Na semana da Pátria, especialmente no dia 7 de Setembro, acontece por todo o Brasil a 31ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas, que em 2025 tem o lema: “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de todo dia” e o tema permanente: “Vida em Primeiro Lugar!”. Nessa economia, movida pelo motor do lucro e da acumulação do capital, áreas como o trabalho e a distribuição de renda, a saúde e a habitação, a comunicação e a educação, a segurança e os transportes terminam em segundo plano, ou simplesmente esquecidas.
Naturaliza-se a violência em suas mais diversas formas e, com ela, o preconceito, o racismo, a discriminação e o machismo, quadro em que são vítimas as crianças, as mulheres, os povos originários e os extratos mais vulneráveis da população. Com as mudanças climáticas e a desigualdade socioeconômica, crescem as migrações forçadas, as deportações e a violação dos direitos humanos. Por pressão de representantes das oligarquias históricas, instalados no Congresso Nacional, as políticas públicas são abortadas e engavetadas como letra morta.
Neste ano o Grito será potencializado por uma nova edição do Plebiscito Popular, no qual estarão em pauta trabalho e distribuição de renda, economia e formas de violência estrutural, pobreza e a dívida pública.
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Na semana da Pátria, especialmente no dia 7 de Setembro, acontece por todo o Brasil a 31ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas, que em 2025 tem o lema: “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de todo dia” e o tema permanente: “Vida em Primeiro Lugar!”. Nessa economia, movida pelo motor do lucro e da acumulação do capital, áreas como o trabalho e a distribuição de renda, a saúde e a habitação, a comunicação e a educação, a segurança e os transportes terminam em segundo plano, ou simplesmente esquecidas.
Naturaliza-se a violência em suas mais diversas formas e, com ela, o preconceito, o racismo, a discriminação e o machismo, quadro em que são vítimas as crianças, as mulheres, os povos originários e os extratos mais vulneráveis da população. Com as mudanças climáticas e a desigualdade socioeconômica, crescem as migrações forçadas, as deportações e a violação dos direitos humanos. Por pressão de representantes das oligarquias históricas, instalados no Congresso Nacional, as políticas públicas são abortadas e engavetadas como letra morta.
Neste ano o Grito será potencializado por uma nova edição do Plebiscito Popular, no qual estarão em pauta trabalho e distribuição de renda, economia e formas de violência estrutural, pobreza e a dívida pública.
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