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10 anos do “Não à ALCA” - Jubileu Sul Brasil presente em ato de lançamento da Jornada Anti-imperialista

  • 6 de outubro de 2015

Para marcar os dez anos da vitória popular sobre a Área de Livre Comércio das América, a ALCA, e refletir sobre os desafios atuais da luta popular, movimentos sociais, redes e articulações realizarão em São Paulo, nesta quarta-feira, dia 7 de outubro, o ato de lançamento nacional da Jornada Continental de Luta Anti-imperialista, que acontecerá em mais de 20 países, de 5 a 22 de novembro de 2015. A rede Jubileu Sul Brasil, atuante em todo o processo de mobilização e realização do Plebiscito Popular que, em 2002, levou a população brasileira a dizer “Não” à ALCA estará presente. O lançamento acontecerá no Sindicato dos Engenheiros, às 19h.
A programação contará com a formação de uma mesa com a presença das principais organizações nacionais que fizeram parte do processo do Plebiscito Popular contra a ALCA – entre elas a rede Jubileu Sul Brasil. Em seguida, está marcado o debate “Desafios atuais da luta anti-imperialista”, com participação de João Pedro Stédile, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e representantes da Articulação Continental dos Movimentos Sociais da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA).
Para a rede Jubileu Sul Brasil a Campanha Contra a ALCA, até a sua derrota, é parte de uma luta maior para construir e promover a participação popular nas decisões que afetam diretamente os povos. Desde este começo já se foram mais de 15 anos de grandes lutas. A derrota da ALCA, no formato que nos foi apresentado pelos governos, já se passaram 10 anos, quando da luta popular travada em Mar del Plata, Argentina em 2005. As ruas desta cidade argentina foram tomadas por lutadores/as de toda a América que gritavam em uníssonos: No al ALCA, Otra América es Posible.
A rede acredita que é de extrema importância valorizar um momento que teve grande força popular, no qual a voz do povo se saiu vitoriosa, numa articulação continental que até hoje reverbera. “O ato de lançamento desta Jornada vem para mostrar uma parte importante da história dos movimentos sociais. E passados 10 anos, é chegado o momento de nos reencontrarmos e olharmos o caminho construído em processo e nos perguntar: o que aprendemos e o que ainda podemos construir juntos pela soberania dos Povos?”, afirma Rosilene Wansetto, secretaria da rede Jubileu Sul Brasil.
De acordo com a Secretaria Operativa ALBA Movimentos, no Brasil, o significado desta vitória recai na derrota imperialismo. “O significado da vitória popular sobre a ALCA está relacionado ao reconhecimento de que a unidade acima de quaisquer diferenças é o que assegura a capacidade dos movimentos sociais populares de enfrentarem ameaças comuns e os desafios que nos impõem a conjuntura atual. Nesse sentido, a vitória sobre a ALCA constituiu uma demonstração de força dos povos deste continente sobre o imperialismo”, explica Roger Lai.
Mobilização
A proposta é que depois deste ato de lançamento, se convoquem amplas plenárias com os movimentos sociais como preparativo para a Jornada de luta Anti-imperialista que está marcada para 5 a 22 de novembro. Alguns atos já estão previstos para o dia 5 em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília
“Após o dia 5 de novembro, acreditamos ser importante organizar mais atividades de formação, como seminários, debates, para que entendamos de maneira concreta como o imperialismo constitui uma ameaça para os povos do continente e qual a importância de nos unirmos inclusive internacionalmente em torno dessa pauta”, informou Roger.
A Jornada Continental de Luta Anti-Imperialista vai de 5 a 22 de novembro, em diversos países, e culminará no Encontro Hemisférico em Cuba, de 20 a 22 de novembro.
Para mais informações: https://www.facebook.com/events/1764073073820073/

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A programação contará com a formação de uma mesa com a presença das principais organizações nacionais que fizeram parte do processo do Plebiscito Popular contra a ALCA – entre elas a rede Jubileu Sul Brasil. Em seguida, está marcado o debate “Desafios atuais da luta anti-imperialista”, com participação de João Pedro Stédile, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e representantes da Articulação Continental dos Movimentos Sociais da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA).
Para a rede Jubileu Sul Brasil a Campanha Contra a ALCA, até a sua derrota, é parte de uma luta maior para construir e promover a participação popular nas decisões que afetam diretamente os povos. Desde este começo já se foram mais de 15 anos de grandes lutas. A derrota da ALCA, no formato que nos foi apresentado pelos governos, já se passaram 10 anos, quando da luta popular travada em Mar del Plata, Argentina em 2005. As ruas desta cidade argentina foram tomadas por lutadores/as de toda a América que gritavam em uníssonos: No al ALCA, Otra América es Posible.
A rede acredita que é de extrema importância valorizar um momento que teve grande força popular, no qual a voz do povo se saiu vitoriosa, numa articulação continental que até hoje reverbera. “O ato de lançamento desta Jornada vem para mostrar uma parte importante da história dos movimentos sociais. E passados 10 anos, é chegado o momento de nos reencontrarmos e olharmos o caminho construído em processo e nos perguntar: o que aprendemos e o que ainda podemos construir juntos pela soberania dos Povos?”, afirma Rosilene Wansetto, secretaria da rede Jubileu Sul Brasil.
De acordo com a Secretaria Operativa ALBA Movimentos, no Brasil, o significado desta vitória recai na derrota imperialismo. “O significado da vitória popular sobre a ALCA está relacionado ao reconhecimento de que a unidade acima de quaisquer diferenças é o que assegura a capacidade dos movimentos sociais populares de enfrentarem ameaças comuns e os desafios que nos impõem a conjuntura atual. Nesse sentido, a vitória sobre a ALCA constituiu uma demonstração de força dos povos deste continente sobre o imperialismo”, explica Roger Lai.
Mobilização
A proposta é que depois deste ato de lançamento, se convoquem amplas plenárias com os movimentos sociais como preparativo para a Jornada de luta Anti-imperialista que está marcada para 5 a 22 de novembro. Alguns atos já estão previstos para o dia 5 em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília
“Após o dia 5 de novembro, acreditamos ser importante organizar mais atividades de formação, como seminários, debates, para que entendamos de maneira concreta como o imperialismo constitui uma ameaça para os povos do continente e qual a importância de nos unirmos inclusive internacionalmente em torno dessa pauta”, informou Roger.
A Jornada Continental de Luta Anti-Imperialista vai de 5 a 22 de novembro, em diversos países, e culminará no Encontro Hemisférico em Cuba, de 20 a 22 de novembro.
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