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Coletivo de Mulheres da Rede se articula no Ceará

  • 14 de outubro de 2019

Por Comunicação da Rede Jubileu Sul Brasil

As cearenses estão se articulando cada vez mais. No dia 28 de setembro, cerca de 20 mulheres dos bairros Pici, Palmares e Jangurussu, todos na periferia de Fortaleza CE), se reuniram no Pici para discutir os problemas de seus bairros a partir de suas realidades, de suas vidas.

Mulheres se reúnem no bairro do Pici, em Fortaleza (CE) | Foto de Divulgação

Facilitada pela educadora feminista Magnólia Said, a roda de conversa foi espaço de partilha e empoderamento. “A ideia é, junto com as mulheres, olhar para seus bairros de uma outra perspectiva. A partir da situação atual de cada bairro, as forças que agem e interagem para que elas possam identificar as necessidades de cada um e cada uma, considerando o que está sob a governabilidade do grupo e o que não está e, mais como deveriam   se organizar e se articular para que mudanças aconteçam para melhoria dos bairros e da vida das pessoas”, contou Magnólia.

A educadora é membro do Esplar, entidade que há 45 anos trabalha com agroecologia e feminismo no sertão do Ceará. Ela coordena o fortalecimento do Coletivo de Mulheres da Rede no estado cearense. As mulheres que participam dessa articulação são do Movimento de Conselhos Populares (MCP), do Instituto Negra (INegra), do Coletivo de Mulheres do Gereba e tantas outras que não têm um vínculo com alguma entidade.

O encontro do dia 28 de setembro não foi o primeiro. Antes, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2019, Rosilene Wansetto, secretária-executiva da Rede, esteve no Esplar para conhecer a realidade local e dar o pontapé inicial ao trabalho no estado. “Foi um momento de aproximação e diálogo para que o movimento conhecesse a rede JSB e o trabalho, após um tempo afastados. Foi também, momento de alinhar o trabalho futuro, um processo de formação mais consolidado”, disse Rosilene.

Na ocasião, a secretária-executiva da Rede participou de um encontro regional sobre Feminismo e Agroecologia, uma celebração dos 45 anos de trabalho da entidade no estado do Ceará. Naquela oportunidade foi realizado um debate sobre a organização das mulheres ,a autonomia a partir da agroecologia e sobre a importância da perspectiva feminista para entender os processos de empoderamento da mulheres do campo.

O próximo encontro do Coletivo acontece dia 18 de novembro no Conjunto Palmeiras, em Fortaleza (CE). Mais informações: secetaria@jubileusul.org.br.

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Mulheres se reúnem no bairro do Pici, em Fortaleza (CE) | Foto de Divulgação

Facilitada pela educadora feminista Magnólia Said, a roda de conversa foi espaço de partilha e empoderamento. “A ideia é, junto com as mulheres, olhar para seus bairros de uma outra perspectiva. A partir da situação atual de cada bairro, as forças que agem e interagem para que elas possam identificar as necessidades de cada um e cada uma, considerando o que está sob a governabilidade do grupo e o que não está e, mais como deveriam   se organizar e se articular para que mudanças aconteçam para melhoria dos bairros e da vida das pessoas”, contou Magnólia.

A educadora é membro do Esplar, entidade que há 45 anos trabalha com agroecologia e feminismo no sertão do Ceará. Ela coordena o fortalecimento do Coletivo de Mulheres da Rede no estado cearense. As mulheres que participam dessa articulação são do Movimento de Conselhos Populares (MCP), do Instituto Negra (INegra), do Coletivo de Mulheres do Gereba e tantas outras que não têm um vínculo com alguma entidade.

O encontro do dia 28 de setembro não foi o primeiro. Antes, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2019, Rosilene Wansetto, secretária-executiva da Rede, esteve no Esplar para conhecer a realidade local e dar o pontapé inicial ao trabalho no estado. “Foi um momento de aproximação e diálogo para que o movimento conhecesse a rede JSB e o trabalho, após um tempo afastados. Foi também, momento de alinhar o trabalho futuro, um processo de formação mais consolidado”, disse Rosilene.

Na ocasião, a secretária-executiva da Rede participou de um encontro regional sobre Feminismo e Agroecologia, uma celebração dos 45 anos de trabalho da entidade no estado do Ceará. Naquela oportunidade foi realizado um debate sobre a organização das mulheres ,a autonomia a partir da agroecologia e sobre a importância da perspectiva feminista para entender os processos de empoderamento da mulheres do campo.

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