Propósito da caravana: denúncia e proposta de alternativas
A delegação é o resultado de um processo de articulação e debates que incluiu um seminário de três dias realizado em Fortaleza no último mês de agosto. A ideia é fortalecer a participação social e dar visibilidade às múltiplas demandas da região. Representantes de mais de 30 coletivos como A Rua É Nóis, Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC), Rede Jubilel Sul, Central de Movimentos Populares (CMP), Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento Negro Unificado (MNU), Terramar e outros, compõem a delegação que irá a Belém.
As organizações da sociedade civil que compõem a delegação se reconhecem como guardiãs e guardiões de saberes e práticas que oferecem alternativas concretas e defendem a participação nas decisões que envolvam seus territórios. Durante o seminário “Transição ou transação energética: conflitos, violação de direitos, clima e o poder digital”, realizado na capital cearense, foi elaborado um manifesto com propostas para enfrentar a crise ambiental com respeito aos territórios, às pessoas, à natureza e ao bem viver.
"Nós, povos do Nordeste, reafirmamos que, de um lado, iremos permanecer lutando pela manutenção da vida na região e no mundo; de outro lado, continuaremos denunciando que empresas e estados estão longe de apontar transição energética justa e inclusiva", denuncia a “Carta Política da Cúpula dos Povos Nordeste”, documento* elaborado nos encontros de preparação em Fortaleza (acesse a íntegra da carta no final do texto).
Críticas ao modelo atual e a luta por uma transição justa
O movimento denuncia veementemente a narrativa atual de "transição energética" pois entende que se trata de um processo de mercantilização da ecologia, que ganha novas roupagens sob o manto de "falsas soluções" para o enfrentamento da crise climática.
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Propósito da caravana: denúncia e proposta de alternativas
A delegação é o resultado de um processo de articulação e debates que incluiu um seminário de três dias realizado em Fortaleza no último mês de agosto. A ideia é fortalecer a participação social e dar visibilidade às múltiplas demandas da região. Representantes de mais de 30 coletivos como A Rua É Nóis, Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC), Rede Jubilel Sul, Central de Movimentos Populares (CMP), Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento Negro Unificado (MNU), Terramar e outros, compõem a delegação que irá a Belém.
As organizações da sociedade civil que compõem a delegação se reconhecem como guardiãs e guardiões de saberes e práticas que oferecem alternativas concretas e defendem a participação nas decisões que envolvam seus territórios. Durante o seminário “Transição ou transação energética: conflitos, violação de direitos, clima e o poder digital”, realizado na capital cearense, foi elaborado um manifesto com propostas para enfrentar a crise ambiental com respeito aos territórios, às pessoas, à natureza e ao bem viver.
"Nós, povos do Nordeste, reafirmamos que, de um lado, iremos permanecer lutando pela manutenção da vida na região e no mundo; de outro lado, continuaremos denunciando que empresas e estados estão longe de apontar transição energética justa e inclusiva", denuncia a “Carta Política da Cúpula dos Povos Nordeste”, documento* elaborado nos encontros de preparação em Fortaleza (acesse a íntegra da carta no final do texto).
Críticas ao modelo atual e a luta por uma transição justa
O movimento denuncia veementemente a narrativa atual de "transição energética" pois entende que se trata de um processo de mercantilização da ecologia, que ganha novas roupagens sob o manto de "falsas soluções" para o enfrentamento da crise climática.
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