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Aleida Guevara, Rula Shaheed, povo Krenak e outras 1.500 pessoas participam do Tribunal Popular no Rio de Janeiro

  • 8 de novembro de 2024

Tribunal Popular pretende ser um espaço para denunciar as políticas imperialistas que afetam os povos e a natureza de todo o mundo

O Tribunal Popular: o imperialismo no banco dos réus será realizado no dia 15 de novembro, no Rio de Janeiro. Durante toda a tarde deste dia, 1.500 pessoas estarão reunidas na Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24, centro do Rio de Janeiro).

Os tribunais populares anti-imperialistas acumulam uma longa tradição herdada de outros como o Tribunal Russell, o Tribunal Permanente dos Povos, o Tribunal Benito Juárez, o Tribunal de Bruxelas, e os que se realizaram por ocasião de cúpulas populares anteriores em várias partes do mundo.

A organização deste Tribunal Popular pretende ser um espaço para denunciar as políticas imperialistas que afetam os povos e a natureza. Também se propõe a dar visibilidade às maneiras pelas quais as guerras de todos os tipos destruíram as várias formas de democracia. Nesse sentido, o objetivo desta atividade é apresentar aos povos os impactos e as consequências das políticas imperialistas e as reparações correspondentes. O objetivo é produzir um julgamento dos casos analisados a fim de condenar o capitalismo por seus crimes contra os direitos humanos.

Para a ocasião, o Tribunal Popular ouvirá as acusações e as evidências que permitem provar os crimes graves cometidos contra a humanidade que se manifestam, neste caso específico, em relação:

  • ao genocídio do povo palestino, que também tem práticas semelhantes nos casos do massacre dos povos do Líbano, do Iêmen e do Sudão;
  • ao Acordo União Europeia-Mercosul, que é um exemplo de indução da pobreza por meio de políticas de austeridade e acordos de livre comércio, problemática também existente em países como Sri Lanka, Paquistão, Brasil e Argentina;
  • ao bloqueio contra o povo Cubano, que viola a soberania e autodeterminação dos povos, problemas que também vitimizam  o povo da Venezuela e do Haiti; e
  • ao caso de Mariana e do extermínio da juventude preta nas periferias do Rio Janeiro, casos que evidenciam o racismo estrutural e ambiental no Brasil, mas que igualmente são realidades na Índia, Equador, Chile, Argentina e Paraguai.

Entre as pessoas que foram convocadas para testemunhar nesses casos estão: Rula Shaheed (Palestina), Morgan Ody (França), Aleida Guevara (Cuba) entre outras. Entre seus jurados, esse Tribunal Popular incluirá representantes dos povos venezuelano, palestino, indígena e negro do Brasil, Argentina, Burkina Faso e Haiti.

O Tribunal está sendo organizado pelo MST, Marcha Mundial das Mulheres, PCdoB, Jubileu Sul Brasil, Movimentos da ALBA, Amigos da Terra Brasil, ABJD, MAM, Assembleia Internacional dos Povos, CONAM e conta também com o apoio da Jornada Continental pela Democracia e Contra o Neoliberalismo.

Por Comunicação - Tribunal dos Povos

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Para a ocasião, o Tribunal Popular ouvirá as acusações e as evidências que permitem provar os crimes graves cometidos contra a humanidade que se manifestam, neste caso específico, em relação:

  • ao genocídio do povo palestino, que também tem práticas semelhantes nos casos do massacre dos povos do Líbano, do Iêmen e do Sudão;
  • ao Acordo União Europeia-Mercosul, que é um exemplo de indução da pobreza por meio de políticas de austeridade e acordos de livre comércio, problemática também existente em países como Sri Lanka, Paquistão, Brasil e Argentina;
  • ao bloqueio contra o povo Cubano, que viola a soberania e autodeterminação dos povos, problemas que também vitimizam  o povo da Venezuela e do Haiti; e
  • ao caso de Mariana e do extermínio da juventude preta nas periferias do Rio Janeiro, casos que evidenciam o racismo estrutural e ambiental no Brasil, mas que igualmente são realidades na Índia, Equador, Chile, Argentina e Paraguai.

Entre as pessoas que foram convocadas para testemunhar nesses casos estão: Rula Shaheed (Palestina), Morgan Ody (França), Aleida Guevara (Cuba) entre outras. Entre seus jurados, esse Tribunal Popular incluirá representantes dos povos venezuelano, palestino, indígena e negro do Brasil, Argentina, Burkina Faso e Haiti.

O Tribunal está sendo organizado pelo MST, Marcha Mundial das Mulheres, PCdoB, Jubileu Sul Brasil, Movimentos da ALBA, Amigos da Terra Brasil, ABJD, MAM, Assembleia Internacional dos Povos, CONAM e conta também com o apoio da Jornada Continental pela Democracia e Contra o Neoliberalismo.

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