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Boletim informativo – Junho/2021

  • 17 de junho de 2021

Confira o estudo sobre Circuitos Econômicos Solidários (CES)

O Jubileu Sul Brasil e o Jubileu Sul/Américas lançam nesta segunda-feira (21) o estudo “Experiências Econômicas Autogestionadas na América Latina e Caribe”. O evento, em parceria com a Semana Social Brasileira, tem transmissão ao vivo a partir das 19h30 na página do Facebook das organizações e também no YouTube, com a participação dos pesquisadores responsáveis pela publicação. 

O estudo traz exemplos práticos de experiências de circuitos econômicos solidários (CES) no Brasil, Guatemala, México e República Dominicana, como estratégia de liberação ao modelo de endividamento que subjuga os povos e os bens da natureza do sul global. Saiba mais: participe do lançamento

Emancipa: projeto Migração Sem Fronteira atendeu mais de 300 imigrantes e suas famílias no RS

Fazer uma ponte entre brasileiros, haitianos, venezuelanos e diversas outras nações da América Latina e também junto aos órgãos públicos que trabalham com os migrantes, fortalecendo vínculos na luta por direitos e contribuindo para diminuir as precariedades enfrentadas.

Este foi um dos objetivos do projeto, desenvolvimento no âmbito da ação de fortalecimento territorial apoiada pelo Jubileu Sul Brasil. Confira os desafios, aprendizados, experiências e resultados alcançados pela Rede Emancipa. 

A dívida pública é o coração das mazelas dos povos e da natureza

“O tema da dívida é um tema central, só que fica invisível. Não tem como defender o SUS se não exigirmos o fim da Emenda Constitucional 95, que congela o dinheiro da saúde, mas não congela o dinheiro do pagamento da dívida, por exemplo”. A afirmação é da economista Sandra Quintela, articuladora da Rede Jubileu Sul Brasil, no primeiro da série de vídeos que serão divulgados ao longo deste mês de junho, como parte da campanha A Vida Acima da Dívida

Lançada há quase um ano pelo Jubileu Sul/Américas, em 27 de julho de 2020, a campanha vem desenvolvendo uma série de ações para alertar sobre o impacto destrutivo do acúmulo e do pagamento da dívida pública ilegal na vida dos povos e da natureza. Assista o primeiro vídeo:

Modelos energéticos priorizados no país provocam injustiças socioambientais

Para tratar desses temas, conversamos com Joilson Costa (foto), que é Coordenador Executivo da Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil, articulação que reúne dezenas de organizações da sociedade civil e que visa, dentre os seus objetivos, “promover a conscientização e mobilização de cidadãos e cidadãs em vista da transformação do atual modelo energético, a partir da compreensão da energia como um direito, garantido por políticas públicas do Estado brasileiro”. Leia a íntegra.

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, é fundamental olharmos para as questões centrais que envolvem a agenda socioambiental no Brasil. Uma dessas questões é a política energética, as disputas econômicas e de poder que se dão em torno dela e os impactos das matrizes energéticas majoritárias em nosso país.

Entrevista: a “boiada” que tem passado é um rolo compressor na biodiversidade, nos Povos e Comunidades Tradicionais

Em entrevista para a Rede Jubileu Sul Brasil, Aline Lima, Rafaela Dornelas e Isabelle Rodrigues, todas do Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS), ressaltam que os principais impactos da política destrutiva em curso pelo governo Bolsonaro e pelo ministro Ricardo Salles “são direcionados para as populações negras e indígenas, as quais se destinam a maior parte dos danos do modelo de desenvolvimento. É importante destacar também a maior carga de impactos na vida das mulheres, que protagonizam o trabalho reprodutivo, de cuidado cotidiano, profundamente alterado com a chegada de megaprojetos nos territórios”. Veja a íntegra.

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No mês em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, é fundamental olharmos para as questões centrais que envolvem a agenda socioambiental no Brasil. Uma dessas questões é a política energética, as disputas econômicas e de poder que se dão em torno dela e os impactos das matrizes energéticas majoritárias em nosso país.

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