Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Campanha cria canal de denúncia de violência contra mulheres em rede de farmácias

  • 25 de junho de 2020

Com a campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica’, basta a mulher marcar um “X” vermelho na palma da mão e mostrar o sinal a um atendente de farmácia ou drogaria, que liga para o 190 e faz a denúncia 

Diante do aumento dos casos de violência contra a mulher, que têm crescido no contexto do isolamento social, necessário  devido à pandemia de coronavírus, foi lançado a campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica.

A ação tem o objetivo de apoiar as mulheres em situação de violência a pedirem ajuda em uma das 10 mil farmácias e drogarias do país que são parceiras da iniciativa, permitindo que a vítima faça a denúncia sem se expor ou se colocar em risco.

A orientação da campanha é de um protocolo silencioso: que a mulher faça um “X” vermelho na palma da mão, marcando com caneta ou até mesmo usando um batom,  procure uma farmácia e mostre a mão sinalizada ao atendente, este profissional irá tomar a providência necessária, solicitar  nome e endereço da mulher vítima de violência, ligar para o 190 e informar a situação. 

> Saiba quais as redes de farmácias e drogarias aderiram à campanha

Como parte da ação, as trabalhadoras e trabalhadores das farmácias participantes da campanha vão receber capacitação para o protocolo de atendimento e para acolher as vítimas de violência doméstica. 

De iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a campanha é resultado de um grupo de trabalho do CNJ criado para propor ações de emergência às mulheres vítimas de violência neste período de isolamento social da pandemia.

No estado de São Paulo, nos meses de março e abril, as prisões em flagrante devido à violência contra a mulher aumentaram 51% e 30% nos pedidos de medidas protetivas de urgência definidas na Lei Maria da Penha. No mesmo período, os feminicídios no país aumentaram 22%, e considerando somente o Acre, cresceu 300%, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

Últimas notícias

Na corda bamba: encontro debate uma economia para além do capital em São Paulo

Nos dias 3 a 5 de novembro de 2026, a Rede Jubileu Sul Brasil realiza, em São Paulo, o encontro “Na corda bamba: por uma…
Ler mais...

Redes e movimentos da América Latina e do Caribe levantam a voz contra o FMI e o Banco Mundial

No marco da Semana Mundial de Ação contra a Dívida e as Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), diversas redes e movimentos populares da América Latina e…
Ler mais...

Jubileu Sul/Américas mobiliza Semana de Ação Global contra a Dívida e as IFIs

A Rede Jubileu Sul/Américas (JS/A) convoca os movimentos e organizações populares de Nossa América, Abya Yala, a se somarem à Semana Mundial de Ação contra…
Ler mais...

Campanha cria canal de denúncia de violência contra mulheres em rede de farmácias

  • 25 de junho de 2020

Com a campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica’, basta a mulher marcar um “X” vermelho na palma da mão e mostrar o sinal a um atendente de farmácia ou drogaria, que liga para o 190 e faz a denúncia 

Diante do aumento dos casos de violência contra a mulher, que têm crescido no contexto do isolamento social, necessário  devido à pandemia de coronavírus, foi lançado a campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica.

A ação tem o objetivo de apoiar as mulheres em situação de violência a pedirem ajuda em uma das 10 mil farmácias e drogarias do país que são parceiras da iniciativa, permitindo que a vítima faça a denúncia sem se expor ou se colocar em risco.

A orientação da campanha é de um protocolo silencioso: que a mulher faça um “X” vermelho na palma da mão, marcando com caneta ou até mesmo usando um batom,  procure uma farmácia e mostre a mão sinalizada ao atendente, este profissional irá tomar a providência necessária, solicitar  nome e endereço da mulher vítima de violência, ligar para o 190 e informar a situação. 

> Saiba quais as redes de farmácias e drogarias aderiram à campanha

Como parte da ação, as trabalhadoras e trabalhadores das farmácias participantes da campanha vão receber capacitação para o protocolo de atendimento e para acolher as vítimas de violência doméstica. 

De iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a campanha é resultado de um grupo de trabalho do CNJ criado para propor ações de emergência às mulheres vítimas de violência neste período de isolamento social da pandemia.

No estado de São Paulo, nos meses de março e abril, as prisões em flagrante devido à violência contra a mulher aumentaram 51% e 30% nos pedidos de medidas protetivas de urgência definidas na Lei Maria da Penha. No mesmo período, os feminicídios no país aumentaram 22%, e considerando somente o Acre, cresceu 300%, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

Últimas notícias

Na corda bamba: encontro debate uma economia para além do capital em São Paulo

Nos dias 3 a 5 de novembro de 2026, a Rede Jubileu Sul Brasil realiza, em São Paulo, o encontro “Na corda bamba: por uma…
Ler mais...

Redes e movimentos da América Latina e do Caribe levantam a voz contra o FMI e o Banco Mundial

No marco da Semana Mundial de Ação contra a Dívida e as Instituições Financeiras Internacionais (IFIs), diversas redes e movimentos populares da América Latina e…
Ler mais...

Jubileu Sul/Américas mobiliza Semana de Ação Global contra a Dívida e as IFIs

A Rede Jubileu Sul/Américas (JS/A) convoca os movimentos e organizações populares de Nossa América, Abya Yala, a se somarem à Semana Mundial de Ação contra…
Ler mais...