
Roda de conversa no Quilombo da Gamboa, na Pequena África, região portuária do Rio de Janeiro.
Troca de saberes e fortalecimento comunitário
A atividade começou de forma acolhedora, com a música “Povoada” e um caldo de ervilha quente, que simbolizou o alimento como afeto e resistência. Em seguida, as mediadoras guiaram o debate trazendo reflexões, entre outros sobre a importância da soberania alimentar e da agricultura urbana, estratégias comunitárias de enfrentamento à fome e políticas públicas necessárias para garantir direitos básicos.
A atividade teve início ao som da música Povoada e seguiu com uma acolhida calorosa: um caldo de ervilha coletivo, que aqueceu o corpo e abriu caminho para os debates. As mediadoras provocaram reflexões sobre o papel das mulheres na luta pela soberania alimentar e a urgência de políticas públicas que garantam o direito à alimentação e o enfrentamento à fome, especialmente em comunidades periféricas e ocupações urbanas. Além do debate, a atividade também foi um momento para divulgar e mobilizar o Plebiscito Popular, incentivando a participação cidadã e a mobilização das mulheres em torno da justiça social e da democracia popular. Muitas das presentes participaram da votação sobre o fim da escala 6x1 sem redução salarial, pela isenção de imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil e taxação de quem ganha acima de R$ 50 mil. Ao final, houve sorteio de camisetas e bolsas da Rede JSB. O evento fortaleceu a articulação entre movimentos populares, coletivos de mulheres e organizações da sociedade civil. A atividade ocorreu no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna. Por Comunicação - Jubileu Sul BrasilÚltimas notícias

Roda de conversa no Quilombo da Gamboa, na Pequena África, região portuária do Rio de Janeiro.
Troca de saberes e fortalecimento comunitário
A atividade começou de forma acolhedora, com a música “Povoada” e um caldo de ervilha quente, que simbolizou o alimento como afeto e resistência. Em seguida, as mediadoras guiaram o debate trazendo reflexões, entre outros sobre a importância da soberania alimentar e da agricultura urbana, estratégias comunitárias de enfrentamento à fome e políticas públicas necessárias para garantir direitos básicos.
A atividade teve início ao som da música Povoada e seguiu com uma acolhida calorosa: um caldo de ervilha coletivo, que aqueceu o corpo e abriu caminho para os debates. As mediadoras provocaram reflexões sobre o papel das mulheres na luta pela soberania alimentar e a urgência de políticas públicas que garantam o direito à alimentação e o enfrentamento à fome, especialmente em comunidades periféricas e ocupações urbanas. Além do debate, a atividade também foi um momento para divulgar e mobilizar o Plebiscito Popular, incentivando a participação cidadã e a mobilização das mulheres em torno da justiça social e da democracia popular. Muitas das presentes participaram da votação sobre o fim da escala 6x1 sem redução salarial, pela isenção de imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil e taxação de quem ganha acima de R$ 50 mil. Ao final, houve sorteio de camisetas e bolsas da Rede JSB. O evento fortaleceu a articulação entre movimentos populares, coletivos de mulheres e organizações da sociedade civil. A atividade ocorreu no âmbito do projeto “Resistência e defesa dos direitos frente o sobre-endividamento e às mudanças climáticas”, realizado pela Rede Jubileu Sul Brasil conforme o Termo de Fomento nº 962421/2024, firmado com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania, decorrente da Emenda Parlamentar nº 39840002, de autoria da Deputada Federal Fernanda Melchionna. Por Comunicação - Jubileu Sul BrasilÚltimas notícias
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