O evento destacou o artesanato indígena não apenas como expressão cultural e identidade dos povos originários, mas também como importante ferramenta de geração de renda para as mulheres da comunidade, que encontram na produção artesanal uma forma de autonomia econômica e valorização de seus saberes.
“Tivemos muitas coisas na nossa feira. Cada artesã fez uma breve apresentação de seus produtos. E foi bastante gratificante a cada momento”, afirmou Hellen Kokama.
Além da exposição e venda das peças, a programação incluiu momentos de confraternização e resistência cultural. Ao final do evento, as participantes e visitantes dançaram juntos em uma celebração da união dos povos indígenas.
“No fim tivemos nossa dança, a união dos povos indígenas, pois nós somos isso. Não deixar a cultura morrer, não esquecer de nossa ancestralidade. Todos dançaram”, completou Hellen.
Durante a feira, também foram distribuídos gratuitamente cartilhas e materiais informativos produzidos pela Rede Jubileu Sul Brasil. As publicações abordam temas fundamentais para a organização comunitária e os direitos das mulheres, como o combate à violência contra a mulher, o endividamento público e a crise climática, conectando a luta por justiça social e ambiental à valorização das culturas tradicionais.
Conheça as cartilhas e baixe acessando a biblioteca digital do Jubileu Sul.
A Feira Cultural da Associação Wainakana Ayukawarana reforçou o papel das lideranças femininas indígenas na articulação de iniciativas que unem tradição, arte, educação popular e economia solidária, fortalecendo ainda o engajamento comunitário.
A geração de renda fortalece as mulheres e o conjunto da comunidade na luta por moradia digna. Em fevereiro de 2026, foi iniciado o cadastramento das famílias para a titularização definitiva do território, uma conquista que vem sendo construída coletivamente desde 2018, após anos de enfrentamento de entraves jurídicos, institucionais e riscos de despejo (saiba mais).
As atividades em Manaus são parte do projeto "Resistência e defesa de direitos frente ao sobre-endividamento público", realizado pelo Jubileu Sul Brasil por meio do Termo de Fomento nº 984635/2025, firmado com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 36110013, de autoria da deputada federal Luiza Erundina (PSOL-SP), e da Emenda Parlamentar nº 44830012, do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ).
Por Flaviana Serafim - Jubileu Sul Brasil Últimas notícias
O evento destacou o artesanato indígena não apenas como expressão cultural e identidade dos povos originários, mas também como importante ferramenta de geração de renda para as mulheres da comunidade, que encontram na produção artesanal uma forma de autonomia econômica e valorização de seus saberes.
“Tivemos muitas coisas na nossa feira. Cada artesã fez uma breve apresentação de seus produtos. E foi bastante gratificante a cada momento”, afirmou Hellen Kokama.
Além da exposição e venda das peças, a programação incluiu momentos de confraternização e resistência cultural. Ao final do evento, as participantes e visitantes dançaram juntos em uma celebração da união dos povos indígenas.
“No fim tivemos nossa dança, a união dos povos indígenas, pois nós somos isso. Não deixar a cultura morrer, não esquecer de nossa ancestralidade. Todos dançaram”, completou Hellen.
Durante a feira, também foram distribuídos gratuitamente cartilhas e materiais informativos produzidos pela Rede Jubileu Sul Brasil. As publicações abordam temas fundamentais para a organização comunitária e os direitos das mulheres, como o combate à violência contra a mulher, o endividamento público e a crise climática, conectando a luta por justiça social e ambiental à valorização das culturas tradicionais.
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A Feira Cultural da Associação Wainakana Ayukawarana reforçou o papel das lideranças femininas indígenas na articulação de iniciativas que unem tradição, arte, educação popular e economia solidária, fortalecendo ainda o engajamento comunitário.
A geração de renda fortalece as mulheres e o conjunto da comunidade na luta por moradia digna. Em fevereiro de 2026, foi iniciado o cadastramento das famílias para a titularização definitiva do território, uma conquista que vem sendo construída coletivamente desde 2018, após anos de enfrentamento de entraves jurídicos, institucionais e riscos de despejo (saiba mais).
As atividades em Manaus são parte do projeto "Resistência e defesa de direitos frente ao sobre-endividamento público", realizado pelo Jubileu Sul Brasil por meio do Termo de Fomento nº 984635/2025, firmado com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 36110013, de autoria da deputada federal Luiza Erundina (PSOL-SP), e da Emenda Parlamentar nº 44830012, do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ).
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