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Pastoral Operária quer “refrescar" a memória dos que defendem a Ditadura Militar com história de Santo Dias

  • 14 de junho de 2018

Redação | Jubileu
A Coordenação Colegiada Nacional da Pastoral Operária (PO) se reuniu entre os dias 4 e 6 de junho, em sua sede nacional, na capital paulista, para planejar os trabalhos da pastoral após 19ª Assembleia, realizada em março deste ano. Entre as prioridades para o triênio de 2018 a 2020, a PO destacou a Formação, a Comunicação e a necessidade de apontar aos brasileiros a tortura, a deflagração de direitos humanos a que os tempos da Ditadura Militar (1964-1985) submeteram a população.
Para a Pastoral Operária é preciso “refrescar a memória com a história dos tantos mártires do período da ditadura militar no Brasil”, em especial a história de Santo Dias. Ele foi morto pela polícia militar em 1979 e se tornou símbolo da luta operária contra a desigualdade. Quase 30 anos depois, há o esforço de não deixar apagar a memória do militante. “Parece que na atual conjuntura, em que muitos desejam a volta da intervenção militar é de suma importância falarmos dele para que a memória não se apague”.
Durante a reunião, os membros da PO também informaram que para atender a demanda da Assembleia de março, a equipe nacional organizou um cronograma de produção de subsídios de formação, em vários níveis, desde a base [grupos de base, nas comunidades, paróquias, dioceses], até formações estaduais/regionais e nacional.
A sugestão é que esse material seja apresentado em rodas de conversa e trabalhem temas como o que é a Pastoral Operária, a Doutrina Social da Igreja e o Mundo do Trabalho, Espiritualidade do Trabalho, Conjuntural social, política e eclesial, as formas de organização de trabalhadores [sindicatos e associações]. Além de como funciona a sociedade, o sistema político, a organização partidária, a economia popular solidária, dívida publica, entre outros temas.
“O processo dessa formação será acompanhado, avaliado e seus registros culminarão na celebração dos 50 anos da PO, em 2020”, revelam. Sobre a Comunicação, a PO entende a necessidade de melhorar a comunicação e contribuir para combater a alienação dos meios de massa.
A sustentabilidade da PO também foi tema da reunião. “O plano de mobilização de recursos vai desde a contribuição dos militantes, campanhas, assinaturas do Jornal Conquistar, bazar, show de prêmios, projetos via editais, e projetos com a cooperação internacional”.
Confira a composição da Coordenação Nacional da Pastoral Operária, com destaque para a grande presença de mulheres.
 Francismarina Vale – Região Sudeste
Iguaracira Fidelis Maia – Região Nordeste
Domitila da Silva Pereira - Região Norte
Jardel Neves Lopes – Coordenador Liberado
Ir. Marcia do Amaral Miranda, ICC – Assessora Religiosa
Monica Helena de Andrade Fidelis – Coordenadora Liberada
Miguel Pipolo – Padre Assessor Eclesiástico
Reginaldo Andrietta – Bispo Referencial para CNBB

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Para a Pastoral Operária é preciso “refrescar a memória com a história dos tantos mártires do período da ditadura militar no Brasil”, em especial a história de Santo Dias. Ele foi morto pela polícia militar em 1979 e se tornou símbolo da luta operária contra a desigualdade. Quase 30 anos depois, há o esforço de não deixar apagar a memória do militante. “Parece que na atual conjuntura, em que muitos desejam a volta da intervenção militar é de suma importância falarmos dele para que a memória não se apague”.
Durante a reunião, os membros da PO também informaram que para atender a demanda da Assembleia de março, a equipe nacional organizou um cronograma de produção de subsídios de formação, em vários níveis, desde a base [grupos de base, nas comunidades, paróquias, dioceses], até formações estaduais/regionais e nacional.
A sugestão é que esse material seja apresentado em rodas de conversa e trabalhem temas como o que é a Pastoral Operária, a Doutrina Social da Igreja e o Mundo do Trabalho, Espiritualidade do Trabalho, Conjuntural social, política e eclesial, as formas de organização de trabalhadores [sindicatos e associações]. Além de como funciona a sociedade, o sistema político, a organização partidária, a economia popular solidária, dívida publica, entre outros temas.
“O processo dessa formação será acompanhado, avaliado e seus registros culminarão na celebração dos 50 anos da PO, em 2020”, revelam. Sobre a Comunicação, a PO entende a necessidade de melhorar a comunicação e contribuir para combater a alienação dos meios de massa.
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Confira a composição da Coordenação Nacional da Pastoral Operária, com destaque para a grande presença de mulheres.
 Francismarina Vale – Região Sudeste
Iguaracira Fidelis Maia – Região Nordeste
Domitila da Silva Pereira - Região Norte
Jardel Neves Lopes – Coordenador Liberado
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