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14 de Março: Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, Pelos Rios, Pela Água e Pela Vida

  • 10 de março de 2015

mab14 de Março: Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, Pelos Rios, Pela Água e Pela Vida
Esta data foi definida em 1997, durante o 1º Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens que aconteceu no Brasil e, desde então, populações atingidas por barragens do mundo inteiro denunciam o setor elétrico que, historicamente, tem causado graves consequências sociais, econômicas, culturais e ambientais.

A energia se tornou um elemento central na retomada da produção e apropriação capitalista. E toda a cadeia produtiva da energia elétrica, desde a construção de hidrelétricas até a geração, transmissão e distribuição da energia, se transformou em fonte de elevada lucratividade e de intensa disputa, o que caracteriza um verdadeiro assalto aos nossos recursos naturais de base produtiva abundante.

Cada vez mais nosso compromisso é de nos organizarmos e de nos inserirmos nas lutas contra as transnacionais que se apropriam de nossa riqueza, pelos direitos dos trabalhadores, na defesa dos rios, da água e da vida. As manifestações da semana do 14 de março serão realizadas para pedir solução para a enorme dívida social e ambiental deixada pelas usinas já construídas, para fortalecer a luta por outro modelo energético e para avançar nas ações conjuntas entre os trabalhadores do campo e da cidade.

Portanto, reforçamos a importância da unidade na luta entre os povos e as diversas organizações, fortalecendo o internacionalismo contra o projeto do capital, numa luta que não é apenas da população atingida pelos lagos, pois todo o povo é atingido pelas altas tarifas da energia, pela privatização da água e por um golpe reacionário da direita que quer derrubar as conquistas dos trabalhadores e se aprofundar no controle e domínio de nossas riquezas naturais estratégicas, como é o petróleo.

Por fim, reforçamos a convocação para que todos e todas participem de grandes jornadas de lutas no Brasil, na América Latina e no mundo neste 14 de março. Devemos, mais do que nunca, nos manter firmes e organizados para dar continuidade na luta local, nacional e internacional, organizando os atingidos por barragens, os trabalhadores da energia e toda a classe trabalhadora.

Porém, nossas lutas deverão ir para além desta data, elas devem ser permanentes, contra as empresas transnacionais privatistas e rentistas, contra os altos preços das tarifas de energia, onde a água e a energia não sejam mercadorias e a riqueza gerada esteja sobre o controle popular.

Água e energia não são mercadorias!

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Cada vez mais nosso compromisso é de nos organizarmos e de nos inserirmos nas lutas contra as transnacionais que se apropriam de nossa riqueza, pelos direitos dos trabalhadores, na defesa dos rios, da água e da vida. As manifestações da semana do 14 de março serão realizadas para pedir solução para a enorme dívida social e ambiental deixada pelas usinas já construídas, para fortalecer a luta por outro modelo energético e para avançar nas ações conjuntas entre os trabalhadores do campo e da cidade.

Portanto, reforçamos a importância da unidade na luta entre os povos e as diversas organizações, fortalecendo o internacionalismo contra o projeto do capital, numa luta que não é apenas da população atingida pelos lagos, pois todo o povo é atingido pelas altas tarifas da energia, pela privatização da água e por um golpe reacionário da direita que quer derrubar as conquistas dos trabalhadores e se aprofundar no controle e domínio de nossas riquezas naturais estratégicas, como é o petróleo.

Por fim, reforçamos a convocação para que todos e todas participem de grandes jornadas de lutas no Brasil, na América Latina e no mundo neste 14 de março. Devemos, mais do que nunca, nos manter firmes e organizados para dar continuidade na luta local, nacional e internacional, organizando os atingidos por barragens, os trabalhadores da energia e toda a classe trabalhadora.

Porém, nossas lutas deverão ir para além desta data, elas devem ser permanentes, contra as empresas transnacionais privatistas e rentistas, contra os altos preços das tarifas de energia, onde a água e a energia não sejam mercadorias e a riqueza gerada esteja sobre o controle popular.

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