado e resistência

Entre os dias 6 e 8 de agosto, a Rede Jubileu Sul Brasil realizou o encontro “Mulheres em Ação: reflexões e práticas nos territórios", em…
Ler mais...

Cimi lança na quinta-feira (13) relatório sobre violência contra povos indígenas em 2025

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança, na próxima quinta-feira (13), às 14h30 (horário de Brasília), o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil –…
Ler mais...

Campanha “Pare TKCSA!” convoca para twitaço amanhã (21)

  • 20 de fevereiro de 2013

Por Adital

Nesta quinta-feira (21), das 15h às 17h, a Campanha "Pare TKCSA!” convoca a todos para twitaço contra a venda da empresa, denunciando a negociação de um perigoso empreendimento, que desperdiça recursos públicos e que causa efeitos nocivos à saúde e ao meio ambiente. Pela não venda de uma empresa sem licença de operação! E pela reparação dos danos causados aos moradores e pescadores de Santa Cruz e Baía de Sepetiba.

Para o twitaço se estarão usando: #PareTKCSA #NãoaVendaTKCSA #BNDESforaDaTKCSA #BaíaDeSepetibaPedeSocorro

Nesta sexta-feira, 22 de fevereiro, é o prazo final para o anúncio de quem será o novo dono da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA). A transnacional que desde 2006, ano do início de sua construção no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, acumula ações judiciais por violação de direitos humanos e ambientais, está prestes a ter mais da metade de suas ações negociadas com o aporte financeiro público. A empresa já perdeu todos os prazos previstos na lei ambiental para obter sua licença de operação.

A principal interessada nos 73% da empresa (os outros 27% são da Vale), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), caso seja a "escolhida”, deverá pedir mais R$ 4 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a compra da empresa. O banco já investiu R$ 2,3 bilhões em dinheiro público para financiar a construção da TKCSA, com empréstimos concedidos em 2007 e 2010. Esses empréstimos ainda não foram pagos. Ao longo dos 7 anos, a empresa já recebeu aproximadamente R$ 5 bilhões do dinheiro público das esferas municipal, estadual e federal, na forma de financiamentos, isenções fiscais, doações de terreno e não cobrança de multas.

A pressa em vender a empresa tem uma justificativa. Entre 2011 e 2012 a ThyssenKrupp sofreu a maior perda na sua história, quando só a Steel Americas (planta do Brasil e do Estados Unidos) deu um prejuízo de 3,6 bilhões de euros, cerca de R$ 9 bilhões. Agora, para minimizar o prejuízo, a TKCSA, que tem poluído a atmosfera em níveis capazes de provocar danos à saúde da população, está tendo sua venda subsidiada com dinheiro público.

Mais informações:

@InstitutoPACS

@justicaglobal

Últimas notícias

32º Grito leva para às ruas a defesa da soberania democrática

Neste ano, a defesa da soberania democrática e o enfrentamento ao imperialismo é um dos eixos de debate do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas.…
Ler mais...

“Mulheres em Ação” reúne lideranças para debater trabalho, violência, cuidado e resistência

Entre os dias 6 e 8 de agosto, a Rede Jubileu Sul Brasil realizou o encontro “Mulheres em Ação: reflexões e práticas nos territórios", em…
Ler mais...

Cimi lança na quinta-feira (13) relatório sobre violência contra povos indígenas em 2025

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança, na próxima quinta-feira (13), às 14h30 (horário de Brasília), o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil –…
Ler mais...