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Jubileu Sul/Américas mobiliza Semana de Ação Global contra a Dívida e as IFIs

  • 12 de outubro de 2026

A Rede Jubileu Sul/Américas (JS/A) convoca os movimentos e organizações populares de Nossa América, Abya Yala, a se somarem à Semana Mundial de Ação contra a Dívida e as Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), que será realizada de 12 a 18 de outubro, coincidindo com as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM0 em Bangkok, Tailândia.

Segundo o JS/A, rede integrada pelo Jubileu Sul Brasil, as IFIs acumulam mais de oito décadas impulsionando um sistema de violência econômica e financeira estrutural, cujo custo se expressa na dívida pública, nas desigualdades e devastação ecológica. Diante da preparação de novas decisões que afetam a vida e o futuro dos povos, o Jubileu Sul/Américas considera necessário reforçar as denúncias e reivindicações, bem como as estratégias e iniciativas coletivas em defesa da soberania, dos direitos e do bem viver dos povos e do planeta.

O Jubileu Sul/Américas também vai realizar o encontro virtual “Basta de FMI-BM, Reparação JÁ!”, que ocorre na quinta-feira, 15 de outubro, às 18h. Inscreva-se previamente clicando aqui e participe. O debate (em espanhol) é um momento de partilhar relatos da conjuntura nos territórios, reunir denúncias, alinhar perspectivas e pensar coletivamente os próximos passos das lutas, tanto em nível regional quanto mundial.

Nesse marco, a convocação inclui a adesão à Declaração mundial da Semana de Ação “Recuperemos nossos direitos e futuro” e a realização de ações de rua e de debate nos territórios durante essa semana, que contempla várias datas de relevância para a região.

Inclua a assinatura de seu movimento, rede ou organização clicando aqui. 

RECUPEREMOS NOSSOS DIREITOS, SOBERANIA E FUTURO. Fora FMI-Banco Mundial! Reparação JÁ!

Os povos da América Latina e do Caribe enfrentamos uma ofensiva acelerada e violenta contra nossas vidas, territórios, direitos e futuro. O custo de vida e a desigualdade sobem sem parar e se precariza o acesso a direitos humanos básicos como alimentação, emprego, salários dignos, educação, saúde, moradia, água, energia e um ambiente saudável. Entre a população mais afetada estão as mulheres e comunidades tradicionais, as juventudes e pessoas racializadas. Crescem as resistências, mas aumentam as dívidas, o saque, o despojo e a destruição da natureza, a violência, a vigilância e o controle social tecno-digital, a criminalização do protesto, a militarização de nossos territórios e a ingerência dos EUA.

Essa realidade está ancorada nas políticas promovidas e impostas por meio do endividamento de nossos países e dos empréstimos e condicionalidades do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). Essas instituições se reúnem agora em Bangkok (Tailândia), de 12 a 18 de outubro de 2026, para continuar tomando decisões que nos afetam diariamente. Por meio da miséria planejada e do austericídio, golpes de Estado e o apoio a governos ditatoriais e repressivos, desde sua criação há 82 anos, impulsionam um verdadeiro antidesenvolvimento. Suas prioridades não são nossos direitos, mas os lucros corporativos e a apropriação neocolonial e imperialista de nossos territórios, corpos e bens comuns.

Eles impõem e garantem a cobrança de uma dívida financeira asfixiante e ilegítima, consolidando um verdadeiro sistema de dívida perpétua e aumentando impunemente as dívidas sociais, ecológicas, climáticas, econômicas, políticas, culturais e de gênero para com os povos e o equilíbrio ecossistêmico em geral. Por trás de um discurso aparentemente “técnico” e repleto de boas intenções, o FMI e o Banco Mundial são pilares fundamentais do controle geopolítico das grandes potências, como os EUA, e de uma arquitetura financeira internacional a serviço do grande capital e da globalização corporativa, financeirizada e digitalizada. Essa elite de 1% promove a mercantilização e a privatização dos processos de produção e reprodução da vida e aprofunda a dependência e a desigualdade. Ao mesmo tempo em que contribuem para a acumulação de cada vez mais riqueza nas mãos de cada vez menos pessoas, aumentam a exploração e o empobrecimento das grandes maiorias, sobretudo no Sul Global.

Em conjunto com essas Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), os governos de extrema direita e de orientação neoliberal estão promovendo uma agenda desreguladora que enfraquece os direitos conquistados e desmantela as capacidades de controle estatal e de integridade ambiental sob o pretexto de “atrair investimentos” e “dinamizar os mercados”. Substituem a gestão pública e as normas de proteção pela autorregulação e pela “responsabilidade social corporativa”. Esses governos, alinhados com o capital transnacional, concedem isenções fiscais, reduções de impostos e benefícios tributários às elites econômicas, gerando uma perda de receita tributária que, além de reduzir o orçamento destinado à proteção social e ambiental, obriga os países do Sul Global a aprofundar seu endividamento e a submeter suas decisões econômicas à tutela do FMI e do BM, incluindo os interesses dos EUA que os controlam.

Dívida, IFIs e a crise ecológica e climática

O avanço da crise ecológica e climática mundial não é alheio às políticas que essas IFIs e suas contrapartes regionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), promovem e impõem. Poluição, desmatamento e perda de biodiversidade, aumento descontrolado do aquecimento global – com suas múltiplas consequências, como inundações, incêndios, secas e outros eventos climáticos extremos –, perda de vidas e de meios de subsistência de comunidades inteiras, deslocamentos forçados de populações, acaparação de terras e violação grave e sistemática dos direitos humanos, dos povos e da natureza, são consequências diretas de seus programas, empréstimos e condições, que são definidos em sigilo, a portas fechadas.

O aquecimento global – com suas múltiplas sequelas de inundações, incêndios, secas e outros eventos climáticos extremos –, a perda de vidas e de fontes de sustento de comunidades inteiras, os deslocamentos populacionais forçados, o acambarcamento de terras e a violação grave e sistemática dos direitos humanos, dos povos e da natureza, são consequências diretas de seus programas, empréstimos e condicionalidades, que são definidos em confidencialidade, a portas fechadas.

No entanto, diante das crescentes críticas e resistências, em vez de mudar suas políticas, o FMI e o BM redobram a aposta. Continuam emprestando para a extração de combustíveis fósseis, a exploração mineradora (voltada à extração de minerais estratégicos e terras raras) e o controle corporativo da chamada “transição energética”. Apoiam a expansão vertiginosa da fronteira extrativista com a proliferação de centros de dados para a Inteligência Artificial (IA). Promovem instrumentos de precificação da natureza, tais como o mercado de carbono, os créditos de biodiversidade, os pagamentos por serviços ambientais, os bancos de habitat, os títulos verdes/azuis, as soluções baseadas na natureza, a especulação com tokenização digital da fauna e das florestas e outras falsas soluções para a emergência ecológica e climática, incluindo a enganosa troca de dívida por conservação, clima ou natureza – como mecanismo de financeirização e controle territorial das zonas mais biodiversas de florestas, mares e oceanos.

A incorporação recente do “risco climático” ao Marco de Sustentabilidade aplicado pelo FMI e o acréscimo da “resiliência” ao seu receituário tradicional de condicionalidades tampouco implicam alívio, mas mais controle, sob o qual se pintam de verde os interesses capitalistas de sempre. Fingem contribuir para as urgentes necessidades de adaptação e mitigação com mais empréstimos, em vez de reparações climáticas. E, paradoxalmente, o BM assume o fundo criado supostamente para ressarcir os “danos e perdas” provocados pelas mesmas políticas que fomenta.

Não seria hora de pôr fim à ação do FMI e do BM, fechando-os e exigindo a sanção e reparação de seus crimes contra os povos e a natureza?

Desde a Campanha "Fora FMI-BM! Reparação JÁ!" na América Latina e no Caribe, chamamos a fortalecer as resistências populares, impulsionando ações e denúncias e articulando esforços nesse sentido na região e no mundo. Chamamos a unir forças para exigir e construir alternativas reais, de Bem Viver, baseadas na participação e no protagonismo popular, no reconhecimento e respeito dos direitos e necessidades dos povos e da natureza e no exercício pleno de nossa soberania.

O FMI e o BM foram criados no final da II Guerra Mundial para promover a liberalização comercial, a estabilização monetária e o investimento estrangeiro, todos vinculados à valorização do dólar estadunidense e, junto com ela, ao poder econômico e militar dos EUA. Tiveram um papel central na consolidação da “Pax Americana” e no avanço da especulação e da financeirização econômica que nos causam tanto sofrimento. O governo dos EUA continua controlando suas políticas, assegurando que operem a serviço de seus interesses geopolíticos, econômicos e financeiros, o verdadeiro terrorismo. O uso do FMI para sancionar a Venezuela, ou para enredar a Argentina com empréstimos desmedidos, são apenas exemplos recentes. Precisamos recuperar nossos direitos, territórios e futuro de suas garras, lutar para derrubar sua ordem e construir outras relações e instituições.

Chamamos, então, a organizar e mobilizar, animando iniciativas populares e comuns em todos os cenários locais, regionais e mundiais – incluindo a Semana de Ação frente às reuniões do FMI e do BM agora em Bangkok, a Jornada continental contra o Fracking, os Encontros Ecossocialistas, Antifascistas e Anti-imperialistas, a COP 31 de Mudança Climática em Antalya, Turquia (de 9 a 20 de novembro de 2026), a COP 17 de Biodiversidade em Erevã, Armênia (de 19 a 30 de outubro de 2026) e a Cúpula do G20 nos EUA (14 e 15 de dezembro de 2026). Multipliquemos as ações que contribuem para:

  • Visibilizar e denunciar os impactos da ação criminosa do FMI, do BM e de seus beneficiários, em relação, sobretudo, ao empobrecimento e à precarização de nossas vidas, à perpetuidade de dívidas injustas e impagáveis, à violência e à militarização de nossa América, Abya Yala, à ingerência contra nossa soberania, à crise climática e à violação dos direitos fundamentais, territoriais, à água e à energia;
  • Exercer nosso direito de julgar e sancionar os responsáveis pelas políticas de austericídio e despojo, realizando sessões do Tribunal dos Povos e da Natureza contra o FMI-BM;
  • Auditar, anular e não pagar as dívidas ilegítimas e odiosas, e alcançar a restituição do que foi cobrado injustamente e a reparação das dívidas histórica, social, ecológica e climática;
  • Exigir ações concretas que enfrentem o alto custo de vida. Os governos podem deixar de ser cúmplices do despojo regulando os preços dos alimentos e do combustível, oferecendo apoio direto a quem está lutando para sobreviver e garantindo serviços públicos dignos;
  • Converter a Plataforma de Países Mutuários em um mecanismo real de suspensão de pagamentos e exigência de reparações;
  • Fortalecer as resistências aos empréstimos e programas do FMI, do BM e do BID, incluindo sobretudo o relacionado a megaprojetos, extrativismo minerador e de combustíveis fósseis, expansão de centros de dados e falsas soluções climáticas; e
  • Apoiar o fechamento do FMI e do BM e construir alternativas ancoradas no protagonismo popular, na soberania e na autodeterminação, nos direitos dos povos e da natureza e no Bem Viver.

Recuperemos nossos direitos, territórios e soberania!

Anulação e não pagamento das dívidas ilegítimas e odiosas!

Fechamento do FMI-BM e sanção da miséria, devastação e dívidas provocadas!

Reparação aos povos e ecossistemas das dívidas social, ecológica e climática!

CAMPANHA FORA FMI-BM! ¡REPARAÇÃO JÁ!
América Latina e o Caribe, outubro de 2026

Primeiras assinaturas:
Jubileo Sur/Américas
CADTM-AYNA
Deuda x Clima Latinoamérica y Caribe
Alianza contra la Desigualdad FIA-LA/C
Marcha Mundial de las Mujeres-Región Américas
SICSAL-CONVIDA20

Adicione a assinatura de seu movimento, rede ou organização, acessando aqui: https://bit.ly/ALTO-Recuperemos 

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Segundo o JS/A, rede integrada pelo Jubileu Sul Brasil, as IFIs acumulam mais de oito décadas impulsionando um sistema de violência econômica e financeira estrutural, cujo custo se expressa na dívida pública, nas desigualdades e devastação ecológica. Diante da preparação de novas decisões que afetam a vida e o futuro dos povos, o Jubileu Sul/Américas considera necessário reforçar as denúncias e reivindicações, bem como as estratégias e iniciativas coletivas em defesa da soberania, dos direitos e do bem viver dos povos e do planeta.

O Jubileu Sul/Américas também vai realizar o encontro virtual “Basta de FMI-BM, Reparação JÁ!”, que ocorre na quinta-feira, 15 de outubro, às 18h. Inscreva-se previamente clicando aqui e participe. O debate (em espanhol) é um momento de partilhar relatos da conjuntura nos territórios, reunir denúncias, alinhar perspectivas e pensar coletivamente os próximos passos das lutas, tanto em nível regional quanto mundial.

Nesse marco, a convocação inclui a adesão à Declaração mundial da Semana de Ação “Recuperemos nossos direitos e futuro” e a realização de ações de rua e de debate nos territórios durante essa semana, que contempla várias datas de relevância para a região.

Inclua a assinatura de seu movimento, rede ou organização clicando aqui. 

RECUPEREMOS NOSSOS DIREITOS, SOBERANIA E FUTURO. Fora FMI-Banco Mundial! Reparação JÁ!

Os povos da América Latina e do Caribe enfrentamos uma ofensiva acelerada e violenta contra nossas vidas, territórios, direitos e futuro. O custo de vida e a desigualdade sobem sem parar e se precariza o acesso a direitos humanos básicos como alimentação, emprego, salários dignos, educação, saúde, moradia, água, energia e um ambiente saudável. Entre a população mais afetada estão as mulheres e comunidades tradicionais, as juventudes e pessoas racializadas. Crescem as resistências, mas aumentam as dívidas, o saque, o despojo e a destruição da natureza, a violência, a vigilância e o controle social tecno-digital, a criminalização do protesto, a militarização de nossos territórios e a ingerência dos EUA.

Essa realidade está ancorada nas políticas promovidas e impostas por meio do endividamento de nossos países e dos empréstimos e condicionalidades do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). Essas instituições se reúnem agora em Bangkok (Tailândia), de 12 a 18 de outubro de 2026, para continuar tomando decisões que nos afetam diariamente. Por meio da miséria planejada e do austericídio, golpes de Estado e o apoio a governos ditatoriais e repressivos, desde sua criação há 82 anos, impulsionam um verdadeiro antidesenvolvimento. Suas prioridades não são nossos direitos, mas os lucros corporativos e a apropriação neocolonial e imperialista de nossos territórios, corpos e bens comuns.

Eles impõem e garantem a cobrança de uma dívida financeira asfixiante e ilegítima, consolidando um verdadeiro sistema de dívida perpétua e aumentando impunemente as dívidas sociais, ecológicas, climáticas, econômicas, políticas, culturais e de gênero para com os povos e o equilíbrio ecossistêmico em geral. Por trás de um discurso aparentemente “técnico” e repleto de boas intenções, o FMI e o Banco Mundial são pilares fundamentais do controle geopolítico das grandes potências, como os EUA, e de uma arquitetura financeira internacional a serviço do grande capital e da globalização corporativa, financeirizada e digitalizada. Essa elite de 1% promove a mercantilização e a privatização dos processos de produção e reprodução da vida e aprofunda a dependência e a desigualdade. Ao mesmo tempo em que contribuem para a acumulação de cada vez mais riqueza nas mãos de cada vez menos pessoas, aumentam a exploração e o empobrecimento das grandes maiorias, sobretudo no Sul Global.

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A incorporação recente do “risco climático” ao Marco de Sustentabilidade aplicado pelo FMI e o acréscimo da “resiliência” ao seu receituário tradicional de condicionalidades tampouco implicam alívio, mas mais controle, sob o qual se pintam de verde os interesses capitalistas de sempre. Fingem contribuir para as urgentes necessidades de adaptação e mitigação com mais empréstimos, em vez de reparações climáticas. E, paradoxalmente, o BM assume o fundo criado supostamente para ressarcir os “danos e perdas” provocados pelas mesmas políticas que fomenta.

Não seria hora de pôr fim à ação do FMI e do BM, fechando-os e exigindo a sanção e reparação de seus crimes contra os povos e a natureza?

Desde a Campanha "Fora FMI-BM! Reparação JÁ!" na América Latina e no Caribe, chamamos a fortalecer as resistências populares, impulsionando ações e denúncias e articulando esforços nesse sentido na região e no mundo. Chamamos a unir forças para exigir e construir alternativas reais, de Bem Viver, baseadas na participação e no protagonismo popular, no reconhecimento e respeito dos direitos e necessidades dos povos e da natureza e no exercício pleno de nossa soberania.

O FMI e o BM foram criados no final da II Guerra Mundial para promover a liberalização comercial, a estabilização monetária e o investimento estrangeiro, todos vinculados à valorização do dólar estadunidense e, junto com ela, ao poder econômico e militar dos EUA. Tiveram um papel central na consolidação da “Pax Americana” e no avanço da especulação e da financeirização econômica que nos causam tanto sofrimento. O governo dos EUA continua controlando suas políticas, assegurando que operem a serviço de seus interesses geopolíticos, econômicos e financeiros, o verdadeiro terrorismo. O uso do FMI para sancionar a Venezuela, ou para enredar a Argentina com empréstimos desmedidos, são apenas exemplos recentes. Precisamos recuperar nossos direitos, territórios e futuro de suas garras, lutar para derrubar sua ordem e construir outras relações e instituições.

Chamamos, então, a organizar e mobilizar, animando iniciativas populares e comuns em todos os cenários locais, regionais e mundiais – incluindo a Semana de Ação frente às reuniões do FMI e do BM agora em Bangkok, a Jornada continental contra o Fracking, os Encontros Ecossocialistas, Antifascistas e Anti-imperialistas, a COP 31 de Mudança Climática em Antalya, Turquia (de 9 a 20 de novembro de 2026), a COP 17 de Biodiversidade em Erevã, Armênia (de 19 a 30 de outubro de 2026) e a Cúpula do G20 nos EUA (14 e 15 de dezembro de 2026). Multipliquemos as ações que contribuem para:

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  • Auditar, anular e não pagar as dívidas ilegítimas e odiosas, e alcançar a restituição do que foi cobrado injustamente e a reparação das dívidas histórica, social, ecológica e climática;
  • Exigir ações concretas que enfrentem o alto custo de vida. Os governos podem deixar de ser cúmplices do despojo regulando os preços dos alimentos e do combustível, oferecendo apoio direto a quem está lutando para sobreviver e garantindo serviços públicos dignos;
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  • Fortalecer as resistências aos empréstimos e programas do FMI, do BM e do BID, incluindo sobretudo o relacionado a megaprojetos, extrativismo minerador e de combustíveis fósseis, expansão de centros de dados e falsas soluções climáticas; e
  • Apoiar o fechamento do FMI e do BM e construir alternativas ancoradas no protagonismo popular, na soberania e na autodeterminação, nos direitos dos povos e da natureza e no Bem Viver.

Recuperemos nossos direitos, territórios e soberania!

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