
Representantes de entidades da sociedade civil organizada durante ato político na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) / Lula Marques/ PT na Câmara
Parlamentares
Integrantes de cinco partidos – PT, PSB, PCdoB, Rede e Psol – compareceram ao ato da sociedade civil, entre deputados e senadores. Ao todo, a mobilização das organizações envolvidas na manifestação alcançou cerca de 50 assinaturas de parlamentares interessados em participar do grupo. Para a criação oficial de frentes mistas, que reúnem membros das duas casas legislativas, o regimento exige 198 nomes, que correspondem à soma de um terço dos integrantes do Congresso Nacional. Ao final do ato, as entidades entregaram à deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ) um manifesto assinado pelas 47 organizações que pedem a criação da frente. A ideia do movimento é seguir em campanha para atrair o apoio de outros parlamentares, inclusive membros de legendas que não estão no espectro do campo progressista. “Neste momento de perseguição política a quem luta, é fundamental que a gente se organize amplamente em defesa da democracia. Não se trata de esquerda e direita neste momento, e sim de garantir, inicialmente, os princípios constitucionais”, afirmou a psolista, após o recebimento da carta. De acordo com o texto do manifesto, a criação da Frente serviria para fortalecer a resistência democrática e propor, no âmbito do parlamento, ações que possam contribuir para o aprimoramento do sistema de garantia de direitos. Apesar do atual contexto ultraconservador, Talíria Petrone disse acreditar na possibilidade de avanços. “Acho que a gente tem uma dupla tarefa: por um lado, a resistência, pra não perder aquilo em que a gente já avançou, mas, paralelamente a isso, é preciso afirmar uma agenda que preveja mudanças estruturais. É difícil, mas acho que é uma resistência ativa”, finalizou. As frentes parlamentares são grupos que reúnem integrantes do Poder Legislativo para discutir e fortalecer causas de interesse comum. Ao todo, o Congresso conta com cerca de 200 agremiações dessa natureza.Edição: Mauro Ramos
Confira a carta das entidades ao parlamento: Carta_ao_Palarmento_-_CN_Final__2_Últimas notícias

Representantes de entidades da sociedade civil organizada durante ato político na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) / Lula Marques/ PT na Câmara
Parlamentares
Integrantes de cinco partidos – PT, PSB, PCdoB, Rede e Psol – compareceram ao ato da sociedade civil, entre deputados e senadores. Ao todo, a mobilização das organizações envolvidas na manifestação alcançou cerca de 50 assinaturas de parlamentares interessados em participar do grupo. Para a criação oficial de frentes mistas, que reúnem membros das duas casas legislativas, o regimento exige 198 nomes, que correspondem à soma de um terço dos integrantes do Congresso Nacional. Ao final do ato, as entidades entregaram à deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ) um manifesto assinado pelas 47 organizações que pedem a criação da frente. A ideia do movimento é seguir em campanha para atrair o apoio de outros parlamentares, inclusive membros de legendas que não estão no espectro do campo progressista. “Neste momento de perseguição política a quem luta, é fundamental que a gente se organize amplamente em defesa da democracia. Não se trata de esquerda e direita neste momento, e sim de garantir, inicialmente, os princípios constitucionais”, afirmou a psolista, após o recebimento da carta. De acordo com o texto do manifesto, a criação da Frente serviria para fortalecer a resistência democrática e propor, no âmbito do parlamento, ações que possam contribuir para o aprimoramento do sistema de garantia de direitos. Apesar do atual contexto ultraconservador, Talíria Petrone disse acreditar na possibilidade de avanços. “Acho que a gente tem uma dupla tarefa: por um lado, a resistência, pra não perder aquilo em que a gente já avançou, mas, paralelamente a isso, é preciso afirmar uma agenda que preveja mudanças estruturais. É difícil, mas acho que é uma resistência ativa”, finalizou. As frentes parlamentares são grupos que reúnem integrantes do Poder Legislativo para discutir e fortalecer causas de interesse comum. Ao todo, o Congresso conta com cerca de 200 agremiações dessa natureza.Edição: Mauro Ramos
Confira a carta das entidades ao parlamento: Carta_ao_Palarmento_-_CN_Final__2_Últimas notícias
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