Redação | Rede Jubileu Sul Brasil
O Conselho político da Auditoria Cidadã da Dívida discutiu no último dia 8, as perspectivas e as formas de atuação frente ao atual cenário pós-eleições.

A coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, chamou a atenção para os privilégios ao setor financeiro, “que já não se satisfaz ‘apenas’ com os elevadíssimos juros da chamada dívida pública inflada por mecanismos ilegítimos, e cujo gasto ficou fora do teto estabelecido pela EC-95, mas quer se apoderar diretamente da arrecadação tributária através do esquema da ‘Securitização de Créditos’, de que trata o PLP 459/2017”
Alertou também para os demais projetos em andamento no Congresso Nacional que acirram os privilégios do setor financeiro, por exemplo:
Câmara e Senado
Levantamento da Auditoria Cidadã mostra que a composição da Câmara dos Deputados e Senado Federal foi alterada de forma significativa, com perdas de parlamentares importantes na luta contra o fim de direitos dos trabalhadores e do agravamento da financeirização da economia, mas com um novo cenário de novos políticos a ser trabalhado.
Para os próximos quatro anos, o Conselho definiu uma intensificação das atividades legislativas de conscientização dos membros do novo Congresso e ampliação de novos aliados para as pautas defendidas pela Auditoria Cidadã da Dívida e pelos movimentos sociais.
Fattorelli informou também que a Auditoria Cidadã da Dívida, por meio dos advogados Diego Cherulli e Guilherme Portanova apresentaram um agravo contra a cassação da liminar que pede a instalação de uma CPI Mista para cumprir o artigo 26 do ADCT da Constituição Federal e cumprir a auditoria da dívida. Vale revisitar a brilhante decisão do Juiz da 14a Vara Federal em Brasília:
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O Conselho político da Auditoria Cidadã da Dívida discutiu no último dia 8, as perspectivas e as formas de atuação frente ao atual cenário pós-eleições.

A coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, chamou a atenção para os privilégios ao setor financeiro, “que já não se satisfaz ‘apenas’ com os elevadíssimos juros da chamada dívida pública inflada por mecanismos ilegítimos, e cujo gasto ficou fora do teto estabelecido pela EC-95, mas quer se apoderar diretamente da arrecadação tributária através do esquema da ‘Securitização de Créditos’, de que trata o PLP 459/2017”
Alertou também para os demais projetos em andamento no Congresso Nacional que acirram os privilégios do setor financeiro, por exemplo:
Câmara e Senado
Levantamento da Auditoria Cidadã mostra que a composição da Câmara dos Deputados e Senado Federal foi alterada de forma significativa, com perdas de parlamentares importantes na luta contra o fim de direitos dos trabalhadores e do agravamento da financeirização da economia, mas com um novo cenário de novos políticos a ser trabalhado.
Para os próximos quatro anos, o Conselho definiu uma intensificação das atividades legislativas de conscientização dos membros do novo Congresso e ampliação de novos aliados para as pautas defendidas pela Auditoria Cidadã da Dívida e pelos movimentos sociais.
Fattorelli informou também que a Auditoria Cidadã da Dívida, por meio dos advogados Diego Cherulli e Guilherme Portanova apresentaram um agravo contra a cassação da liminar que pede a instalação de uma CPI Mista para cumprir o artigo 26 do ADCT da Constituição Federal e cumprir a auditoria da dívida. Vale revisitar a brilhante decisão do Juiz da 14a Vara Federal em Brasília:
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